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domingo, 23 de agosto de 2009

O QUE FAZER? - Texto opinativo



Eu pensei muito, e percebi que me faltam palavras para expressar a minha indignação, que pode ser dividida, uma parte para os “dinossauros” que fazem parte da política brasileira, outra para os capachos que só segue as ordens destes primeiros citados e também de grande parte da população, que não aprende nunca e talvez por comodismo já nem se importe mais, e aceita muito facilmente as coisas.


É triste, mas temos que admitir que o Brasil chegou em um ponto que todo o “sistema” já está corrompido, tudo de certo modo esta ligado por falcatruas, corrupções e desmandos, como uma grande teia de corrupção.


Quem deveria representar o povo, só representa a si próprio e aos interesses dos seus grupos. Quem deveria fiscalizar esses representantes, como por exemplo, Conselhos de “Etica” fazem vista grossa e nunca punem ninguém, por maior que seja o escândalo e mesmo que toda a mídia e uma parte da população - pois ainda restam aqueles que ao menos se indignam mesmo sem poder fazer nada, já que a maioria da população parece simplesmente ignorar os corruptos na hora de votar -.


Nesse momento eu me pergunto o que deveria ser feito? Já que essa corja que comanda o Brasil não vai “largar a teta”, e mesmo esperando que os infelizes morram de velhice (já que grande parte nasceu como político e vai morrer assim), eles sempre têm algum filho, sobrinho, primo ou qualquer parente, que por sinal já deve fazer parte de algum esquema, e irá continuar com as falcatruas cometidas pelo seu antecessor. Alem disso, na hora que poderíamos mudar tudo, na eleição, nada acontece, mesmo quando mesmo quando colocamos no poder pessoas que até serem eleitas eram tidas como exemplo de honestidade.


Talvez eu seja um pouco radical demais, mas acredito que enquanto não houver uma grande uma “revolução” geral, em todos os aspectos do poder, nada irá mudar. Como já diziam os primeiros anarquistas do mundo; “destruir para reconstruir melhor”. Talvez essa seja a nossa solução, ou como disse, talvez eu seja um pouco radical demais, sei lá...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

ESCÂNDALOS DO DIA A DIA - TEXTO OPINATIVO



É incrível como no Brasil nós, reles cidadãos já nos acostumamos a ver escândalos diários, que sempre acontecem dentro da esfera que é composta justamente por quem deveria dar exemplo; os nossos queridos e amados representantes, vereadores, deputados, prefeitos, senadores, presidentes e também quem é selecionado por estes, para fiscalizar tudo, os senhores ministros, juízes promotores e etc.

Eu posso estar enganado, mas quase todos os dias é possível ver, ler ou ouvir em algum meio de comunicação, alguma noticia que relata algum ato corrupto, omisso ou “malandro” de algum político. Mesmo quando não se trata de “grandes roubos” - porque tudo isso em minha opinião não deixa de ser um assalto ao nosso dinheiro de contribuinte, a diferença é que esses senhores usam ternos e não armas – sempre tem alguma noticia nem que seja de um assessor ou funcionário de algum político ou coisa do tipo que roubou algo no supermercado, mas todos os dias, se for conferir você vai encontrar alguma corrupção, falcatrua ou safadeza mesmo, que foi feita por estes indivíduos que deveriam dar o exemplo.

São mensalões, caixas 2, caixa 2 do caixa 2, é sanguessuga, é passagem de avião de graça, fora a tradicional propina e os desvios de verba que rola por debaixo dos panos para manipular as votações, mas que a gente nunca fica sabendo, e tantas outras coisas que erroneamente nós acabamos acostumando a aceitar, e alguns já nem se importam ou se indignam mais.

Depois de tudo isso, os excelentíssimos políticos ainda questionam a mídia, dizendo que a culpa da má fama deles é da imprensa. É uma coisa bem simples, se eles não querem que a imprensa fale sobre escândalos, corrupções, falcatruas e desvios e coisas do tipo, basta que eles não comentam tais ações, assim a mídia não terá como falar que eles são corruptos e desonestos. Fácil não é?

sábado, 25 de abril de 2009

CARTA AOS REPUBLICANOS DESCONFEDERADOS - UMA VISÃO DO BRASIL MUSICAL - Texto opinativo


Normalmente, no meu blog eu só tenho postado textos e matérias que eu fiz, porem hoje abrirei uma exceção para esse texto, que foi escrito pelo DigóesX, baixista da banda Mobiê, de João Pessoa (PB). Eu achei o texto muito interessante, com um assunto bem pertinente e então decidi publica-lo.


CARTA AOS REPUBLICANOS DESCONFEDERADOS - UMA VISÃO DO BRASIL MUSICAL

Texto escrito por DigóesX (digoesx@hotmail.com)

Ave tu ouvinte do irracional! Em um Carnaval de rumores há música para meus ouvidos.

Olá como estão? Espero que muitíssimo bem e bem continuem quando nossos caminhos separarem-se, não que tenha que ser para hoje ou para amanhã, mas que venha quando lhe for apraz não é verdade. É preciso falar-lhes um pouco o quanto cansa estar a par de tantas injustiças e não que vocês tenham que resolver, porém que apenas saibam que: Tão cansado estou, um misto de Atlas e Sísifo, não um cansaço físico ou mental, mas espiritual. Esta vida que até agora empreendi como músico (para os comuns) ou até mesmo tocador (como preferem os formados) é algo tão ilógico quanto é lutar para se formar na universidade, mas é uma vida de percalços, literalmente uma ida ao consultório, esta é a vida de músico.

O que faz movimentar o rock no Brasil na verdade:? O underground? O inconsciente de ser um ídolo? O público? O desejo de hipnotizar o público feito Jim Morrison; de ser o eterno comedor de morcegos; de ser perseguido por multidões como os Beatles? Será que, o que faz sobreviver é tão somente uma incoerência entre o desconhecido e o reconhecido, onde por décadas esse tal de „rockeiro foi um elemento aportuguesado como o que trazia a alcunha de inimigo público, um indivíduo desconhecido dos pais pelo o que fazia na calada da noite, mas bem reconhecido pela polícia como elemento anti-político? (Porque acredito que misturaram por falta de conhecimento o mainstream norte-americano porra-loca de visual punk com os punks?).

Será que o fim de uma geração plural e „ativista (não importa quais grupos) gerou a visualização e uma corrida para um mainstream louco e sem noção baseado no imaginário popular de como é ser uma banda gringa e que precisando preencher essa mesma lacuna era preciso antes de qualquer coisa esquecer-se do Tropicalismo e da MPB para correr atrás de ser um blink182 da vida? Será que a ascensão e queda dos ritmos que embalaram os anos dourados e que hoje é trilha de universitários abriram fendas na represa Roosevelt do antiamericanismo nacional/cultural inundando de forma MTVística os pensamentos Jackssianos dos novos rockeiros de que tudo vale a pena se a alma é estreita e chapada? O que se percebe é que a fonte da qual bebemos hoje é de água de torneira e como sempre estamos perseguindo um mito do qual não pertenceremos e que por incrível que pareça possuímos inclinação natural, porém a nossa maneira, mas como bem se fala: “A grama do vizinho é sempre mais verde”.

Foi urubuservando a situação das bandas de rock no Brasil, de muito tempo, que resolvi escrever e tanto foi que me veio de tanto me questionar que realmente duas frases para mim se tornaram reais e inretaliáveis acerca da realidade rockeira do Brasil em toda a sua extrema-unção social: "A juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes." (Engenheiros do Hawaii) e "O rock brasileiro é uma farsa comercial!" (R.D.P); questões que refleti bastante e outra destas é a relação da internet como meio de divulgação e foi algo bem Freudiano me perguntar depois de horas à frente do PC o que faria e o que farei diante de tão inóspita vida conjugal? Fui a esta novidade virtual “o myspace”, pois o Orkut está „morrendo e fiquei lá, saltando de página em página e muitas questões me vieram.

1º> Porque um país tão grande de contrastes extremos de sentido musical tão amplo como é o Brasil, só possui uma meia dúzia de bandas no mainstream e esta promoção em especial só coincide com a mídia televisionada e fora dela parece que nada existe?

2º> Será que esse mesmo underground endeusado está se tornando a catapulta para um mainstream pré-mainstream? Existirão dois subterrâneos da música na música?

3º> Porque sempre as tendências da moda musical ou da música da moda, diga-se de passagem, internacional importada para o Brasil, deixam rastros que em muitos casos só servem de rastro? Será que nosso rocknroll é sempre ultrapassado e por isso nunca acertamos no ponto ou quando chegamos a gravar e divulgar demorou tanto que não percebemos o tempo passar?

4º>Porque não amparamos mais outras Legiões Urbanas? Cazuzas? Sepulturas? planet hemps? Engenheiro do Hawai? Raimundos (como ressalvas pessoais)? Será que grupos ou cantores dos mais diversos e espontâneos só existem na MTV ou no Raul Gil? Será que estamos procurando de forma errônea os mitos ou criar os mitos de forma errônea?

5º> O que então é esse país carnavalesco que dinamiza tudo que absorve e que defende o fútil com garras cristãs de jesuíta catequista?

Não se trata aqui de defender o rock como algo benéfico, pois ele não é, mas apenas de liberar a passagem para que seus adeptos possam viver do que criam assim como os demais gêneros. Este gênero por mais que esteja arraigado em nossos dia-a-dia urbanos não é o nosso ritmo base da nossa sociedade visceral e é percebido que a nossa música popular é a nossa música herdada das miscigenações. Os muitos americanizados aqui (já que latinos somos nós) por não possuírem uma formação esclarecida e aceitação do seu meio social acabam por se confrontar com costumes musicais bem caseiros e isto não vos agrada por não combinar com seu tom de pele, mas isto também é outro truque do qual não iremos querer discutir aqui e sim qual o sentido do rock ser domesticado sabendo que o rock do Brasil não passa de um Padrão Estético Radical Juvenil o que é uma falha onde quem defende este tipo de questão não passa de um frustrado mesmo que tenhamos uns 60% de amadores; vejamos que há duas formas avaliadas como o êxtase do ouvinte em relação ao rock: O estilo GLAMouroso de se ter uma banda de rock; o estilo HEADBANGER de viver no rock; o estilo PUNK de se envolver com as coisas do rock e em todos os citados o que os brasileiros mais com admiração procuram é a velha máxima do SEXO, DROGAS e ROCKNROLL.

Será que este desmerecimento musical se encontra mais por não termos algo de concreto no Brasil em relação a um ATIVISMO o que é marca noutros lugares, pois os jovens daqui muitos só entendem de Carpe Diem uma similitude do sexo, drogas e rocknroll? O jovem também não deixaria de ser um ATIVISTA/politizado por motivos de crendices religiosas onde o medo de morrer e ir para o inferno é mais cruel do que passar fome em vida e ter sua família destruída por corruptos? Bem, inúmeras questões e poucas respostas, mas o fato é que: sem o capitalismo o rock mainstream não vive, pensem nisso. Há necessidade de ser ATIVISTA para ser do rock?

Com a queda das gravadoras e ascensão da internet não melhoramos tanto assim, ainda estamos escassos e em dívida com a musicalidade brasileira de Norte a Sul, de Leste a Oeste e sem ser esta que a TV endeusa e propaga. Há uma lacuna gigantesca em relação à divulgação/público e essa redução mal aplicada do mainstream no underground está se tornando uma nova hipocrisia virtual formando novos conglomerados „S/A prontos a ganharem dinheiro com as bandas e de bandas prontas a se destacarem para a mídia televisiva tudo ao sabor da moda do verão; então te pergunto quando é que você chama uma banda de underground? E ridiculariza outra por ser do mainstream? Se no Brasil já existe uma linha tênue entre a fama e a lama?

Acordem ouvintes! Ainda dormimos nesta harmonia moderna de duvidar da capacidade dos outros membros desta sinfonia social a que chamamos Brasil e que sempre deixa por pender-se
nesta balança do status social pelo peso do ouro de ser reconhecidos. Manifestações sarcásticas como esta adentram como convencedores militares em nossas mentes verdes politicamente para apenas espalhar o terror das superioridades regionais. A todos lembro que: “Quem vê o futuro na verdade está vislumbrando o presente”, pois os inúmeros contratantes desta sociedade vivem na verdade é em um passado sem futuro.

Para tentarmos começar a entender alguns dos problemas que vamos criando por região e empurrando com a barriga é bom lembrarem de que o Brasil nunca se recuperou da sua má gestão nesta questão intercontinental de que somos socialmente constituídos (intercontinental no sentido de nada sabermos e nada fazemos para saber o que há dentro do Brasil de dimensões continentais), os Estados em sua maioria não possuem um formato viário de movimentação de seus cidadãos e imagine isso em relação às suas construções culturais, esta falha persiste até hoje em inúmeros locais que possuem um tato social criativo e cosmopolita e outras menores que são satélites seus nem se quer são vistos.

Uma das características desta desorganização está na manipulação dos Estados competentes para o bem estar social fazendo com que muitas localidades reduzam-se a ilhotas culturais aonde com muita luta podem ser vistos alguns seres sociais conseguindo ultrapassar estes vales da incomunicabilidade? Se não fosse a ascensão da tecnologia de comunicação estaríamos cada vez mais separados, porém jamais incomunicáveis.

A música flui por nossos corpos e suamos nossa musicalidade com hits passageiros e populistas, pois nossas vidas estão cada vez mais como os “ficas” e vão ficando os esdrúxulos com aquilo que mais fácil aparenta e vamos formando poças musicais para outros beberem do nosso dia-a-dia sonoterápico. Fazemos música só não temos logística para vendê-las e as gravadoras com seus interpretes e suas bandas desconhecidas mais serviram para nos manter fora do comércio musical mundial (uma trama?) e produtores Brasil a fora defecando idiotices musicais quase plágios daquilo que mais vendeu, fingindo entender de mercado vendendo mesmices e mediocridades rarefeitas esse é o Brasil Dantesco de hoje e sempre.

Então você se pergunta: O que é que tudo isso tem haver com a música e Eu?
a) Os velhos padrões mudaram. Tudo então pode ser refeito, mas a mediocridade musical só tende a piora.
b) A tecnologia facilita. Todos vocês podem ser vistos e ouvidos, mas só uma minoria te aceitará.
c) Tudo é música no mundo. Todos os sons e instrumentos são válidos, mas só uma minoria é confiável para criar.
d) Você pode ser seu próprio agente. Todos poderão tocar por aí, Mas o jabá jamais morrerá e a logística ainda será uma barreira entre você e os ouvintes.

Bem as questões estão aí e o princípio das conclusões também, leia, reflita e veja o que você pode fazer pelos demais!


NOME DO AUTOR DO TEXTO: José de Góes Silva Júnior (Góes com os amigos e DigóesX na música)
Toca desde 1998.
Cursos: Técnico em música pelo CEFET-PB (atual IFPB) atualmente fazendo 5º periodo do curso de Arquivologia bach.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

TV BRASILEIRA – Texto opinativo




Os canais abertos da Televisão Brasileira, precisam se renovar, com algumas raras exceções, a maioria dos programas, filmes, desenhos e series ou são de 1900 e borrachinha e a imagem inclusive já esta mais clara, de tanto que foi exibido, ou então são a cópia descarada de algum outro.


A própria programação necessitava ser revista, em quase todos os canais vemos o mesmo padrão, desenhos na parte da manhã, filmes ruins e programas tão ruins quanto os filmes na parte da tarde e jornais, novelas e programas um pouco mais idiotas na parte da noite.


Alguns canais conseguem superar o limite do impensável, colocando de volta no ar programas que NÃO fizeram sucesso no passado, como se as pessoas de hoje em dia fossem gostar, vide o homem do baú.


O seriado Chaves e o desenho Pica-Pau, por exemplo, já foram exibidos para varias gerações de crianças, e até hoje continuam sendo exibidos. Recentemente eu vi anunciando no canal das novelas, que iria “estrear” um “novo” desenho animado, Duck Tales. Eu assistia esse desenho quando tinha uns cinco anos de idade, hoje tenho vinte e cinco, ele volta a ser exibido.


O que será que pensam as pessoas que escolhem essas programações? Ou será que a idéia é essa mesmo, exibir essas produções antigas ou similares do tipo para cada vez mais alienar as pessoas.


Apesar de tanta coisa saturada há pelo menos algumas exceções, como é o caso do C.Q.C. e do Pânico na TV, que são programas novos e que sabem fazer humor de maneira inteligente. Outro bom exemplo é o Alterosa Esporte, que ao contrario do seu concorrente, consegue fazer um programa de esportes, informativo, inteligente e com muito bom humor, assim também como o Viação Cipó, que consegue transformar um assunto que poderia ser considerado chato em interessante.


Há também um outro lado que é necessário se analisar, o publico em sua maioria deve estar satisfeito com a programação exibida, até porque os canais de TV são empresas que precisam de dinheiro, e esse dinheiro é obtido através das propagandas que por sua vez são mais caras em horários de maior audiência, ou seja é o publico quem demonstra se a programação esta agradando ou não, assistindo ela ou não. Isso inclusive me lembra o caso da política brasileira, é a maioria da população quem escolhe os políticos que nos representam, mas essa maioria sempre escolhe os mesmos sanguessugas de sempre.


Então eu cheguei à conclusão de que se o povo não sabe escolher nem quem vai representá-lo e que vai governar seu país, o que dirá o que passa na TV.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Crise Financeira – Texto Opinativo


Em tempos de crise, com grandes empresas fechando suas portas e demitindo milhares de funcionários por todo o mundo, e isso também se refletindo aqui no Brasil algumas coisas ficam bem perceptíveis.


Há uns quatro ou cinco anos atrás, por varias vezes eu li, ouvi e vi noticias em jornais, rádios e revistas, que falavam que o país estava crescendo economicamente e tudo mais. Porem, na pratica eu não percebia esse crescimento, eu não vi tanta melhora assim, os preços dos produtos e serviços não diminuíram e alguns, mesmo que ligeiramente estáveis, sempre aumentavam com o passar de pouco tempo.


Porem, quando o crescimento econômico que os “especialistas” se referiam para, já de inicio os preços sobem, pessoas são demitidas e algumas empresas até encerram suas atividades.


Então, disso vem a pergunta; por que quando o Brasil “cresce economicamente” não é tal fácil perceber os benefícios disso, mas quando para de “crescer” já sentimos o impacto em nossas vidas, qual a lógica disso?


Difícil de entender, assim como também é intrigante saber que tendo crescimento econômico ou não, com ou sem crise mundial, a arrecadação de impostos no Brasil aumenta a cada ano, mas sabe se lá como ou porque, esses recursos, com algumas raras exceções, não chegam ao seu destino verdadeiro.


E agora, ainda tem a tal crise mundial, que não foi provocada pelo nosso país, mas que afeta diretamente nossa economia e no final de tudo, quem paga as contas somos nós. "Que maravilha!"

quarta-feira, 25 de março de 2009

É DIFÍCIL SER BRASILEIRO! - Texto opinativo


É difícil ser brasileiro, e ter que ler, ver e ouvir todos os dias que algum político esta envolvido em algum esquema de corrupção ou que alguma desgraça acontece por falta de competência ou simplesmente por falta de trabalho mesmo.


É duro ter que ver os senadores, vereadores, deputados, ministros e juízes fazendo “vista grossa” para as falcatruas que acontecem “embaixo de seus narizes”. É muito triste saber que quem deveria dar o exemplo, ganha muito, trabalha pouco (quando trabalha) e alem disso tudo é corrupto.


Chega a ser embaraçoso ver vereadores aumentando o salário do prefeito, que já não era pouco, para terem seus salários aumentados pelo mesmo. É desagradável ver o sorriso estampado na “cara de pau” de um senador, que acabou de absolver um colega corrupto.


É difícil de entender, que para ser presidente, ou para se eleger vereador, deputado, senador, prefeito, não é necessário nem segundo grau completo. É vergonhoso ver presidentes de nações menores e menos desenvolvidas que o Brasil, falarem e fazerem o que quiserem, e o nosso presidente ainda os chama de “companheiros”.


É insuportável saber que a maioria da população é BURRA e continua votando sempre nos mesmos corruptos e safados que roubaram “até o c* fazer bico” de tanta grana que enfiaram nele, só porque esse individuo lhe pagou uma cesta básica ou menos ainda.


É triste saber que partidos políticos que antes lutavam por ideais hoje lutam só pelo seu próprio interesse.


Mas o que é mais difícil é saber que esse país tem tudo para ser uma grande potencia, para deixa de ser o país do futuro e ser o país do agora, e só não é por culpa de uma corja que está no poder e que não quer sair. É difícil saber que a população num todo não tem consciência do poder que ela tem e que por isso esta acomodada como se já não tivesse mais meios de mudar essa realidade.


Por essas, e por muitas outras coisas que é difícil ser brasileiro... Mas, mesmo assim eu ainda amo esse país...


quinta-feira, 17 de julho de 2008

IRMA VAP O RETORNO - CRITICA





Com a direção de Carla Camurati, Irma Vap - o retorno, lançado em 2006, é baseado na peça que teve o maior sucesso de público da história do teatro brasileiro, ficou em cartaz durante onze anos e foi assistida por aproximadamente três milhões de espectadores. Participam do elenco Marco Nanini, Ney Latorraca, Thiago Fragoso, Marcos Caruso e Francisco Milani em sua ultima atuação em um filme.


Apesar de ter consagrados comediantes o filme não teve sucesso em sua bilheteria, não ganhou nenhum premio e teve criticas negativas em toda imprensa.



O filme começa com a morte do Pai de Luiz Alberto (Leandro Hassum) que era um dos renomados atores da peça “Irma Vap”. Com o falecimento de seu pai, as dividas passam a ser de Luis Alberto, que decide remontar a peça numa esperança de resolver seus problemas financeiros e de prestar uma homenagem ao Pai.



Luis Alberto e Otávio Augusto (Marcos Caruso) – Otávio era companheiro de cena do pai de Luis – tentam comprar os direitos da peça que são de Tony Albuquerque (Marco Nanini), que é um dos atores da versão original de “Irma Vap” e está paralítico. Tony é mantido preso num quarto pela sua irmã Cleide Albuquerque (Marco Nanini) que sem que ele saiba vende os direitos da peça.



A aposta nessa remontagem é dois jovens talentos os comediantes Leonardo Aguiar (Thiago Fragoso) e Henrique D'Ávila (Fernando Caruso) e chamam para dirigir a peça um velho amigo de Tony, Darci Lopes (Ney Latorraca).



Entre tentativas de enganar o irmão e de seduzir Leonardo, a irmã de Tony também sabota a peça momentos antes da estréia, e num ato de desespero Tony e Darci decidem eles mesmos atuarem na peça.



O filme é tem um roteiro interessante, mas como uma comédia não chega a ser dos melhores filmes já feitos. A união de vários comediantes consagrados como Marco Nanini e Ney Latorraca davam a impressão de que seria um filme cômico onde se rir do inicio ao fim, mas não é bem isso que acontece. Um humor muito fraco podendo ser comparado ao do programa “Zorra Total”, por exemplo. Para quem gosta de comédia não é uma boa opção, mas para quem quer ver consagrados atores brasileiros reunidos em uma obra é um otimo filme.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Agradecimento politico - Texto Opinativo


Aqui no Brasil, as pessoas se habituaram a agradecer um político quando eles estão apenas fazendo o seu trabalho. É comum se ver a cena de um vereador, prefeito, deputado, senador, ministro, se vangloriando por ter supostamente feito um asfaltamento de uma rua ou por ter colocado mais policiais em uma determinada região, e com isso a população destes locais acaba creditando aquele determinado ato a um único individuo.


As pessoas também tendem a ficarem muito gratas com isso porque se tornou algo muito raro ver um político trabalhando e, de certo modo a população num todo, meio que se acomodou com essa situação.


Esses indivíduos não deveriam ter a gratidão do povo, pois eles são muito bem pagos para executar o seu trabalho que na maioria das vezes não é feito. Esse comportamento influencia de certo modo a população, que vê o mau exemplo dos seus representantes e acaba mesmo que involuntariamente, deixando de cumprir algumas leis. Assim como vários membros do legislativo, do judiciário e doe executivo por varias vezes não seguem as regras, o povo se sente no mesmo direito.


Do que adianta termos inúmeras leis, códigos de ética e de conduta sendo que muitos não as seguem? De que adianta eleger representantes de maneira democrática se os mesmos não honram os cargos para qual foram eleitos?


A sociedade brasileira deveria rever seus conceitos, começando pelos nossos supostos representantes que tem que dar exemplo de como se deve agir, de como ser honesto e não o oposto.

Falso grito - Texto Opinativo


Ao assistir ás partidas de futebol na televisão, eu tenho reparado que muitas emissoras não têm vergonha de manipular tão discaradamente o áudio das partidas transmitidas. Concordo quando o volume do áudio de uma torcida é diminuído quando a mesma grita um palavrão ou coisa do tipo, más é ridículo quando sabe se lá o porquê, o áudio de uma torcida que é visivelmente menor que a outra é aumentando de modo que os dois áudios ficam do mesmo volume.



Passa pela minha cabeça que estas emissoras devem achar que seus telespectadores são idiotas e que não irão perceber esse tipo de coisa lastimável. Ouvindo o jogo pelo rádio é fácil perceber que uma determinada torcida não para de cantar o tempo todo, porem se ligarmos a TV perceberemos que não é possível se ouvir esse canto o tempo todo, só quando a emissora quer, e nisso ainda vem o narrador hipócrita dizendo “e a torcida do time Y começa a se manifestar novamente”, sendo que a mesma não estava calada, mas a emissora que diminuiu o áudio captado dela.



Se já não bastassem as asneiras que os comentaristas e locutores dizem nas transmissões pela televisão ainda temos que suportar um áudio totalmente editado com o gosto da emissora? Daqui uns tempos eles vão gravar a torcida gritando o nome dos patrocinadores e deixarem à gravação no fundo em tempo integral, só falta isso.

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