TRANSLATE JORPS TO YOUR LANGUAGE

Mostrando postagens com marcador critica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador critica. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Época de eleição - Texto opinativo

IMAGEM RETIRADA DO http://www.oesteonline.pt/forum/fmessage.asp?whichpage=1&pagesize=10&fID=5238&grupo=6&gruponome=Peniche


Época de eleição; alguns candidatos novos outros já conhecidos, mas o que não muda são as promessas, as estratégias de campanha e o discursos. É sempre a mesma ladainha, “temos de dar voz ao povo”, “é chegada a hora da mudança”, “o povo no poder” e todo aquele blá blá blá.

Todos os candidatos dizem que vão fazer uma campanha limpa, mas no final das contas TODOS “apelam” e partem para as ofensas pessoais. E o povão vê tudo e acha bonito, alguns até compram a briga e “saem na porrada” uns com os outros participando sem saber desse joguinho político que é a eleição.

Sem contar que muito dos candidatos a vereador, alem de prometerem “mundos e fundos”, se utiliza do cargo ou da profissão que ocupa ou ocupava, para com isso tentar conseguir votos. E ficam falando “quando eu era isso eu fiz aquilo”, como se ele não tivesse recebido um salário para trabalhar, como se tivesse feito um favor.

Tem também os candidatos que me proporcionam por um momento a risada devido a tamanha bobagem falada ou da bizarrice do mesmo, e depois me causa muita indignação, que me desculpem os que não sabem ler, escrever e pronunciar as palavras corretamente, mas no meu modo de ver, o mínimo que um candidato a ocupar um cargo público deve saber é falar, e o que mais eu vejo são candidatos que não nem dizer a palavra numero corretamente.

Insistem em dizer “meu numuro, numro”, eu penso que para se exercer um cargo de tal importância a pessoa tem que no mínimo saber falar.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

IRMA VAP O RETORNO - CRITICA





Com a direção de Carla Camurati, Irma Vap - o retorno, lançado em 2006, é baseado na peça que teve o maior sucesso de público da história do teatro brasileiro, ficou em cartaz durante onze anos e foi assistida por aproximadamente três milhões de espectadores. Participam do elenco Marco Nanini, Ney Latorraca, Thiago Fragoso, Marcos Caruso e Francisco Milani em sua ultima atuação em um filme.


Apesar de ter consagrados comediantes o filme não teve sucesso em sua bilheteria, não ganhou nenhum premio e teve criticas negativas em toda imprensa.



O filme começa com a morte do Pai de Luiz Alberto (Leandro Hassum) que era um dos renomados atores da peça “Irma Vap”. Com o falecimento de seu pai, as dividas passam a ser de Luis Alberto, que decide remontar a peça numa esperança de resolver seus problemas financeiros e de prestar uma homenagem ao Pai.



Luis Alberto e Otávio Augusto (Marcos Caruso) – Otávio era companheiro de cena do pai de Luis – tentam comprar os direitos da peça que são de Tony Albuquerque (Marco Nanini), que é um dos atores da versão original de “Irma Vap” e está paralítico. Tony é mantido preso num quarto pela sua irmã Cleide Albuquerque (Marco Nanini) que sem que ele saiba vende os direitos da peça.



A aposta nessa remontagem é dois jovens talentos os comediantes Leonardo Aguiar (Thiago Fragoso) e Henrique D'Ávila (Fernando Caruso) e chamam para dirigir a peça um velho amigo de Tony, Darci Lopes (Ney Latorraca).



Entre tentativas de enganar o irmão e de seduzir Leonardo, a irmã de Tony também sabota a peça momentos antes da estréia, e num ato de desespero Tony e Darci decidem eles mesmos atuarem na peça.



O filme é tem um roteiro interessante, mas como uma comédia não chega a ser dos melhores filmes já feitos. A união de vários comediantes consagrados como Marco Nanini e Ney Latorraca davam a impressão de que seria um filme cômico onde se rir do inicio ao fim, mas não é bem isso que acontece. Um humor muito fraco podendo ser comparado ao do programa “Zorra Total”, por exemplo. Para quem gosta de comédia não é uma boa opção, mas para quem quer ver consagrados atores brasileiros reunidos em uma obra é um otimo filme.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Otis

O filme conta a historia de um serial killer gordo e pervertido que se apaixona facilmente por garotas, e acaba tendo elas como suas vitimas, as seqüestrando e forçando-as a encenar um jogo doentio no qual ele fantasia. Nesse jogo, Otis usa sempre o mesmo padrão se assim podemos dizer. Ele é Ottis e a garota é Kim, coincidência ou não, esse é nome da mulher de seu irmão que não sabe da vida de seqüestros e assassinatos de Ottis.


A vida de Otis se resume a sua casa e seu trabalho como entregador de pizza, e é entregando pizza que ele conhece e se “apaixona” por suas vitimas. Após seqüestrá-las, Otis liga para a família da garota e pedi autorização dos pais para que ele possa levar “Kim” ao baile. Essa fantasia que é vivida por Otis, nada mais é que a vida que seu irmão não teve. Dentro do seu jogo ele faz com que a vitima dance com ele em um salão improvisado, e também finge star jogando futebol americano e que ela é uma líder de torcida que está vibrando pelas suas jogadas.


No filme, após varias garotas de alguma maneira resistir e acabarem mortas por isso, Otis consegue seqüestrar mais uma garota, a adolescente Riley Lawson, e repete todo o processo. Porem em uma das vezes que seu irmão estava em casa – o irmão de Otis sempre o estava xingando por ele viver em uma casa toda bagunçada e por ele de certo modo não ter responsabilidade – a garota consegue fugir e ligar para os pais que estranhamente parecem mais preocupados com a localização de Otis do que do bem estar da própria filha.


A família pede para que a filha não conte a ninguém a localização do seqüestrador nem mesmo para a policia. A família então (pai, mãe e irmão) se arma de todas as maneiras possíveis, de taco de baseball a furadeira, e parte rumo à casa de Otis para fazer justiça com as próprias mãos. Desde ponto em diante o filme que até então se propunha a ser de terror/suspense começa a ficar cômico, de uma maneira bem sinistra, mas cômico.


Ottis havia saído de casa para trabalhar, e não sabia que a garota havia escapado. A família dela entra na casa sem nenhum problema e fica aguardando a chegada de Otis.


O pai já dentro da casa, meio que se arrepende e eles tem uma pequena discussão. Eis então que eles escutam um barulho. Alguém chegou em casa. Eles se preparam e quando a porta se abre eles já atacam. Imobilizam e amarram quem eles pensavam ser Otis numa cadeira e o torturam de varias maneiras possíveis até que ele morre. O telefone do pai da garota toca. Ele atende e é o policial que descreve as características de Otis. Dito isso a família percebe que cometeu um erro, verifica a identidade de quem eles mataram e não era Otis e sim o seu irmão. A família também não sabia que haviam câmeras no local, mas pra sua sorte eles não estava direcionadas para eles, e só captaram o audio. No final eles descobrem que Otis era o entregador de pizza que por varias vezes foi a sua casa. Eles pedem uma pizza e esperam. Quando a campainha toca o irmão de Riley, Elmo, atira três vezes contra a porta e o filme acaba sem que a gente saiba se eles mataram a pessoa certa ou não.


O filme lembra muito um episodio da serie “Criminal Mind’s”, porem com mais humor. De terror mesmo não tem nada. No filme é perceptível como a repórter que noticia o caso é bastante sensacionalista, o que no meu modo de ver é uma critica a nossa imprensa atual que adora ver uma desgraça. No geral o filme é razoável, sua trilha sonora é muito boa, solos de guitarra e muito rock in roll mas, o enredo em si não é lá essas coisas.

HANCOCK -


O filme conta a historia de um “herói” diferente, que tem atitudes pouco convencionais em relação aos outros “heróis” que vemos nos filmes e series. Ele é alcoólatra, e por mais que tente nunca consegue fazer as coisas direito e sempre acaba odiado pelas pessoas que ele “salva”.


Geralmente, quando tenta salvar alguém, Hancock destrói tudo a sua volta, causando enormes prejuízos a sua cidade. Em um dessas tentativas, ele conhece Ray Embrey, um agente de Relações Públicas que recentemente perdeu o emprego e se propões a melhorar a imagem desse herói que até então é rejeitado pelas pessoas. Quando a mulher de Ray, Mary, e Hancock se encontram, ocorre uma inexplicável e imediata conexão entre os dois.


Pelo fato de ser constantemente criticado pela midia, o RP acha uma boa idéia Hancock se entregar para policia (ele tem inúmeras intimações que nunca compareceu), para que todos sintam sua falta. Ele de inicio não gosta mas, acaba aceitando e se compromete a fazer um tratamento contra o alcoolismo e para controlar a sua fúria.


Mesmo dizendo que não importa com o que as pessoas acham dele, ele vai para a cadeia, acatando a ordem do juiz. Na cadeia ele encontra vários presos que ele mesmo colocou ali. De inicio eles queria arrumar confusão com ele, mas após ele literalmente enfiar a cabeça de um na bunda do outro eles o deixaram em paz.


Com Hancock preso, a criminalidade acaba subindo, e as pessoas inclusive a mídia que o criticava acabam sentindo a sua falta. Ele volta à ativa, salva o dia e as pessoas reconhecem. Ele ganha status de celebridade.


Ele não se lembra de nada do seu passado, e acaba descobrindo depois de muita resistência que Mary, a mulher de Ray, também é como ele e que os dois já foram casados e tem mais de 3000 anos. Ele descobre também que se os dois ficarem próximos um do outro eles se tornam mortais.


È um filme muito interessante, mostra o lado de um super-herói que nós não estamos acostumados a ver, o lado humano, com vícios e sentimentos. Apesar de não explicar o que é o Hancock e de onde originaram seus poderes o enredo é muito bom, o filme tem varias cenas engraçadas e um final de certo ponto surpreendente.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

TIROS EM COLUMBINE - RESUMO CRITICO


A produção do norte-americano Michael Moore, ganhadora de 36 prêmios internacionais, retrata muito mais do que o incidente ocorrido na escola Columbine na cidade de LitleTon no estado do colorado, onde dois jovens estudantes entraram armados de duas escopetas, uma pistola semi-automática e um rifle de assalto de 9mm e saíram disparando contra tudo e todos, matando 13 alunos e um professor e logo em seguida ambos se mataram.

Tiros em Columbine retrata como foi a fundamentação da cultura armamentista dos E.U.A. e aborda ainda o passado e o presente do preconceito racial no pais. O documentário, trás relevantes entrevistas com informações sobre os eventos que fizeram com que os norte-americanos se tornassem um dos povos mais intolerantes, preconceituosos e odiados do mundo. Com imagens reais, Moore chama atenção por seu sarcasmo e sua ironia que é facilmente percebido nas suas entrevistas e abordagens.


Em resumo, Michael Moore consegue de certo modo dar um “tapa na cara” dos conservadores e dos fanáticos norte-americanos que não conseguem pensar em uma mudança de hábitos e de pensamentos para que possam ter uma convivência pacifico com o resto do mundo e com eles mesmos.


Postagens populares