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segunda-feira, 16 de abril de 2012

RENEGOCIAÇÃO JÁ....




Estava eu, em um dos meus poucos dias de folga, assistindo televisão na hora do almoço, quando me surpreendi com uma propaganda, ao que parece, produzida pela Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, em que varias situações são colocadas e no final o dizer "...o estado sangra por causa do pagamento da divida com a União". A propaganda se encerra dizendo que são gastos R$ 1.000.000.000 (um bilhão) em juros, para o pagamento da divida e que esse dinheiro poderia ser utilizado em beneficio da população, e convida a mesma a se engajar nessa campanha.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

ESCÂNDALOS DO DIA A DIA - TEXTO OPINATIVO



É incrível como no Brasil nós, reles cidadãos já nos acostumamos a ver escândalos diários, que sempre acontecem dentro da esfera que é composta justamente por quem deveria dar exemplo; os nossos queridos e amados representantes, vereadores, deputados, prefeitos, senadores, presidentes e também quem é selecionado por estes, para fiscalizar tudo, os senhores ministros, juízes promotores e etc.

Eu posso estar enganado, mas quase todos os dias é possível ver, ler ou ouvir em algum meio de comunicação, alguma noticia que relata algum ato corrupto, omisso ou “malandro” de algum político. Mesmo quando não se trata de “grandes roubos” - porque tudo isso em minha opinião não deixa de ser um assalto ao nosso dinheiro de contribuinte, a diferença é que esses senhores usam ternos e não armas – sempre tem alguma noticia nem que seja de um assessor ou funcionário de algum político ou coisa do tipo que roubou algo no supermercado, mas todos os dias, se for conferir você vai encontrar alguma corrupção, falcatrua ou safadeza mesmo, que foi feita por estes indivíduos que deveriam dar o exemplo.

São mensalões, caixas 2, caixa 2 do caixa 2, é sanguessuga, é passagem de avião de graça, fora a tradicional propina e os desvios de verba que rola por debaixo dos panos para manipular as votações, mas que a gente nunca fica sabendo, e tantas outras coisas que erroneamente nós acabamos acostumando a aceitar, e alguns já nem se importam ou se indignam mais.

Depois de tudo isso, os excelentíssimos políticos ainda questionam a mídia, dizendo que a culpa da má fama deles é da imprensa. É uma coisa bem simples, se eles não querem que a imprensa fale sobre escândalos, corrupções, falcatruas e desvios e coisas do tipo, basta que eles não comentam tais ações, assim a mídia não terá como falar que eles são corruptos e desonestos. Fácil não é?

sábado, 25 de abril de 2009

CARTA AOS REPUBLICANOS DESCONFEDERADOS - UMA VISÃO DO BRASIL MUSICAL - Texto opinativo


Normalmente, no meu blog eu só tenho postado textos e matérias que eu fiz, porem hoje abrirei uma exceção para esse texto, que foi escrito pelo DigóesX, baixista da banda Mobiê, de João Pessoa (PB). Eu achei o texto muito interessante, com um assunto bem pertinente e então decidi publica-lo.


CARTA AOS REPUBLICANOS DESCONFEDERADOS - UMA VISÃO DO BRASIL MUSICAL

Texto escrito por DigóesX (digoesx@hotmail.com)

Ave tu ouvinte do irracional! Em um Carnaval de rumores há música para meus ouvidos.

Olá como estão? Espero que muitíssimo bem e bem continuem quando nossos caminhos separarem-se, não que tenha que ser para hoje ou para amanhã, mas que venha quando lhe for apraz não é verdade. É preciso falar-lhes um pouco o quanto cansa estar a par de tantas injustiças e não que vocês tenham que resolver, porém que apenas saibam que: Tão cansado estou, um misto de Atlas e Sísifo, não um cansaço físico ou mental, mas espiritual. Esta vida que até agora empreendi como músico (para os comuns) ou até mesmo tocador (como preferem os formados) é algo tão ilógico quanto é lutar para se formar na universidade, mas é uma vida de percalços, literalmente uma ida ao consultório, esta é a vida de músico.

O que faz movimentar o rock no Brasil na verdade:? O underground? O inconsciente de ser um ídolo? O público? O desejo de hipnotizar o público feito Jim Morrison; de ser o eterno comedor de morcegos; de ser perseguido por multidões como os Beatles? Será que, o que faz sobreviver é tão somente uma incoerência entre o desconhecido e o reconhecido, onde por décadas esse tal de „rockeiro foi um elemento aportuguesado como o que trazia a alcunha de inimigo público, um indivíduo desconhecido dos pais pelo o que fazia na calada da noite, mas bem reconhecido pela polícia como elemento anti-político? (Porque acredito que misturaram por falta de conhecimento o mainstream norte-americano porra-loca de visual punk com os punks?).

Será que o fim de uma geração plural e „ativista (não importa quais grupos) gerou a visualização e uma corrida para um mainstream louco e sem noção baseado no imaginário popular de como é ser uma banda gringa e que precisando preencher essa mesma lacuna era preciso antes de qualquer coisa esquecer-se do Tropicalismo e da MPB para correr atrás de ser um blink182 da vida? Será que a ascensão e queda dos ritmos que embalaram os anos dourados e que hoje é trilha de universitários abriram fendas na represa Roosevelt do antiamericanismo nacional/cultural inundando de forma MTVística os pensamentos Jackssianos dos novos rockeiros de que tudo vale a pena se a alma é estreita e chapada? O que se percebe é que a fonte da qual bebemos hoje é de água de torneira e como sempre estamos perseguindo um mito do qual não pertenceremos e que por incrível que pareça possuímos inclinação natural, porém a nossa maneira, mas como bem se fala: “A grama do vizinho é sempre mais verde”.

Foi urubuservando a situação das bandas de rock no Brasil, de muito tempo, que resolvi escrever e tanto foi que me veio de tanto me questionar que realmente duas frases para mim se tornaram reais e inretaliáveis acerca da realidade rockeira do Brasil em toda a sua extrema-unção social: "A juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes." (Engenheiros do Hawaii) e "O rock brasileiro é uma farsa comercial!" (R.D.P); questões que refleti bastante e outra destas é a relação da internet como meio de divulgação e foi algo bem Freudiano me perguntar depois de horas à frente do PC o que faria e o que farei diante de tão inóspita vida conjugal? Fui a esta novidade virtual “o myspace”, pois o Orkut está „morrendo e fiquei lá, saltando de página em página e muitas questões me vieram.

1º> Porque um país tão grande de contrastes extremos de sentido musical tão amplo como é o Brasil, só possui uma meia dúzia de bandas no mainstream e esta promoção em especial só coincide com a mídia televisionada e fora dela parece que nada existe?

2º> Será que esse mesmo underground endeusado está se tornando a catapulta para um mainstream pré-mainstream? Existirão dois subterrâneos da música na música?

3º> Porque sempre as tendências da moda musical ou da música da moda, diga-se de passagem, internacional importada para o Brasil, deixam rastros que em muitos casos só servem de rastro? Será que nosso rocknroll é sempre ultrapassado e por isso nunca acertamos no ponto ou quando chegamos a gravar e divulgar demorou tanto que não percebemos o tempo passar?

4º>Porque não amparamos mais outras Legiões Urbanas? Cazuzas? Sepulturas? planet hemps? Engenheiro do Hawai? Raimundos (como ressalvas pessoais)? Será que grupos ou cantores dos mais diversos e espontâneos só existem na MTV ou no Raul Gil? Será que estamos procurando de forma errônea os mitos ou criar os mitos de forma errônea?

5º> O que então é esse país carnavalesco que dinamiza tudo que absorve e que defende o fútil com garras cristãs de jesuíta catequista?

Não se trata aqui de defender o rock como algo benéfico, pois ele não é, mas apenas de liberar a passagem para que seus adeptos possam viver do que criam assim como os demais gêneros. Este gênero por mais que esteja arraigado em nossos dia-a-dia urbanos não é o nosso ritmo base da nossa sociedade visceral e é percebido que a nossa música popular é a nossa música herdada das miscigenações. Os muitos americanizados aqui (já que latinos somos nós) por não possuírem uma formação esclarecida e aceitação do seu meio social acabam por se confrontar com costumes musicais bem caseiros e isto não vos agrada por não combinar com seu tom de pele, mas isto também é outro truque do qual não iremos querer discutir aqui e sim qual o sentido do rock ser domesticado sabendo que o rock do Brasil não passa de um Padrão Estético Radical Juvenil o que é uma falha onde quem defende este tipo de questão não passa de um frustrado mesmo que tenhamos uns 60% de amadores; vejamos que há duas formas avaliadas como o êxtase do ouvinte em relação ao rock: O estilo GLAMouroso de se ter uma banda de rock; o estilo HEADBANGER de viver no rock; o estilo PUNK de se envolver com as coisas do rock e em todos os citados o que os brasileiros mais com admiração procuram é a velha máxima do SEXO, DROGAS e ROCKNROLL.

Será que este desmerecimento musical se encontra mais por não termos algo de concreto no Brasil em relação a um ATIVISMO o que é marca noutros lugares, pois os jovens daqui muitos só entendem de Carpe Diem uma similitude do sexo, drogas e rocknroll? O jovem também não deixaria de ser um ATIVISTA/politizado por motivos de crendices religiosas onde o medo de morrer e ir para o inferno é mais cruel do que passar fome em vida e ter sua família destruída por corruptos? Bem, inúmeras questões e poucas respostas, mas o fato é que: sem o capitalismo o rock mainstream não vive, pensem nisso. Há necessidade de ser ATIVISTA para ser do rock?

Com a queda das gravadoras e ascensão da internet não melhoramos tanto assim, ainda estamos escassos e em dívida com a musicalidade brasileira de Norte a Sul, de Leste a Oeste e sem ser esta que a TV endeusa e propaga. Há uma lacuna gigantesca em relação à divulgação/público e essa redução mal aplicada do mainstream no underground está se tornando uma nova hipocrisia virtual formando novos conglomerados „S/A prontos a ganharem dinheiro com as bandas e de bandas prontas a se destacarem para a mídia televisiva tudo ao sabor da moda do verão; então te pergunto quando é que você chama uma banda de underground? E ridiculariza outra por ser do mainstream? Se no Brasil já existe uma linha tênue entre a fama e a lama?

Acordem ouvintes! Ainda dormimos nesta harmonia moderna de duvidar da capacidade dos outros membros desta sinfonia social a que chamamos Brasil e que sempre deixa por pender-se
nesta balança do status social pelo peso do ouro de ser reconhecidos. Manifestações sarcásticas como esta adentram como convencedores militares em nossas mentes verdes politicamente para apenas espalhar o terror das superioridades regionais. A todos lembro que: “Quem vê o futuro na verdade está vislumbrando o presente”, pois os inúmeros contratantes desta sociedade vivem na verdade é em um passado sem futuro.

Para tentarmos começar a entender alguns dos problemas que vamos criando por região e empurrando com a barriga é bom lembrarem de que o Brasil nunca se recuperou da sua má gestão nesta questão intercontinental de que somos socialmente constituídos (intercontinental no sentido de nada sabermos e nada fazemos para saber o que há dentro do Brasil de dimensões continentais), os Estados em sua maioria não possuem um formato viário de movimentação de seus cidadãos e imagine isso em relação às suas construções culturais, esta falha persiste até hoje em inúmeros locais que possuem um tato social criativo e cosmopolita e outras menores que são satélites seus nem se quer são vistos.

Uma das características desta desorganização está na manipulação dos Estados competentes para o bem estar social fazendo com que muitas localidades reduzam-se a ilhotas culturais aonde com muita luta podem ser vistos alguns seres sociais conseguindo ultrapassar estes vales da incomunicabilidade? Se não fosse a ascensão da tecnologia de comunicação estaríamos cada vez mais separados, porém jamais incomunicáveis.

A música flui por nossos corpos e suamos nossa musicalidade com hits passageiros e populistas, pois nossas vidas estão cada vez mais como os “ficas” e vão ficando os esdrúxulos com aquilo que mais fácil aparenta e vamos formando poças musicais para outros beberem do nosso dia-a-dia sonoterápico. Fazemos música só não temos logística para vendê-las e as gravadoras com seus interpretes e suas bandas desconhecidas mais serviram para nos manter fora do comércio musical mundial (uma trama?) e produtores Brasil a fora defecando idiotices musicais quase plágios daquilo que mais vendeu, fingindo entender de mercado vendendo mesmices e mediocridades rarefeitas esse é o Brasil Dantesco de hoje e sempre.

Então você se pergunta: O que é que tudo isso tem haver com a música e Eu?
a) Os velhos padrões mudaram. Tudo então pode ser refeito, mas a mediocridade musical só tende a piora.
b) A tecnologia facilita. Todos vocês podem ser vistos e ouvidos, mas só uma minoria te aceitará.
c) Tudo é música no mundo. Todos os sons e instrumentos são válidos, mas só uma minoria é confiável para criar.
d) Você pode ser seu próprio agente. Todos poderão tocar por aí, Mas o jabá jamais morrerá e a logística ainda será uma barreira entre você e os ouvintes.

Bem as questões estão aí e o princípio das conclusões também, leia, reflita e veja o que você pode fazer pelos demais!


NOME DO AUTOR DO TEXTO: José de Góes Silva Júnior (Góes com os amigos e DigóesX na música)
Toca desde 1998.
Cursos: Técnico em música pelo CEFET-PB (atual IFPB) atualmente fazendo 5º periodo do curso de Arquivologia bach.

terça-feira, 14 de abril de 2009

A ARTE DE TRANSFERIR A CULPA - Texto opinativo



Muitas pessoas têm como habito transferir a culpa de fatos e acontecimentos a outra pessoa, coisa ou até mesmo outros seres. Por exemplo, se um cara bebe o dia todo e chega em casa e espanca a mulher e os filhos, muitos provavelmente irão dizer que é culpa da bebida, ou então do diabo. Se um viciado em alguma droga rouba e vende coisas da sua casa, a culpa será transferida para o vicio, ou para suas amizades e talvez também o Diabo.

Até parece que não são as pessoas quem procuram pela droga, pela bebida e etc. Mas é mais fácil culpar alguém ou alguma coisa do que admitir os erros e ter que encarar as consequências dos atos feitos.
Para pais conservadores, por exemplo, é mais fácil dizer que a culpa pelo seu “filhinho” estar se drogando, ou bebendo, é das companhias com quem ele anda, sendo que em muitos casos esse “filhinho” é quem procura por isso, e às vezes ele é o pior da turma com quem anda.

Assim como varias pessoas que cometeram atrocidades e foram presas, e na cadeia se convertem para alguma religião e pronto. Tudo aquilo de ruim que a pessoa fez nunca aconteceu, ou se aconteceu não foi por culpa da pessoa, irão dizer que ela estava possuída por um Demônio.
Porque será que muitas pessoas têm essa dificuldade de não encarar os fatos e assumir sua culpa, qual seria o motivo para isso?

Talvez a nossa própria sociedade, que se baseia muito nos conceitos estipulados pela religião, que desde os primórdios criou um meio para transferir a sua culpa e a de toda humanidade, o Diabo.
Então se a própria sociedade em que vivemos utiliza de meios para transferir sua culpa, uma grande parte das pessoas acaba agindo dessa maneira quase que automaticamente, praticamente sem perceber.

Ou talvez seja por pura preguiça, uma grande parte das pessoas prefere aceitar as coisas como são a questionar o por que, então para essas pessoas talvez seja mais fácil por a culpa em alguém, alguma coisa ou até mesmo no Diabo.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

TV BRASILEIRA – Texto opinativo




Os canais abertos da Televisão Brasileira, precisam se renovar, com algumas raras exceções, a maioria dos programas, filmes, desenhos e series ou são de 1900 e borrachinha e a imagem inclusive já esta mais clara, de tanto que foi exibido, ou então são a cópia descarada de algum outro.


A própria programação necessitava ser revista, em quase todos os canais vemos o mesmo padrão, desenhos na parte da manhã, filmes ruins e programas tão ruins quanto os filmes na parte da tarde e jornais, novelas e programas um pouco mais idiotas na parte da noite.


Alguns canais conseguem superar o limite do impensável, colocando de volta no ar programas que NÃO fizeram sucesso no passado, como se as pessoas de hoje em dia fossem gostar, vide o homem do baú.


O seriado Chaves e o desenho Pica-Pau, por exemplo, já foram exibidos para varias gerações de crianças, e até hoje continuam sendo exibidos. Recentemente eu vi anunciando no canal das novelas, que iria “estrear” um “novo” desenho animado, Duck Tales. Eu assistia esse desenho quando tinha uns cinco anos de idade, hoje tenho vinte e cinco, ele volta a ser exibido.


O que será que pensam as pessoas que escolhem essas programações? Ou será que a idéia é essa mesmo, exibir essas produções antigas ou similares do tipo para cada vez mais alienar as pessoas.


Apesar de tanta coisa saturada há pelo menos algumas exceções, como é o caso do C.Q.C. e do Pânico na TV, que são programas novos e que sabem fazer humor de maneira inteligente. Outro bom exemplo é o Alterosa Esporte, que ao contrario do seu concorrente, consegue fazer um programa de esportes, informativo, inteligente e com muito bom humor, assim também como o Viação Cipó, que consegue transformar um assunto que poderia ser considerado chato em interessante.


Há também um outro lado que é necessário se analisar, o publico em sua maioria deve estar satisfeito com a programação exibida, até porque os canais de TV são empresas que precisam de dinheiro, e esse dinheiro é obtido através das propagandas que por sua vez são mais caras em horários de maior audiência, ou seja é o publico quem demonstra se a programação esta agradando ou não, assistindo ela ou não. Isso inclusive me lembra o caso da política brasileira, é a maioria da população quem escolhe os políticos que nos representam, mas essa maioria sempre escolhe os mesmos sanguessugas de sempre.


Então eu cheguei à conclusão de que se o povo não sabe escolher nem quem vai representá-lo e que vai governar seu país, o que dirá o que passa na TV.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Época de eleição - Texto opinativo

IMAGEM RETIRADA DO http://www.oesteonline.pt/forum/fmessage.asp?whichpage=1&pagesize=10&fID=5238&grupo=6&gruponome=Peniche


Época de eleição; alguns candidatos novos outros já conhecidos, mas o que não muda são as promessas, as estratégias de campanha e o discursos. É sempre a mesma ladainha, “temos de dar voz ao povo”, “é chegada a hora da mudança”, “o povo no poder” e todo aquele blá blá blá.

Todos os candidatos dizem que vão fazer uma campanha limpa, mas no final das contas TODOS “apelam” e partem para as ofensas pessoais. E o povão vê tudo e acha bonito, alguns até compram a briga e “saem na porrada” uns com os outros participando sem saber desse joguinho político que é a eleição.

Sem contar que muito dos candidatos a vereador, alem de prometerem “mundos e fundos”, se utiliza do cargo ou da profissão que ocupa ou ocupava, para com isso tentar conseguir votos. E ficam falando “quando eu era isso eu fiz aquilo”, como se ele não tivesse recebido um salário para trabalhar, como se tivesse feito um favor.

Tem também os candidatos que me proporcionam por um momento a risada devido a tamanha bobagem falada ou da bizarrice do mesmo, e depois me causa muita indignação, que me desculpem os que não sabem ler, escrever e pronunciar as palavras corretamente, mas no meu modo de ver, o mínimo que um candidato a ocupar um cargo público deve saber é falar, e o que mais eu vejo são candidatos que não nem dizer a palavra numero corretamente.

Insistem em dizer “meu numuro, numro”, eu penso que para se exercer um cargo de tal importância a pessoa tem que no mínimo saber falar.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Pesquisas eleitorais - Texto opinativo




Para começo de conversa é necessário analizarmos qual a real intenção em se divulgar ostensivamente pesquisas onde supostamente o candidato A está na frente do candidato B e C.


Esse tipo de pesquisa é bastante contestável, eu mesmo nunca respondi e não conheço ninguém que tenha respondido. A impressão que se dá é que o responsável pela veiculação e divulgação da pesquisa tem o intuito de tentar induzir quem não escolheu seu candidato ou quem ainda está em duvida a votar no suposto vencedor.


Alem das divulgações de tais pesquisas ainda circulam na cidade carros com equipamento de som que soltam a seguinte frase “a população já se decidiu”. Essa insistência em dizer que “já ganhou” é uma atitude que alem de ser arrogante, pois subjuga a inteligência do povo, também passa a idéia de um certo desespero, de uma necessidade de se auto-afirmar.


Porque que ao invés de se gastar dinheiro com esse tipo de propaganda porque não falar sobre os projetos, sobre as propostas de campanha, sobre o que pretende fazer se realmente for eleito.


Os candidatos, tanto para prefeito como para vereador deveriam saber que voto não se ganha, nem se compra e muito se induz. O voto é conquistado. Não adianta fazer campanha dizendo que fulano já tem X % a mais que o beltrano, isso só engana quem não aprendeu nada nas ultimas eleições.


Dizer que tal candidato já ganhou, nada mais é que uma tentativa desesperada de conseguir votos, de tentar induzir pessoas mais ingênuas a acreditar que as eleições já estão realmente definidas o que não é verdade.


As eleições serão decididas no dia da eleição e nenhuma pesquisa irá mudar essa realidade, Só acredita nelas quem quer se enganado.

sexta-feira, 7 de março de 2008

"Liberdade" - Texto Opinativo


Vivemos em uma sociedade que quer nos passar a idéia de que somos livres. Mas será que somos realmente livres? Nós temos liberdade para fazer muitas coisas porem, não temos liberdade de decidir sobre nossas próprias vidas. Se uma pessoa está com uma doença incurável, que aos poucos irá debilitar o seu organismo, e que vai lhe matar de uma maneira lenta e dolorosa, essa mesma pessoa que teoricamente é livre, não tem o direito preferir morrer ao ter que suportar tamanho sofrimento.



A eutanásia é proibida, é proibido que tenhamos controle sobre nossos próprios rumos. Com isso, algumas pessoas que já não sentem mais necessidade de viver ou já não agüentam mais viver, como não podem fazer algo que não seja doloroso, optam por se enforcar, pular de prédios, atirar contra a própria cabeça, dentre tantas maneiras horríveis de se terminar uma vida.

O mesmo acontece com as drogas. Pelo fato da sociedade ser tão hipócrita a ponto de não legalizar as drogas, tirando das pessoas a liberdade de escolha, se quer usar ou não, as pessoas que sentem necessidade de usar das mesmas são obrigadas a se envolver com criminosos para poder exercer o seu direito de escolha.



Muitas pessoas "batem no peito" é gritam que são livres, mas na verdade não passa de uma liberdade falsa que nada mais é que uma maneira de manipulação. Se realmente fossemos livres teríamos o direito de escolher o que fazer com as nossas próprias vidas.


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