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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

SONS DO BRASIL – CONHEÇA GABI MELLO





A cantora e compositora Gabi Mello é de Belo Horizonte (MG), ela se apresentou pela primeira vez com 14 anos, e desde então não parou mais. Antes disso, Gabi já cantava na sala de sua casa, imitando seus cantores e cantoras favoritos. Após essa primeira apresentação na escola, ela fez aulas de canto, e oportunidades de shows começaram a surgir. Após algum tempo, decidiu largar todas as outras coisas que fazia e se dedicar somente a musica, e é o que vem fazendo desde então.

- Minha primeira apresentação foi aos 14 anos, num Sarau na escola que eu estudava. Foi por acaso, um amigo me ouviu cantar e me inscreveu pra me apresentar com ele. Quando vi, já estava no palco! E não larguei mais (rs). Eu já cantava antes, imitava minhas cantoras e cantores preferidos, cantando e dançando na sala da minha casa. Só que pensava que isso tudo era normal, que o fato da minha voz ser parecida com as deles era uma coisa comum. Comecei a fazer aulas de canto logo após essa primeira apresentação na escola, e outros shows começaram a surgir. Naquele ponto eu já tinha certeza que queria isso pra minha vida, só ainda não sabia exatamente como. Com essa vivência da música cada vez maior em minha vida, senti a necessidade, num certo momento, de largar tudo que era além e me dedicar inteiramente a isso. Essa necessidade, esse amor à música, ficaram tão latentes que não conseguia mais fazer outras coisas. – Afirma Gabi.

TRABALHO SOLO
Gabi diz que optou por um trabalho solo por achar complicado a relação de uma banda, onde são variadas idéias, vindas de diferentes cabeças. De acordo com ela, é algo que ela considera ser mais trabalhoso. Outro motivo seria a lacuna existente no tipo de som que a cantora faz.

- Trabalhar com banda é complicado pelo fato de serem muitas cabeças pensando diferente. Por mais que os objetivos sejam iguais, as opiniões se chocam muitas vezes, e é muita gente querendo tomar partido da situação, é mais trabalhoso a meu ver. Então optei por fazer um trabalho solo, já que, como cantora e compositora, eu já estava à frente da situação. Outro motivo importante também é a lacuna que existe na música brasileira para o tipo de som que faço, como o soul, o blues, o rock. São poucas cantoras solo, atualmente, nesse caminho. – Conta a cantora e compositora.

DIFICULDADES
Falando sobre as principais “barreiras” a serem superadas, Gabi explica que na musica existem muitas dificuldades, tal como em qualquer coisa na vida. Ela ressalta que infelizmente a arte no geral, ainda não é devidamente valorizada no Brasil, e lembra que começar e se manter no meio musical é algo muito difícil.

- Sempre existem muitas dificuldades, como em tudo na vida, ainda mais sendo arte, o que infelizmente, ainda não é valorizado o quanto deveria ser. Começar é difícil, manter também é. É preciso investimento, grana, tempo, dedicação, e nem sempre temos isso para dar aquele empurrão. Eu mesma tive e tenho que correr atrás de tudo, financeiramente falando, não tive alguém que pagasse pelos meus sonhos. A dica que eu daria é, se você realmente quer algo, corra atrás, porque aí essas dificuldades serão barreiras necessárias para o crescimento, e elas acabam até ficando menores. – Afirma Gabi Mello.

INFLUÊNCIAS
Gabi diz que é apaixonada por blues, soul, jazz e rock, e que tem variadas influências musicais, mas costuma dizer que a partir do momento que começou a cantar blues e jazz, sua formação como cantora mudou para melhor. Ela cita Aretha Franklin, Joss Stone, Beatles, Ella Fitzgerald, Stevie Wonder, como os principais nomes. 

- Meu som é pop por natureza, pelo fato da linguagem ser de fácil entendimento. Mas aí coloco muito das minhas influências, e isso engrandece o resultado. Talvez a definição seja um pop com pitadas de blues, soul e rock. – Diz Gabi.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
Perguntada sobre como é seu processo criativo para compor as letras e melodias, Gabi diz que não tem muitas regras, às vezes cria a melodia primeiro, outras a letra ou a harmonia. Tudo vai depender do tamanho da inspiração, que segundo ela, vem da vida, do cotidiano, das pessoas e dos sentimentos. 

- O tema é o que está na minha cabeça naquele momento. Pode ser algo sobre mim, sobre amigos, sobre o que vi na rua, etc. Além de compor, eu escrevo poesias e crônicas, inclusive tenho um blog onde posto algumas coisas que escrevo, e isso ajuda muito no processo de composição. Muitas vezes já tenho algo pronto, escrito, e busco harmonias e melodias que tenham a ver com aquele assunto. Melodias aparecem, às vezes juntos com a harmonia, outras vezes antes. Como disse, não tenho regras, só papel e caneta nas mãos. – Explica Gabi.

TRABALHOS GRAVADOS
Gabi Mello lançou recentemente um single e um clipe da musica “Hoje Eu Só Quero", de sua autoria e produzida por Eduardo Toledo. Ela diz que gostou muito do resultado da música e do clipe e fala que em breve outro single “sai do forno”. A canora e compositora pretende também lançar um EP com quatro ou cinco musicas, que será lançado ainda neste ano, ou no início do ano que vem.

CONTATOS:
Telefones: 31 9398-5307 ou 31 9133-1120 (falar com Cristiano)
Blog de crônicas poesias: www.cronicasgabimello.blogspot.com
Clipe: "Hoje Eu Só Quero": http://www.youtube.com/watch?v=l7bp8kptCLA
*No youtube tem vários vídeos ao vivo também. 

- Olá pessoal! Convido a todos para conferirem meu som, que mistura blues, rock, pop e soul! Ficou curioso?? Acessem o meu Myspace! Espero que gostem! Beijos! - Gabi Mello

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Dia mundial do rock


Hoje é comemorado o dia mundial do rock, mas será que atualmente temos motivos para celebrar essa data? Eu tenho minha duvidas. A cena do rock nacional está estagnada e o que infelizmente vemos é o surgimento de bandinhas que em minha opinião, tocam algo que pode ser qualquer coisa menos rock. Novos segmentos foram surgindo e se agregando ao rock, mesmo “sem pedir licença”. Hardcore sentimental, happy rock, emocore e por ai vai. São estilos que apesar de terem alguns traços do bom e velho rock n roll, no geral, fogem e muito da idéia de rock, seja na temática, na postura ou em outros fatores claramente perceptíveis para quem conhece do assunto. Alguns irão dizer que isso seria uma “evolução” ou adaptação aos novos tempos, eu já penso que isso é fugir do que é rock de verdade, mas essa é apenas minha opinião.

Falando da cena local, aqui em Montes Claros (MG), houve uma efervescência de bandas e de iniciativas em 2009 e 2010, mas infelizmente também acabou caindo na estagnação. Aconteceram vários shows e eventos, houve época em que toda semana tinha rock, às vezes até mais de uma vez por semana em outras ocasiões, dois eventos de rock no mesmo dia. Hoje o que posso observar é que as bandas daqui continuam a produzir, e com qualidade, pois talento é o que não falta nessa cidade, mas falta oportunidade para mostrar o som. Os eventos que antes eram abundantes, hoje praticamente só ocorrem quando os membros das bandas se organizam e eles mesmos produzem os eventos, na raça e na coragem, tirando dinheiro do bolso e mesmo assim sempre aparece alguém da prefeitura para reclamar do volume do som.  

Então, será que temos realmente o que comemorar neste dia mundial do rock? No meu modo de ver, só nos resta celebrar os antigos ídolos e prestigiar os poucos que continuam a fazer e tocar rock de verdade e que não se renderam as modinhas.

Hoje é dia mundial do rock, então se é para comemorar, vamos então valorizar cada vez mais as bandas que ainda tocam rock e tentar fazer com que as cenas local e nacional voltem a ser o que já foram um dia. 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

CONHEÇA ATLANTICA




















Para quem gosta de jogos on line eu recomendo Atlantica, um MMORPG muito interessante que recentemente inaugurou o seu primeiro servidor brasileiro. Eu conheci o jogo de maneira inusitada, vi o link em um “laucher” de outro jogo, achei bacana e acabei baixando para jogar, como na época não havia servidor brasileiro, optei por um que é latino-americano, porem todo em espanhol. Joguei por algum tempo, gostei do jogo, mas pela diferença de idioma, acabei deixando de lado. Depois disso, quando fui procurar sobre o jogo descobri o servidor brasileiro e desde então voltei a jogar.

INTRODUÇÃO
Atlantica têm gráficos muito bons e musicas de fundo e os demais sons muito bem trabalhados, a jogabilidade também é muito boa, com sistemas de auto-movimentação e até mesmo auto-batalha. O grande diferencial desse MMORPG é o sistema de turnos, semelhante ao que se tem em jogos como “Final Fantasy” e “Mario RPG”. Inicialmente você cria um personagem, escolhendo uma das classes disponíveis e pouco depois, no desenrolar do jogo você poderá contratar mercenários para te acompanhar em suas jornadas.

A HISTORIA DO JOGO
O jogo tem como tema principal a civilização perdida de Atlântida, que na historia do jogo, criou uma substancia chamada de “Oriharukon” e devido a isso teve muita prosperidade. Os habitantes de Atlântida se negaram a compartilhar o conhecimento sobre esse material e massacrava quem persistisse.

Quando a matéria prima utilizada para produzir o “Oriharukon” se esgotou, a ganância por mais, fez com os habitantes de Atlântida destruissem quatro grandes civilizações e também passaram a querer conquistar o mundo para conseguir mais matéria prima.

Após perder o controle sobre os poderes vindos do “Oriharukon” os habitantes de Atlântida simplesmente desapareceram, apesar de ainda restar vestígios da substancia tão poderosa e perigosa.

INICIO DO JOGO
Você é um descendente de Atlântida, seguirá um caminho perigoso na busca pelo seu lar ancestral que há muito tempo desapareceu. Seu destino é salvar a humanidade dos efeitos desastrosos do “Oriharukon” numa jornada épica, que te levará pelo mundo enfrentando lendárias e folclóricas criaturas.

SISTEMA DE CLANS
Você pode ser membro de um clã a partir do level 1, basta ser convidado pelo líder. Para criar um clã, você deverá chegar ao level 20 com seu personagem principal. O Clã alem de reunir vários jogadores, te dá a possibilidade de fazer novos amigos. Os clãs podem se tornar administradores de cidades e também se organizar e criar uma nação, que terá um rei ou rainha.

SISTEMA DE CRIAÇÃO (CRAFT)
Existem muitos tipos de possibilidades de criação (craft) no Atlantica, utilizando de variados matérias de produção o jogador poderá construir pequenas arvores, comida, armaduras, balas de canhão, dentre muitas outras coisas, pois são 34 tipos diferentes de criação, cada qual com 100 níveis de aprendizado.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Atlantica é um jogo que ao mesmo tempo é complexo em suas possibilidades e também fácil e divertido de se jogar. O sistema de batalhas por turnos é muito interessante, pois faz com que os jogadores tenham de ter uma estratégia de combate e nem sempre o mais forte vence.

SERVIÇO
Conheça mais sobre o jogo acessando o site oficial http://br.ao.ignitedgames.com/center/default.asp, cadastre-se e faça o download gratuito e venha fazer parte do Atlantica Brasil.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

RESENHA - TIROS EM COLUMBINE



A produção do norte-americano Michael Moore, ganhadora de 36 prêmios internacionais, retrata muito mais do que o incidente ocorrido na escola Columbine na cidade de LitleTon no estado do colorado, onde dois jovens estudantes entraram armados de duas escopetas, uma pistola semi-automática e um rifle de assalto de 9mm e saíram disparando contra tudo e todos, matando 13 alunos e um professor e logo em seguida ambos se mataram.
Tiros em Columbine retrata como foi a fundamentação da cultura armamentista dos E.U.A. e aborda ainda o passado e o presente do preconceito racial no pais. O documentário, trás relevantes entrevistas com informações sobre os eventos que fizeram com que os norte-americanos se tornassem um dos povos mais intolerantes, preconceituosos e odiados do mundo. Com imagens reais, Moore chama atenção por seu sarcasmo e sua ironia que é facilmente percebido nas suas entrevistas e abordagens.
Em resumo, Michael Moore consegue de certo modo dar um “tapa na cara” dos conservadores e dos fanáticos norte-americanos que não conseguem pensar em uma mudança de hábitos e de pensamentos para que possam ter uma convivência pacifico com o resto do mundo e com eles mesmos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA DEDOCHES



Dedoches é uma banda de Bagé (RS), formada em 2009, ano em que gravaram sua primeira música, intitulada "o que eu quero". Os integrantes são Igor Cougo (vocal, violão e harmônica), Bruno Tamboreno (guitarra, violão e vocal), Augusto Maradona (baixo e vocal) e Lisandro Borges (bateria e percussão).  

O INICIO
Bruno conta que em sua infância, ele e Igor já eram amigos e também tinham em comum o interesse precoce pela musica. Após anos tocando apenas por diversão, eles decidiram partir para algo mais concreto, mas segundo Bruno, foi um processo demorado. Durante esse período, tanto Bruno como Igor compuseram algumas letras e melodias e no ano de 2009 eles decidiram começar com o projeto da banda e convidaram Augusto e Lizandro para completar a formação.

- Eu e o Igor somos amigos desde a infância onde tivemos o interesse pela música prematuramente e quase na mesma época. Com isso, tocarmos passou a ser uma diversão por anos, até um ponto em que amadurecemos a idéia de fazer algo mais "sério" que poderia nos dar a chance de mostrar nossas idéias. Esse processo foi muito longo, porém enquanto não era concretizado o Igor sempre compunha algumas letras e músicas e tal, enquanto eu criava alguma coisa e outra. Foi quando em 2009 resolvemos sair da inércia, convidamos o Lisandro que é nosso velho amigo, mas andava sumido e o Augusto que já havia tocado com o Igor em diversos shows e festivais. Aí a coisa fluiu rapidamente e estamos sempre trabalhando nas músicas para podermos lançar um trabalho diferente e interessante a todos. – Afirma Bruno.

O NOME
Perguntado sobre a origem do nome da banda, Bruno responde que foi uma sugestão da sua cunhada. Ele não diz se tem significado ou não e lembra que o nome foi escolhido rapidamente, pois eles iriam se apresentar em um festival e precisavam de um nome.

-O motivo do nome... Talvez porque tínhamos que definitivamente colocar um nome na banda para um festival que participaríamos. Conversa vai, conversa vem, e minha cunhada teve a brilhante (defina como quiser) idéia do Dedoches, a princípio não caiu no gosto de todo mundo, mas ficou. – Explica Bruno.

INFLUÊNCIAS MUSICAIS
De acordo com Bruno, as influências musicais da banda são distintas, indo da bossa nova ao rock in roll, ele diz que inclusive tem uma musica deles que leva o nome "Bolero Brega e Rock in roll" que fala dessa variação nos estilos.

- Temos fortes vertentes do jazz, samba e até mesmo do tradicionalismo gaúcho, porém focalizamos tudo mais para um plano folk. Se fosse para definir nosso som, definiríamos como universal, qualquer pessoa pode ouvir sem pregar aquele rótulo musical, é a vantagem da nossa mistura. – Diz Bruno.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
Segundo Bruno, Igor é o principal responsável pelas composições, mas diz que todos os integrantes têm a oportunidade de compor e opinar no trabalho do outro sem haver problemas. Ele ressalta que isso só é possível por todos serem amigos há muito tempo e por estarem trabalhando sério pela qualidade musical da banda.

- O Igor é quem mais compõe, ele está sempre com alguma novidade, mas também todos têm oportunidade de compor e de opinar um no trabalho do outro sem haver atritos. Acredito que a inspiração para compor vem das coisas mais comuns que se passam como nada aos nossos olhos, porque ali estão as verdadeiras belezas e poesias. – Conta bruno.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Dedoches tem algumas musicas que estão disponíveis na internet. A intenção segundo Bruno, e de lançar um CD completo até o segundo semestre de 2011.

CONTATOS
Telefones: (53) 8409 4176 / (53) 9942 1676
Vídeos no youtube:

- Se vocês querem conhecer algo diferente do que anda acontecendo, feito por pessoas que prezam a qualidade, procurando harmonizar de um jeito bem interessante que quando ouvires saberás quem está tocando. Temos muito mais a oferecer, porém quem motiva o nosso trabalho são os que nos ouvem. Acredito que o passar do tempo só vai nos lapidar para fazer algo de maior qualidade. Acessem nosso myspace, temos algumas versões demos, pretendemos regravá-las algumas delas e adicionar mais outras em um único trabalho com a cara da banda. – Bruno Tamboreno, guitarra, violão e vocal da banda Dedoches.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA ALPATROSS

A banda Alpatross é de Itapecerica da Serra (SP), foi formada no ano de 2009 e é composta por Santo de Jonge (guitarra, violão e vocal), Gustavo Gonzalez (violão e backing vocal), Eber Teago (contra baixo e backing vocal), Roberto Matheus (teclado e backing vocal) e Sergio Rodrigues (bateria).

O INICIO
Tudo se iniciou com os dois amigos “de Jonge” e Gonzalez, eles faziam parte de outra banda, e quando esta terminou, eles decidiram não parar de produzir e tocar suas próprias musicas.

- No começo a aceitação de músicas próprias foi a maior dificuldade que tivemos, porém com o tempo o Alpatross consolidou seu posicionamento no cenário do Rock como uma banda expoente de um estilo próprio e inconfundível, que hoje toca em mais de 20 rádios do país e fora dele. – Conta Santo de Jonge.

O NOME
Segundo “de Jonge”, o nome Alpatross foi inspirado na ave baseado na ave Albatroz, porem, quando ele foi sugerir o nome, acreditou que o correto era Alpatros. A banda decidiu que este era um nome que soava bem e era diferente. Então, eles acrescentaram mais um “S” na grafia para dar uma maior ênfase e assim ficou Alpatross.

INFLUÊNCIAS
“Santo de Jonge” diz que a intenção da banda é sempre tentar diversificar os ritmos que tocam, com diferentes influências, mas segundo ele sempre respeitando os preceitos do rock. Como principais influências ele cita Guns N' Roses, Lynyrd Skynyrd, Led Zeppelin e Pink Floyd.

- Nosso processo de criação varia muito, sentamos e começamos tocar coisas que aparentemente não tem sentido, aí as melodias vão saindo. A letra pode vir na mente assim como as melodias, ou pode vir de um tema, ou uma idéia de fazer uma música estilo funk, flamenco ou outro ritmo qualquer, sempre sem deixar o rock de fora. A inspiração vem na maioria das vezes vêm de reflexões sobre coisas que acontecem no nosso cotidiano, as relações interpessoais e da sociedade. – Afirma “de Jonge”.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Alpatross tem um single intitulado “Two Sides” com cinco músicas. De acordo com “de Jonge”, eles divulgaram esse material principalmente pela internet e também em rádios, tendo inclusive algumas musicas sendo tocadas em algumas dessas emissoras. A banda pretende gravar o primeiro videoclipe, da música “Two Sides of Heart”, que é a “música de trabalho” do single.

CONTATOS
Telefone: (11) 9382-5325

- Convidamos todos a conhecerem nosso trabalho, ouvir nossas músicas e acompanhar as novidades por meio das nossas mídias sociais. – “Santo de Jonge”, guitarra, violão e vocal da banda Alpatross.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA ANONYMOUS




A banda Anonymous é um projeto dos irmãos gêmeos Marcel e Diego Bonfim, que são de Montes Claros (MG), mas residem em Belo Horizonte (MG) há sete anos. A idéia surgiu em 1999, e após algumas formações, os irmãos decidiram que iriam gravar todos os instrumentos e ter uma banda completa somente em shows. Nas gravações Diego está gravando o vocal, a guitarra e o contrabaixo, Marcel é responsável pela bateria.

- O Anonymous já teve vários integrantes, inclusive, alguns amigos que já tocaram na banda estão atualmente em outros projetos. Depois de passarmos por várias formações, e de fato ter surgido a idéia de começar a compor, fazer arranjos juntos, e até por questões filosóficas (em termos de composições e atitude) decidimos que seria melhor e mais produtivo que apenas nós dois ficássemos responsáveis pela parte da criação. Acho que ficou difícil envolver outras pessoas na produção e na criação, sendo que na verdade o nosso 1º EP (“Todos jogam contra nós”) trata de histórias que vivemos, traduz coisas muito íntimas da nossa vida, que ficariam difíceis de serem trabalhadas por outras pessoas que não tiveram a mesma experiência que tivemos. Por isso optamos por ser uma banda liderada somente por nós dois, e assim gravando e criando tudo e nos shows tocando com músicos acompanhantes. – Explica Diego.

O INICIO
Marcel conta que tudo começou literalmente no quintal da casa deles, quando ganharam seus primeiros instrumentos. Inicialmente eles chamaram colegas de escola e amigos para então formar a banda, que na época tinha cinco integrantes. O tempo foi passando e a banda teve várias formações, até que Marcel e Diego optaram por voltar a idéia inicial, que de ter um projeto só dos dois. Em 2003 eles foram aprovados no vestibular e se mudaram para Belo Horizonte.

- Começamos no quintal da nossa casa em Montes Claros, no ano de 1999. Naquela época ganhamos dos nossos pais instrumentos musicais como contrabaixo, bateria, caixas amplificadas, microfones, guitarra. Não eram instrumentos profissionais, mas dava para fazer um som bacana. Com o passar do tempo o Anonymous teve várias modificações que por fim resultou na volta da formação primordial, somente nós dois. Em 2003 passamos no vestibular para comunicação social, e aí mudamos para Belo Horizonte (MG). A partir daí, pensamos em mudar nosso foco. Começamos a pensar em um projeto bem maior do que tudo que já havíamos feito, não importando com o tempo que levasse para ser executado. Então vendemos todo nosso equipamento antigo e montamos uma nova estrutura, bem mais profissional. Demorou um pouco, mas fomos muito pacientes. – Ressalta Marcel.

- O próximo passo seria gravar as nossas musicas. Assim, através de amigos e conhecidos da cena musical de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, fomos indicados e apresentados aos atuais produtores do nosso EP: Diego M. e Tuta que tiveram uma grande receptividade com o nosso projeto. Eles gostaram muito das nossas musicas. Ficaram muito empolgados em nos produzir. Além disso, gostamos do jeito como eles trabalham, são muito profissionais e extremamente criativos. – Afirma Diego.

O NOME
Perguntados sobre o motivo do nome, os irmãos respondem que Anonymous surgiu quando foram se apresentar pela primeira vez, e na época ainda não haviam pensado em um nome para a banda. Após serem questionados várias vezes pelo produtor do evento, o nome Anonymous acabou surgindo.   

- O nome Anonymous vem de uma história interessante. No começo não tínhamos nenhuma idéia sobre qual nome iríamos dar para a banda. Alguns dias antes do nosso primeiro show (um evento realizado no Colégio Imaculada Conceição), o produtor nos ligou pedindo o nome com o objetivo de produzir o material para divulgação, então dissemos que ainda não tínhamos nada em mente. Depois de muita conversa o promotor do evento se cansou e disse que como ainda não éramos conhecidos, não haveria problema em sair do anonimato com um nome que não fosse tão expressivo. Logo após o comentário veio aquele estalo, pronto, iríamos ser Anonymous. Acho que fomos bem irônicos, já que a ironia é um instrumento literário ou retórico que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa, deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos, já sabíamos que o nome certamente iria provocar um certo sentido literal na cabeça das pessoas. – Conta Diego.

Sobre o nome do primeiro EP da banda “Todos jogam contra nós”, Marcel fala que foi algo inspirado em uma situação ocorrida em uma escola técnica de Montes Claros (MG) e também em um trecho da obra “Leviatã” do autor inglês Thomas Hobbes.

- O nome do nosso 1º EP “Todos jogam contra nós”, também é o nome de uma música que fará parte do primeiro álbum. A canção remonta fatos ocorridos em tempos de segundo grau no antigo colégio ETFG - SEBRAE. Eu tive minha matrícula barrada pela diretora do colégio.  A mesma alegou que eu não possuía perfil adequado para terminar meus estudos, gerando impasses judiciais, e por fim eu consegui uma vitória jurídica. Por conseguinte a grande inspiração para muitas músicas desse álbum veio da seguinte teoria de Thomas Hobbes, que na obra Leviatã explanou:
No estado natural, enquanto que alguns homens possam ser mais fortes ou mais inteligentes do que outros, nenhum se ergue tão acima dos demais por forma a estar além do medo de que outro homem lhe possa fazer mal. Por isso, cada um de nós tem direito a tudo, e uma vez que todas as coisas são escassas, existe uma constante guerra de “Todos contra todos” (Bellum omnia omnes). Daí o nome “Todos jogam contra nós”. – Explica Marcel.

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS
Diego e Marcel citam vários nomes como suas principais influencias musicais, são eles Blink-182, No doubt, Paralamas do sucesso, Titãs, Lobão, Green Day, Offspring, Arctic Monkeys, Weezer, Sum 41, Box car racer, The police, Goldfinger e Sublime.

ESTILO MUSICAL
Eles explicam que a idéia inicial era tocar punk rock reggae e ska, porem, perceberam que suas influências abrangiam mais sons, e por isso buscaram misturar todos os gêneros que gostam, com intenção de criar o seu estilo próprio, com a cara dos dois.

- As melodias são criadas no violão ou na guitarra. Ás vezes a criação parte até de um batuque. Mas geralmente costumamos tocar assistindo TV, mexendo no computador, escutando musicas, no banheiro (rs), na rua. E aí sempre brincando, de forma natural costumamos criar boas melodias. Quando acho que fizemos algo interessante, pegamos uma maquina e filmamos, com o objetivo de guardar a idéia. As letras surgem de forma mais planejada. Temos um caderno onde costumamos escrever coisas que achamos interessantes, observações da vida alheia, coisas das nossas vidas, experiências ruins e boas, teorias sobre assuntos extraordinários, escrevemos também sobre sentimentos. – Diz Diego.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Anonymous está gravando seu primeiro EP “Todos jogam contra nós”
no EME estúdio, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, com os produtores Diogo M. e Tuta que já assinaram trabalhos para artistas como o Strike, Biquini Cavadão, Glória, Pitty, além de prestar serviços para empresas como Universal Music, Deck Disc, Sony/BMG e EMI.

- O processo está sendo feito por etapas. Esse mês no estúdio estamos trabalhando os timbres e texturas dos instrumentos que serão usadas nas musicas, e em janeiro cumpriremos as etapas de gravação e mixagem. A masterização será feita no começo de fevereiro. Em breve disponibilizaremos um making off contendo todo o processo de gravação do EP – Afirma Diego.

CONTATOS
Telefones: Diego Bonfim (31) 8547-2273 - Marcel Bonfim (31) 9663-2544
Site: www.anonymourock.com.br (em breve)
         
- Galera, Em breve estaremos com o nosso novo site no ar, juntamente com nosso Myspace, lançando o nosso primeiro EP “Todos jogam contra nós”. Gostaríamos de convidar todos para visitar o nosso canal no youtube, para prestigiar um pouco da prévia do EP em versão acústica, e entrar nas nossas comunidades do Orkut e facebook, e também nos seguir no twitter!- Marcel e Diego, banda Anonymous.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FESTIVAL PALCO ITÁLIA ITINERANTE EM MONTES CLAROS













Será realizado em Montes Claros (MG) o Festival Palco Itália Itinerante com a apresentação do Gruppo Amarcord - Cia. Italiana de Teatro e Ópera. O festival é produzido pela Associação Ponte entre Culturas-MG, em parceria com a Associação Cultural Ítalo-Brasileira (ACIBRA/MG).

Alem de Montes Claros, Bocaiúva, Várzea da Palma e Buritizeiro também terão apresentações, marcando o encerramento da turnê que passou por quatro estados brasileiros.

De acordo com a produção do espetáculo, as apresentações serão gratuitas e terão uma hora e meia de duração. Nesse tempo são apresentadas várias óperas famosas e canções da tradição popular, interpretadas por cantores e músicos italianos profissionais, com a direção de Claudio Mattioli.

APOIO
O Festival Palco Itália Itinerante 2010 conta com o patrocínio da Associação Emilia Romagna de Minas Gerais, Caixa Econômica Federal, Edison, FIAT Automóveis S/A, Ibiritermo, OMR Componentes Automotivos Ltda e da Rima Industrial S/A.

O festival tem como parceiros as prefeituras municipais das localidades envolvidas no projeto, o Instituto Italiano di Cultura – São Paulo, Instituto Italiano di Cultura – Rio de Janeiro, ACRESB - Associação Comunitária da Região Sudoeste de Barbacena, AFEPOL - Associação Festa da Polenta - Venda Nova do Imigrante, Clube Recreativo Venda Nova, Associação Emiliano Romagnola Bandeirante Salto- Itu, Associação Vêneta Bairro da Conceição – Machado, APRAFAC Associação de Produtores Rurais e Agricultura Familiar das Colônias - São João del Rei/MG, SJDR Capital Brasileira da Cultura para Sempre, Vilma Alimentos, Associação Cultura em Evolução – Santa Luzia, AMACIG – Associação dos Moradores e Amigos da Colônia do Giarola, Casa D'Italia Anita Garibaldi de Petrópolis, Patronato INCA – CGIL, Atitude Cultural Projetos Sócio-culturais e LSM Brasil.

Alem do apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e do apoio Institucional da Embaixada da Itália no Brasil, do Consulado da Itália em Belo Horizonte, Consulta dell'emigrazione Regione Emilia Romagna e Comitato degli Italiani all’Estero – COMITES

SERVIÇO
A apresentação em Montes Claros (MG) acontecerá no dia 16/09/2010 a partir das
20:00 na Praça de Esportes com entrada será gratuita. 

Para mais informações acesse www.festivalpalcoitalia.com.br ou entre em contato com a assessoria de imprensa: Martha Toffolo (31) 3221-6959 / 8745-6959 - marthatoffolo@gmail.com ou com a produção local (Montes Claros) do evento: Janaína Ferreira (38)9903-2143 /9160-9934 - ghambiarra@yahoo.com.br.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O UNIVERSO – TEXTO OPINATIVO

Eu sempre tive muita curiosidade em relação ao universo, e sendo assim, toda oportunidade que tive de saber um pouco mais sobre o assunto eu aproveitei. Já li revistas, vi filmes e principalmente documentários em diversos canais da televisão aberta e fechada.

Como eu ainda tenho muita curiosidade, continuo lendo e assistindo, e apesar de gostar muito de saber sobre o assunto há certas afirmações que eu não consigo compreender. Para começar, os nossos telescópios e satélites, por mais poderosos que sejam, tiram “fotos” se assim posso dizer, de muito longe e alem disso, o universo não está estático, como se estivesse posando para a foto, está em movimento. Imagine então, a foto de uma corrida de formula 1 tirada a kilometros de distancia, se for possível ver algo, veremos só borrões, e da mesma maneira o universo.

 Por isso, eu não compreendo como os cientistas e especialistas no assunto podem afirmar tantas coisas, baseados numa foto tirada de muito longe e que provavelmente captou um quadro do universo que esta se movendo. Em minha opinião, essa é a mesma perspectiva que uma bactéria teria se fosse analisar o nosso planeta do ponto de vista dela.

Outra questão que sempre me chama a atenção é o fato de que sempre se baseiam em coisas que acontecem na Terra para tentar explicar fenômenos do universo e de outros planetas. Quando há uma busca por planetas que possam conter vida, sempre procuram formas de vida semelhantes a nossa, que necessite de água e oxigênio para sobreviver, o que no meu modo de ver, é algo extremamente arrogante, pois se na Terra existem seres vivos em locais que antes eram considerados impossíveis, porque no universo também não pode ocorrer o mesmo?

Há muito tempo atrás, acreditávamos que a Terra era o centro do universo, e hoje sabemos que nosso planeta é uma gota de água dentro de um oceano. Muitos afirmam que a vida necessita obrigatoriamente de água, como se ela fosse o “centro da vida”. Talvez daqui alguns anos vão descobrir que a vida pode existir de tantas maneiras, que provavelmente nunca conseguiremos compreender por completo. Pois afinal de contas, não passamos de bactérias em relação ao universo e sua grandiosidade.

  

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA HEADFONES


A Headfones foi formada no final de 2006 em Salvador (BA), inicialmente como um projeto que tinha apenas bateria e guitarra. Após algum tempo, se firmaram como banda e chamaram um baixista. A formação da Headfones tem André Dias na guitarra e vocal, Arilson Reis na Bateria e Igor Sena no baixo e vocal.

– A história da Headfones está diretamente ligada ao fim de minha antiga banda a Pagu. Foi lá que eu conheci o Arilson, a banda era tão surreal que minha primeira conversa mais descontraída com Arilson só aconteceu após três anos de banda. E foi justamente nessa conversa (novembro de 2006) que descobrimos gostos musicais parecidos e então veio a idéia de montarmos um projeto paralelo somente com guitarra e bateria para tocar covers das bandas que a gente curtia. Após o fim da Pagu (abril de 2007) a gente resolveu aproveitar algumas de minhas composições que ficaram "órfãs de banda", foi aí que surgiu a necessidade de um baixo e Igor, que já havia tocado comigo em outros projetos, se juntou à nós e partimos para batalha. A nossa maior dificuldade foi a mesma da maioria das bandas de rock aqui Salvador, o déficit de casas de show e bares que acolham o cenário independente soteropolitano. Tem sido bastante difícil achar locais para tocar sem entrar no esquema de algumas produtoras de show daqui que exigem que as bandas vendam ingressos, se não nada de tocar. Atualmente existem muitas bandas excelentes em Salvador que estão paradas devido a essas dificuldades. – Afirma o vocalista e guitarrista André Dias.

O NOME
André ressalta que escolher um nome é uma das partes mais difíceis em se criar uma banda. Segundo ele, no inicio a Headfones se chamava Mosaico, mas por já haver uma banda com esse nome e por ter um programa de TV também homônimo, decidiram por procurar outro nome. Após alguns dias pensando em algo o baterista Arilson sugeriu Headfones e eles gostaram da idéia.

- Já existia uma banda chamada Mosaico e surgiu um programa de TV aqui na cidade com esse nome. Então passamos muitos dias martelando um nome novo e no meio de um desses debates Arilson sugeriu o nome Headphones (sim, com ph). Ficou assim e na mesma noite que escolhemos o nome nosso caro baixista escreveu com "f". Ficou mais bonito visualmente e facilitou bastante na criação do Logotipo. – Conta André.

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS
De acordo com seus integrantes, a banda Headfones tem variadas influencias musicais. O guitarrista e vocalista André Dias cita nomes como Jimi Hendrix, Queens of the stone age, Jeff Buckley, Foo Fighters, Ed Motta, Gilberto Gil, Los Hermanos, Gram, Retrofoguetes e Mutantes. Já o baterista Arilson escuta muito Charlie Brown jr, Red Hot Chili Peppers, Rumbora, Slipknot e Deftones. O baixista Igor Sena diz que é mais voltado para a MPB e suas principais influências são Nando Reis, Moska, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Cazuza, Los Hermanos, Gram e Jeff Buckley.

- Já que  existe essa grande tendência de se buscar um estilo padrão para as bandas, chegamos à conclusão de que fazemos rock alternativo. Ele nos dá a liberdade de navegar por outras nuances do próprio rock e flertar com esse ou aquele estilo de música sem "trair" o movimento. É extremamente sedutor experimentar fusões de estilo, nos dá a oportunidade de criar uma musicalidade autentica e diversificada. – Explica André Dias.


PROCESSO DE CRIAÇÃO
André conta que o processo de criação da banda é bem simples, geralmente ele compõe as músicas e grava algumas demos em seu home studio. Feito isso, ele passa essa demo para os demais integrantes e após eles escutarem e selecionarem as melhores, eles vão para o estúdio trabalhar nas versões definitivas.

- A inspiração vem de qualquer coisa, de um filme qualquer, de uma desilusão amorosa, de crises existenciais de um novo amor, enfim, a inspiração é uma coisa que depende muito do momento que se atravessa. Se fosse para escolher um tema principal, teriam que ser dois. O amor e as relações interpessoais. Porque no final tudo gira em torno desses dois mesmo que de forma indireta. – Diz André.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Headfones tem três trabalhos gravados, uma demo gravada na casa do André em 2008, um áudio extraído de um show de 2009 e um Ep gravado em fevereiro de 2010. André conta que a partir de outubro eles começam as gravações do seu primeiro disco completo.

AGENDA
11/09/2010 - Galeria Music Bar – Salvador (BA).

CONTATOS 
Telefone: (71) 8833 -1120
                     http://www.4shared.com/dir/36044166/a9307b5b/sharing.html 

- Se você procura uma banda que passeia sem apegos aos diversos estilos do nosso amado rock and roll, que tentam, em suas letras, traduzir o cotidiano da forma mais perceptível possível, então pode apreciar a Headfones sem moderação alguma. - André Dias, vocalista e guitarrista da banda Headfones. 

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