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terça-feira, 24 de março de 2009
Controle Remoto - Texto opinativo
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Época de eleição - Texto opinativo
IMAGEM RETIRADA DO http://www.oesteonline.pt/forum/fmessage.asp?whichpage=1&pagesize=10&fID=5238&grupo=6&gruponome=Peniche quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Mistura de músicos no reggae
Ras Nazareno (Seu Stylinga), Pablo Barata (Seu Stylinga), Brener Serafim (Natti Child), Edu Lemos (Maracutaia S.A) e Laisa Bastos (Dona Miúda)Iniciou-se nesse domingo, dia 7, de setembro, na Cachaçaria do Durães, o Projeto Cultural Reggae - Leão do Cerrado que terá apresentações de músicos de reggae com a participação de vários artistas de Montes Claros se apresentando no mais puro “Freestyle”, onde os músicos tocam independentemente de serem da mesma banda ou não, levando som de qualidade e muito ritmo ao público.
Ras Nazareno Marvin é o idealizador do projeto e conta que além de fomentar o cenário do reggae na cidade o projeto também tem seu lado social, os ingressos custam R$ 2,00 mais um quilo de alimento não perecível que será doado a instituições filantrópicas da cidade.
- Eu assistia a um jornal local e vi uma reportagem sobre uma garotada que estava afim de aprender a tocar, mas não tinha dinheiro nem para se inscrever no conservatório, e isso me tocou. A gente tem o intuito de fazer oficinas para a comunidade, no meio da rua mesmo, fazer para todos, com instrumentos de arte, convidando vários professores para ensinar . Quando terminarem essas apresentações aos domingos, vamos recolher os alimentos arrecadados e doar para uma entidade a ser definida ainda – explica o músico.
MONTES-CLARENSE
Ras Nazareno é natural de Manaus, estado do Amazonas, trabalha com reggae há 11 anos, conhece e aprecia o estilo musical há 20 anos. Há três anos trabalha também com produção musical e toca há um ano na banda montes-clarense Seu Istylinga. Ele frisa que também tem como intenção a valorização dos grupos e dos artistas e afirma que não vão ficar de “braços cruzados” esperando algum tipo de apoio, que eles mesmos, os músicos, podem fazer seus próprios eventos.
- Esse projeto foi feito também para conseguir um maior foco da cena musical do reggae na cidade, não só levantando o estilo, mas frisando também a valorização dos grupos e das bandas daqui e até mesmo do trabalho próprio de cada músico. Não queremos ter que esperar pelo apoio de empresários para poder tocar, nós próprios podemos nos unir e fazer os eventos. Estamos inclusive vendo a possibilidade de gravar uma coletânea do Leão do Cerrado para depois podermos divulgar ainda mais essa cena do reggae na cidade – conta entusiasmado o reggueiro.
OBJETIVO
Ele conta que o objetivo do projeto é levar a cultura reggae à todas as partes da cidade sem interesses capitalistas, se preocupando em difundir o estilo musical para todas as pessoas independentemente de sua idade ou classe social, apresentando novos talentos dessa tendência musical e também com programas na área de cultura e educação e com isso, contribuir para a redução da violência e para o entretenimento consciente e saudável dos jovens.
Esse tipo de iniciativa beneficia a todos, o público que ganha uma opção de lazer cultural de boa qualidade, as bandas e músicos que tem uma maior divulgação do seu trabalho e também os empresários e comerciantes que apóiam, pois esse tipo de evento gera indiretamente vários tipos de consumo, como o de bebidas e comidas, além de proporcionar uma maior exposição da marca da empresa ou comércio. É o que afirma o empresário Andrey Meoli que é proprietário de um estúdio e apóia o projeto cultural.
- Todo tipo de valorização cultural é válida. Nós como estúdio, buscamos sempre estar apoiando e valorizando toda forma de apresentação cultural musical, independentemente de estilo. Toda música tem que ser assimilada de uma forma que venha contribuir a com o bem estar de quem esta ouvindo o som. A boa música tem que ser mais difundida e mostrada principalmente na nossa cidade que é recheada de grandes talentos – conta o empresário.
ESTRÉIA
No domingo de estréia do projeto, apesar do calor intenso, um bom público compareceu e prestigiou o reggae tocado por vários músicos conhecidos da cidade como Edu Lemos da banda Maracutaia S.A. e Pablo Barata do Seu Stylinga, entre outros.
André Bahia é baixista da banda Maracutaia S.A. que também faz parte do Leão do Cerrado, ele conta que esse tipo de iniciativa serve como fonte de conhecimento musical para o público que por muitas vezes desconhece a filosofia do reggae.
- Eu acho muito bacana esse evento, que é uma idéia inovadora e eu espero que venha muita gente conhecer a filosofia do reggae, para entender o que é na verdade, não só uma bagunça musical, mas sim a idéia que o reggae quer transparecer para as pessoas. – afirma o músico.
MULTIMIDIA
Dentro das apresentações do projeto acontecerão ainda, exibições de documentários e videoclipes relacionados ao reggae, proporcionando ao público a visualização da cultura.
SERVIÇO
O Projeto Cultural Reggae – Leão do Cerrado será realizado todos os domingos durante o mês de setembro na Cachaçaria do Durães que fica na Rua Justino Câmara, nº69, Centro. O ingresso cobrado é de R$ 2,00 mais um quilo de alimento não perecível que será doado para entidades filantrópicas da cidade. O dinheiro arrecadado vai para a estruturação das bandas e do projeto. Para mais informações (38) 9164-8375.
MÚSICOS E BANDAS QUE PARTICIPAM DO LEÃO DO CERRADO
Seu Stylinga
Maracutaia S.A.
Mandala Roots
Beu Viana
Flavin Ribeiro
César Ruído Jack
Charles Brown Marques
Hebert Canela
Pedro Boi
Jamy
terça-feira, 29 de julho de 2008
Por que escolhi ser jornalista - texto opinativo

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Na minha opinião, o jornalismo tem como essência a comunicação e a informação. É através do trabalho do jornalista que grande parte da população se informa sobre os fatos e os acontecimentos de seu interesse e por muitas vezes baseia sua opinião naquilo que ele leu, assistiu ou ouviu. O jornalista é um formador de opinião. No Brasil a maioria da população ainda é muito “ingênua”, para não dizer outra coisa, e se influencia muito facilmente por noticias tendenciosas publicadas por profissionais que deveriam informar ao invés de manipular.
Eu acredito que se a fonte de informação da grande maioria (no caso são os jornais, revistas, telejornais, rádios), tiver uma opinião menos tendenciosa talvez possa melhorar um pouco a situação do país. E é por acreditar nisso que eu escolhi o curso de jornalismo. Eu, assim como tantos outros jovens brasileiros, acredito que o Brasil tem potencial para deixar de ser o país do futuro, e se tornar o país do presente e que essa mudança tem que ser feita em todos os aspectos da sociedade inclusive nos meios de comunicação.
O jornalismo por ser tão importante para a sociedade merece ser tratado com mais respeito e dignidade pelos que exercem a profissão, e eu escolhi o curso para tentar fazer minha parte para o engrandecimento não só da profissão como do Brasil num todo.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Remédios - Texto Opinativo

Otis
O filme conta a historia de um serial killer gordo e pervertido que se apaixona facilmente por garotas, e acaba tendo elas como suas vitimas, as seqüestrando e forçando-as a encenar um jogo doentio no qual ele fantasia. Nesse jogo, Otis usa sempre o mesmo padrão se assim podemos dizer. Ele é Ottis e a garota é Kim, coincidência ou não, esse é nome da mulher de seu irmão que não sabe da vida de seqüestros e assassinatos de Ottis.
A vida de Otis se resume a sua casa e seu trabalho como entregador de pizza, e é entregando pizza que ele conhece e se “apaixona” por suas vitimas. Após seqüestrá-las, Otis liga para a família da garota e pedi autorização dos pais para que ele possa levar “Kim” ao baile. Essa fantasia que é vivida por Otis, nada mais é que a vida que seu irmão não teve. Dentro do seu jogo ele faz com que a vitima dance com ele em um salão improvisado, e também finge star jogando futebol americano e que ela é uma líder de torcida que está vibrando pelas suas jogadas.
No filme, após varias garotas de alguma maneira resistir e acabarem mortas por isso, Otis consegue seqüestrar mais uma garota, a adolescente Riley Lawson, e repete todo o processo. Porem em uma das vezes que seu irmão estava em casa – o irmão de Otis sempre o estava xingando por ele viver em uma casa toda bagunçada e por ele de certo modo não ter responsabilidade – a garota consegue fugir e ligar para os pais que estranhamente parecem mais preocupados com a localização de Otis do que do bem estar da própria filha.
A família pede para que a filha não conte a ninguém a localização do seqüestrador nem mesmo para a policia. A família então (pai, mãe e irmão) se arma de todas as maneiras possíveis, de taco de baseball a furadeira, e parte rumo à casa de Otis para fazer justiça com as próprias mãos. Desde ponto em diante o filme que até então se propunha a ser de terror/suspense começa a ficar cômico, de uma maneira bem sinistra, mas cômico.
Ottis havia saído de casa para trabalhar, e não sabia que a garota havia escapado. A família dela entra na casa sem nenhum problema e fica aguardando a chegada de Otis.
O pai já dentro da casa, meio que se arrepende e eles tem uma pequena discussão. Eis então que eles escutam um barulho. Alguém chegou em casa. Eles se preparam e quando a porta se abre eles já atacam. Imobilizam e amarram quem eles pensavam ser Otis numa cadeira e o torturam de varias maneiras possíveis até que ele morre. O telefone do pai da garota toca. Ele atende e é o policial que descreve as características de Otis. Dito isso a família percebe que cometeu um erro, verifica a identidade de quem eles mataram e não era Otis e sim o seu irmão. A família também não sabia que haviam câmeras no local, mas pra sua sorte eles não estava direcionadas para eles, e só captaram o audio. No final eles descobrem que Otis era o entregador de pizza que por varias vezes foi a sua casa. Eles pedem uma pizza e esperam. Quando a campainha toca o irmão de Riley, Elmo, atira três vezes contra a porta e o filme acaba sem que a gente saiba se eles mataram a pessoa certa ou não.
O filme lembra muito um episodio da serie “Criminal Mind’s”, porem com mais humor. De terror mesmo não tem nada. No filme é perceptível como a repórter que noticia o caso é bastante sensacionalista, o que no meu modo de ver é uma critica a nossa imprensa atual que adora ver uma desgraça. No geral o filme é razoável, sua trilha sonora é muito boa, solos de guitarra e muito rock in roll mas, o enredo em si não é lá essas coisas.
HANCOCK -

O filme conta a historia de um “herói” diferente, que tem atitudes pouco convencionais em relação aos outros “heróis” que vemos nos filmes e series. Ele é alcoólatra, e por mais que tente nunca consegue fazer as coisas direito e sempre acaba odiado pelas pessoas que ele “salva”.
Geralmente, quando tenta salvar alguém, Hancock destrói tudo a sua volta, causando enormes prejuízos a sua cidade. Em um dessas tentativas, ele conhece Ray Embrey, um agente de Relações Públicas que recentemente perdeu o emprego e se propões a melhorar a imagem desse herói que até então é rejeitado pelas pessoas. Quando a mulher de Ray, Mary, e Hancock se encontram, ocorre uma inexplicável e imediata conexão entre os dois.
Pelo fato de ser constantemente criticado pela midia, o RP acha uma boa idéia Hancock se entregar para policia (ele tem inúmeras intimações que nunca compareceu), para que todos sintam sua falta. Ele de inicio não gosta mas, acaba aceitando e se compromete a fazer um tratamento contra o alcoolismo e para controlar a sua fúria.
Mesmo dizendo que não importa com o que as pessoas acham dele, ele vai para a cadeia, acatando a ordem do juiz. Na cadeia ele encontra vários presos que ele mesmo colocou ali. De inicio eles queria arrumar confusão com ele, mas após ele literalmente enfiar a cabeça de um na bunda do outro eles o deixaram em paz.
Com Hancock preso, a criminalidade acaba subindo, e as pessoas inclusive a mídia que o criticava acabam sentindo a sua falta. Ele volta à ativa, salva o dia e as pessoas reconhecem. Ele ganha status de celebridade.
Ele não se lembra de nada do seu passado, e acaba descobrindo depois de muita resistência que Mary, a mulher de Ray, também é como ele e que os dois já foram casados e tem mais de 3000 anos. Ele descobre também que se os dois ficarem próximos um do outro eles se tornam mortais.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
O Besouro

Todos se calaram e a aula prosseguiu mesmo com os besouros e mariposas insistindo em nos tirar a atenção.
A aula já estava terminando quando alguém bateu na porta da sala e a professora prontamente foi verificar quem era.
No trajeto entre a mesa e a porta eis que a professora esmaga o besouro sem querer e diz “bom eu pelo menos tentei”.
sexta-feira, 7 de março de 2008
"Liberdade" - Texto Opinativo

Vivemos em uma sociedade que quer nos passar a idéia de que somos livres. Mas será que somos realmente livres? Nós temos liberdade para fazer muitas coisas porem, não temos liberdade de decidir sobre nossas próprias vidas. Se uma pessoa está com uma doença incurável, que aos poucos irá debilitar o seu organismo, e que vai lhe matar de uma maneira lenta e dolorosa, essa mesma pessoa que teoricamente é livre, não tem o direito preferir morrer ao ter que suportar tamanho sofrimento.
A eutanásia é proibida, é proibido que tenhamos controle sobre nossos próprios rumos. Com isso, algumas pessoas que já não sentem mais necessidade de viver ou já não agüentam mais viver, como não podem fazer algo que não seja doloroso, optam por se enforcar, pular de prédios, atirar contra a própria cabeça, dentre tantas maneiras horríveis de se terminar uma vida.
O mesmo acontece com as drogas. Pelo fato da sociedade ser tão hipócrita a ponto de não legalizar as drogas, tirando das pessoas a liberdade de escolha, se quer usar ou não, as pessoas que sentem necessidade de usar das mesmas são obrigadas a se envolver com criminosos para poder exercer o seu direito de escolha.
Muitas pessoas "batem no peito" é gritam que são livres, mas na verdade não passa de uma liberdade falsa que nada mais é que uma maneira de manipulação. Se realmente fossemos livres teríamos o direito de escolher o que fazer com as nossas próprias vidas.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Maior Abandonado

As pessoas que constituem nossa "sociedade" tem alguns comportamentos um tanto quanto estranhos. Por exemplo, ao ver ou ler uma reportagem sobre um bebê que foi abandonado pela mãe, muitas pessoas já reagem com indignação em relação a tal atitude e tentam imaginar como uma mãe teria coragem de abandonar o próprio filho.
PICUINHA
Nossos queridos "representantes" alem de todas suas falcatruas, são cheios de picuinha. Se já não bastasse serem muito bem remunerados, se aposentarem com pouco tempo de "trabalho", ferias, etc. Eles ainda ficam arrumando maneiras para fazerem menos que já fazem.Ao assistir algumas sessões da Tv Câmara e da Tv Senado, pude observar certas atitudes que penso não serem muito corretas. Enquanto alguém esta falando no palanque, por exemplo, é fácil identificar varias pessoas falando ao celular ou conversando sobre qualquer assunto que seja, isso quando estão presentes.
Quando há alguma votação, é impressionante a capacidade que alguns partidos tem de conseguir travar todo e qualquer assunto que seja. Mesmo que se trate de um assunto simples, tem sempre aquele partido e/ou parlamentar que pede para o projeto seja repassado, pois, não teria havido tempo para poder se analisar o mesmo.
Sempre tem alguma coisa, ou seja; eles já ganham para não fazer quase nada e ainda tentam de todas as maneiras não fazer absolutamente nada! Um tempo atrás, os senadores não queriam votar nenhum projeto porque não concordavam com a presença do senador Renan Calheiros que era o Presidente do senado. Porem esses mesmos falsos moralistas não caçaram o mesmo Renan Calheiros.
Resultado; os políticos ficam nesse corporativismo, travam de toda e qualquer maneira os projetos nos senado e câmaras e nisso o tempo vai passando, o bolso deles vai enchendo e o Brasil só vai afundando. Nossa população deveria abrir os olhos e não votar nesses sanguessugas que nada fazem pelo nosso país.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
APARÊNCIA

A aparência pode fazer com que interpretemos mal ou até mesmo não gostemos de uma pessoa antes mesmo de conhece-la. De uma maneira ou de outra, fomos condicionados desde de pequenos, a relacionar certas aparências a tais tipos de pessoa. Seja por meio de desenhos animados, comerciais de televisão, novelas, filmes, revistas, sempre estão tentando nos impor conceitos baseados na aparência e na estética. E é baseados nesses conceitos, que a grande maioria das pessoas pré-julgam e taxam as outras, sem nem mesmo terem conhecimento sobre esse individuo, que por muitas vezes é totalmente oposto ao que sua aparência supostamente demonstra.
Muitas pessoas ficam com medo, olham de maneira diferenciada ou até mesmo ridicularizam quando vêem alguém que não se enquadra com os padrões “aceitáveis” da nossa “sociedade”, que por sinal tem tradição em humilhar e até mesmo agredir o diferente.
È o que acontece com cabeludos, tatuados, roqueiros, dentre tantas outras pessoas que sofrem por pensar, agir e se vestir diferente da maioria.
A aparência pode de certo modo valer mais até que o tão cobiçado dinheiro, que move o mundo atual. Uma pessoa com dinheiro e mal vestida é barrada em determinados locais. Já uma pessoa bem vestida, mesmo que não tem um centavo no bolso com certeza irá ser bem recebida em qualquer lugar que vá.
Nossa “sociedade” segue padrões e conceitos que pararam no tempo. Vivemos num mundo de aparências onde a verdadeira face jamais é conhecida. A imposição desses padrões leva as pessoas a uma interminável busca de uma falsa beleza e gera preconceitos e discriminações.
quarta-feira, 25 de julho de 2007
BRASILEIRO
O esporte é algo que pode nos levar a sentimentos profundos. A emoção e a garra com que os atletas disputam cada ponto, cada gol, cada tarefa, é de se comover. É incrível como o simples fato de se ter alguém ou um grupo representando nosso pais já nos sentimos envolvidos e participantes dessas situações.
Há pessoas que só se sentem orgulhosas de terem nascido no Brasil quando alguém no esporte faz algo fenomenal ou quando nosso país ganha algum titulo ou medalha. Mas estariam essas pessoas erradas? Seria tão errado assim se sentir constrangido ou de certo modo envergonhado por ter nascido em um país onde a corrupção comanda, e, os políticos só agem em causa própria e não pelo povo e para o povo?
Seria realmente correto celebrar a vitória de um país que praticamente faz de conta que você existe na maioria das vezes? Não seria a hora de começar a se valorizar o brasileiro em tempo integral e com isso começar a respeita-lo dando condições para se ter uma vida digna e ai sim poder se orgulhar do seu país? Não seria esse o momento de se haver uma mudança geral de conceitos?
Apesar de tudo eu tenho orgulho de ser brasileiro, não por alguma conquista no esporte ou por algo do tipo. Mesmo com tanta corrupção e desordem ainda acredito que aja solução. Sou brasileiro por natureza e por essência. E se todos os brasileiros também fossem assim, quem sabe teríamos um situação diferente. Se todos tivessem orgulho do Brasil e se realmente o amassem, não deixariam os políticos fazerem o que fazem e ainda continuarem nos seus cargos e sendo releeleitos ano apos ano.
DEVERIAMOS AMAR NOSSO PAÍS A PONTO DE NÃO NOS DEIXAR SUBMETER A TANTAS FALCATRUAS E DESMANDOS DOS NOSSOS REPRESENTANTES!
terça-feira, 10 de julho de 2007
Como surgem falsos herois

Uma analise semiótica da bíblia e das religiões
