sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

POSTAGEM Nº 301



Essa é a postagem de nº 301 do meu blog, que teve sua primeira postagem no dia 10 de julho de 2007. Naquela época eu ainda era acadêmico do curso de Comunicação Social/Jornalismo e não tinha idéia de que um dia chegaria a ter tantas postagens.

Desde então o blog possui 87 matérias com bandas de todo o país, 11 entrevistas com diversas personalidades, 19.480 visitas (até o momento em que eu escrevia esse texto) alem de vários vídeos e textos opinativos e informativos.

Agradeço a todos que participaram das matérias pela atenção com este jovem jornalista, e também a todos que colaboraram e colaboram comigo nestes mais de três anos de existência do Jornalismo Possilga.

Espero que as postagens aumentem cada vez mais, para que quem sabe daqui um tempo eu venha fazer a postagem de numero 1000.

Muito Obrigado a todos.

OBSERVAÇÃO: A imagem que ilustra a matéria é uma montagem que eu fiz com algumas fotos e logos de bandas que eu entrevistei (peço desculpas a quem não tiver entrado, mas são muitas imagens), então fica o desafio para você que já passou por aqui, se localize na foto.

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

DIA MUNDIAL DE COMBATE A CORRUPÇÃO - texto opinativo




Em pleno dia mundial de combate a corrupção (09/12) centenas de cidadãos brasileiros foram as ruas de Brasília (DF) para protestar contra a corrupção que acontece em todo país, tendo como foco no que recentemente ficou conhecido como “esquema dos panetones”, um mensalão genérico digamos assim, que tem envolvimento do Govenador Arruda.

O resultado? A tropa de choque foi chamada e seu comandante ordenou o ataque contra os manifestantes. O irônico disso é que a policia em tese, tem o dever de manter a ordem e de principalmente de proteger o cidadão, o que não aconteceu. Na verdade o certo mesmo seria a tropa de choque ir para cima do congresso nacional, onde o cidadão brasileiro é agredido todos os dias.

Obviamente, os policiais só estavam cumprindo ordens, mas será que era necessário tanta violência? Será que eles não poderiam agir de forma menos agressiva? E ainda, será que eles se esquecem que também são cidadãos brasileiros e que também são afetados por toda essa corrupção que assola o Brasil?

Ate quando a população vai ser “refém” da corrupção e de quem comanda ela, e ainda por cima não poder ter o direito de reclamar? O que será necessário para que isso mude???


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SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA DIAPASÃO



A banda Diapasão é de Belo Horizonte (MG) e foi formada em 2004, inicialmente como um trio. A formação atual é composta por Gustavo Amaral (baixo), Leandro César (violão), Adriano Goyatá (bateria e marimba), Alexandre Andrés (flautas) e Rodrigo Lana (piano).

- Atualmente estamos num processo de transição, o violinista (Ayran Nicodemo) está mudando para o Rio de Janeiro (RJ), pois foi convidado para entrar no “Itiberê Orquestra e Família”, então estamos em “fase de teste” para vermos se vamos continuar apenas com cinco músicos (o que é mais provável) ou se vamos procurar outro músico. – Diz Rodrigo Lana.

O COMEÇO
De acordo com o pianista Rodrigo Lana, ele sempre teve vontade de ter um grupo de musica, inclusive chegou a participar de vários grupos de diversas vertentes musicais, mas sempre era limitado pelos rótulos que eram postos. Foi quando em 2004 ele convidou o Gustavo Amaral para formar um grupo musical.

- Em 2004 eu estava terminando umas músicas para piano (sem muita pretensão), apenas compondo pelo prazer de criar algo, mas sempre tive vontade de ter um grupo de música, já entrei em vários grupos de diversos estilos musicais e sempre esbarrei com rótulos (progressivo, MPB, jazz, “popular”, ‘erudito”, etc.) que limitavam a criatividade e restringia o público. Então tive a idéia de chamar o Gustavo Amaral, para montar um grupo de música. Na época eu tinha acabado de fazer um show com o grupo Mestiço (que eu participava)  e num desses shows o baterista Fabiano Moreira participou, e trocamos várias idéias, os gostos musicais eram bem parecidos, aí não deu outra, chamei ele e daí surgiu o trio Diapasão. A maior dificuldade que tivemos e ainda temos, é de encontrar lugar para tocar nossa música, pois a proposta de fazer “música artística”, sem se preocupar com rótulos, nos deixa um pouco isolados dos “padrões”. Por outro lado, aproveitamos a diversidade da nossa música para tocar em festivais variados, no fim de 2009, por exemplo, tocamos no festival de Jazz da Savassi, e nem somos uma banda de jazz. A “cultura jazz” com certeza influencia nossa música, mas não ficamos restritos a ela. – Conta Rodrigo.

ESTILO
Rodrigo diz que o fato de serem uma banda instrumental foi algo que aconteceu naturalmente. Segundo ele, o grupo foi surgindo e tocar música instrumental, não foi algo premeditado. O pianista ressalta que hoje eles têm consciência do que é fazer música instrumental e de quanto é complicado ter um grupo que não usa a palavra para transmitir a mensagem.

- Em uma sociedade que é cada vez mais alienada e atrofiada para a música, acho que temos um papel muito importante, que é o de não deixar a linguagem musical ficar restrita a escolas de música e elites musicais. Queremos mesmo é tocar em praças públicas, mostrar nossa arte para o cidadão comum e estimular as pessoas para que a música volte, de alguma forma, a ser uma linguagem popular. Eu definiria nosso som como música artística, porque antes de qualquer coisa nós temos a preocupação de fazer arte. Nunca fizemos uma música pensando “toca de tal forma porque assim vende mais” ou “toca assim porque o público vai compreender melhor”, se tem um público que gosta da nossa música, é porque entenderam nossa arte, e não porque “mastigamos” a música para eles. A música quando é feita tendo a própria música como princípio, e não fins puramente comerciais, estimula o ouvinte ao invés de manipular, como anda acontecendo por aí. Eu sou contra a idéia de que é necessário “facilitar” a arte para que o público compreenda, acho que é melhor estimular o público para que a arte continue intacta. Isso também não significa que fazemos músicas “complexas” não, nós fazemos uma música que acreditamos, e dessa honestidade surgem músicas extremamente simples e outras extremamente complexas (e essa questão de “complexo” e “não complexo” é muito relativo também, a única coisa que importa é que temos a intenção de fazer MÚSICA e queremos que ela chegue ao público). - Afirma Rodrigo.


 O NOME
Segundo Rodrigo, Diapasão foi um nome criado por ele, e teria sido algo semelhante a nomear uma criança. O pianista ainda explica que diapasão, é um instrumento usado como referência para afinar os instrumentos musicais.

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS
Rodrigo conta que no inicio, a banda era mais rock in roll, rock progressivo, jazz, uma pitada de música brasileira e também de música histórica européia em geral (Bach, Beethoven, Chopin), porem sempre evitaram rotular as musicas, mas não negam suas influências.

- Atualmente temos uma bagagem de influências bem variada, mas eu acredito que nossa maior influência atualmente é a música brasileira (Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Tom Jobim, Villa Lobos, Milton Nascimento, a própria música que se faz em Belo Horizonte hoje – grupo Ramo, Graveola e o Lixo Polifônico, Kristoff Silva, Quebrapedra, Madeirame, urucum na cara, agualuz, etc, etc,etc.... – Diz Rodrigo.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
Falando sobre o processo de criação da banda, Rodrigo explica que é algo bem variado, ele relembra que no começo ele era o único que criava. Nessa época ele gravava a parte do piano, e as partes do baixo e da bateria ele fazia em um teclado e então enviava para o Gustavo e o Fabiano em uma fita K7.

- Hoje, além de “falar” música, nós temos a preocupação de escrever ela também. Atualmente temos uma formação melhor, então tem o processo de sentar em casa e escrever a música, outro de juntar todo mundo e fazer o arranjo de ouvido (fizemos isso no arranjo “Trem de Areia”, uma mistura de trem caipira do Villa lobos com Ponta de Areia do Milton nascimento), também trabalhamos com a composição aberta, a última que eu fiz foi dessa forma (escrevi as melodias principais, harmonia, algumas células rítmicas e estamos criando o arranjo juntos). Com o tempo todas as músicas acabam mudando um pouco, porque sempre estamos mexendo nos arranjos (de ouvido ou escrevendo novamente). Atualmente também estamos com a pretensão de criar músicas juntos (todo o processo de composição juntos) e agora que finalmente temos um espaço nosso para ensaiar acho que isso será possível. A inspiração existe, mas é com o estudo das obras dos grandes gênios (Pixinguinha, J.S.Bach, Beethoven, Villa Lobos, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Tom Jobim, etc.) que aprendemos muito sobre a linguagem musical e muito da inspiração vem das músicas desses compositores. – Ressalta o pianista Rodrigo Lana.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Diapasão tem um disco gravado intitulado "Opus I" que pode ser baixado na internet. A banda agora está preparando seu próximo CD que pretendem lançar no ano que vem.

 - "Opus I"é um registro de um período do grupo que tem pouca relação com a música que fazemos hoje. Atualmente estamos preparando o próximo disco que contará com músicas de quase todos os integrantes, nesse ano de 2009 o grupo cresceu muito, ganhamos o prêmio BDMG Instrumental, e tocamos em importantes espaços como o SESC Instrumental, Savassi Jazz Festival e Festa da Música, durante esse período o repertório tomou forma e quem assistiu o show recentemente já viu uma prévia do que será o CD. Estamos aguardando resultados de editais de leis para viabilizarmos a gravação em 2010. – Conta Leandro Cesar.

CONTATOS

 
- Não recomendamos apenas a nossa música, quem estiver a fim de conhecer música feita hoje, em Belo Horizonte (MG) existe uma quantidade muito grande de boa música atualíssima. Junto com o Diapasão recomendo Ramo, Urucum na Cara, Graveola e o Lixo Polifônico, agualuz, Rafael Macedo, Antonio Loureiro, Quebrapedra, João Antunes, Misturada Orquestra, Kristoff Silva, Makely Ka, Juliana Perdigão, Pablo Castro, Felipe José, Capim Seco, Madeirame, Prucututrá, Corta Jaca e por aí vai... – Banda Diapasão.

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NOTICIAS

DATA: 09/12/2009
ENVIADO POR: MÁRCIA BRAGA

FADAS E BALÉ NESTE FINAL DE SEMANA

O Stúdio Jaqueline Pereira promove neste final de semana, sexta, sábado e domingo, dias, 11, 12 e 13 de dezembro, o espetáculo de dança UM NATAL DE CONTOS DE FADA. A produção é do próprio stúdio e participam crianças e adolescentes. Bailarina e coreógrafa há mais de 20 anos, Jaqueline Pereira explica que o espetáculo reúne vários fragmentos de montagens já feitas por seu stúdio em outras produções. "Queríamos unir vários outros momentos, com histórias já consagradas, como A Bela Adormecida, Cinderela e Peter Pan", diz a coreógrafa. Unindo drama e ação Jaqueline Pereira mistura noções do balé Quebra-Nozes com outras concepções cênicas de dança. O resultado é uma interação de vários personagens ao som das composições deTchaikówisk .

A direção do espetáculo é da própria Jaqueline Pereira, com cenários de Alan Salomão. Os figurinos são criação coletiva do stúdio.

O espetáculo UM NATAL DE CONTOS DE FADA acontece neste final de semana, nos dias 11, 12 e 13 de dezembro, a partir das 20:30 horas na sala Cândido Canela do Centro Cultural Hermes de Paula em Montes Claros. Os ingressos custam R$8,00 (oito reais) e podem ser adquiridos no stúdio ou na portaria do Centro Cultural nos dias dos espetáculos.

Contato: Jaqueline Pereira - 3221-1156  -  9105-6476

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA TEMPO PLÁSTICO



A banda Tempo Plástico foi formada em 2005 em Belo horizonte (MG). A banda tem na formação Eduardo Drummond na bateria, Fábio Gruppi no teclado e vocal, Claudio Moreira na guitarra e Felipe Prado no baixo.

 O INICIO
De acordo com o baterista Eduardo, a banda começou no prédio do curso de Comunicação Social da PUC Minas, com três integrantes. Na época era um projeto sem baixista e se chamava Vereda. Em 2005 Felipe Prato assumiu o posto de baixista, e  a banda mudou o nome para Tempo Plástico.
 
- A banda começou pela aproximação, na faculdade de comunicação, que eu, o Fábio e o Claudio fazíamos. No início a banda era um pequeno projeto somente pela diversão! Alguns shows foram feitos e vimos que um baixista era inevitável. Aí entrou o Felipe, também da faculdade, e começamos a fazer shows maiores em calouradas e festas da faculdade. Então gravamos nosso primeira DEMO em 2006, montamos um estúdio próprio para ensaiarmos mais e não paramos mais. Convites para shows fora de Belo Horizonte e assim foi! – Conta o Baterista.

O NOME
Eduardo explica que o nome Tempo Plástico significa “o tempo que oscila, que varia e que não tem regras”. De acordo com o baterista, nas composições da banda eles tentam traduzir a cidade de Belo Horizonte (MG) em todos os seus aspectos.

- O nome vem do formato da nossa música. Nas nossas composições tentamos traduzir a cidade de Belo Horizonte, seu relevo, seus barulhos... Nossa música é quebrada no tempo assim como BH é quebrada pelas montanhas! - Diz Eduardo.

INFLUÊNCIAS E ESTILO
O baterista ressalta que a principal influência da banda é a cidade, as sirenes, as buzinas, construções, o ônibus que passa e etc. Ele defini o estilo da banda como sendo um “rock plástico”, o porquê dessa definição ele diz que deixa a critério da interpretação de cada pessoa.

- Nossas músicas são compostas em conjunto. Cada um dá sua contribuição no próprio estúdio, vamos montando como um quebra-cabeça. O tema principal é a cidade de Belo Horizonte (MG). Não só nas letras, mas no tempo, no ritmo, no jeito de tocar os instrumentos. O motivo? Porque é a cidade onde vivemos, nossa realidade, o que temos contato todo dia. – Explica Eduardo.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Tempo Plástico lançou na metade do ano o single “Buraco do Queijo”, gravado e mixado no estúdio do selo de música independente Queijo Elétrico.

- Ouçam para ver!! – Eduardo Drummond, baterista da banda Templo Plástico.
 
AGENDA
19/12/2009 - Festival de arte experimental - brócolis - Ouro Preto (MG)
19/12/2009 - Festival Rock Solidário – Barbacena (MG).
 
CONTATOS
Telefone: (31) 3567-8166
Outros sites: blogqueijoeletrico.wordpress.com,
Link para download do single “Buraco do Queijo”: http://migre.me/denf
Link para o clipe da musica “Coisa”: http://migre.me/deol

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NOTICIAS

DATA: 08/12/2009
ENVIADO POR: LUIZ GABRIEL LOPES

RESTA UM - ESPETÁCULO CÊNICO-MUSICAL

Deslocar-se do lugar de conforto não é um exercício que costumamos fazer rotineiramente: é um movimento que envolve muitos riscos e poucas garantias. Da mesma forma, abrir-se para a criação coletiva e para a diferença trazida pelo outro tampouco oferece muita segurança ou controle do que chamamos “resultado”.  No fim das contas, é uma equação que contém seu valor em si mesma.

É justamente nesse espírito que acontece o espetáculo RESTA 1: do  contato entre 11 artistas mineiros de diferentes áreas, a resultante de linguagem surge num campo aberto de possibilidades, estabelecido unicamente a partir do dispositivo construtivo - a reunião.

Datas: 11, 12 e 13 de dezembro
Horários: sexta e sábado 21h - domigo 19h
Local: Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna (afonso pena 4001)
Entrada: R$15 (meia 7,50)
Vídeo do processo de criação: http://www.youtube.com/watch?v=t4rseeaqzhM

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA 4INSTRUMENTAL




A banda 4Instrumental foi formada em abril de 2008, em Sabará (MG), e desde então matem a mesma formação, que é composta por Thiago Augusto Guedes (guitarras), Tiago Salgado (teclado/synt e flautas), Paulo Henrique "Paulão" (baixo) e Rodrigo Gonçalves "Digão" (bateria).

O INICIO
Os integrantes da banda dizem que tudo começou de maneira inusitada, eles iriam fazer apenas um único show, para se divertirem com suas composições, e a coisa acabou ficando mais seria e deram sequência na banda. Perguntados sobre o motivo de serem uma banda instrumental, eles respondem que após o primeiro show, não sentiram a necessidade de ter vocal e assim continuaram.

 - Já nos conhecíamos de outros trabalhos e tínhamos admiração pela  forma que cada um tocava. Não existiu um "cabeça da banda”, pois tudo aconteceu de forma muito inusitada. Começamos a tocar juntos devido o Forceps, (coletivo que fazemos parte), estar promovendo, em Maio de 2008 em nossa cidade, um festival de música instrumental, o "Minas Instrumental", e precisavam de uma banda local,deste gênero. Em abril de 2008 começamos o processo de composição para este show, apenas para a gente se divertir tocando nossas músicas. – Conta Tiago Salgado

- O que seria o 1º e único show da banda, teve uma aceitação muito boa do publico que esteve presente. Por este motivo e pela satisfação  de conseguirmos compor as primeiras músicas em tão pouco tempo, e agradar várias pessoas, gravamos uma DEMO, e colocamos as músicas no MySpace, em seguida fomos convidados  por vários coletivos que compõe FEM, a circular, o que tem sido muito importante para o crescimento e aprendizado da banda nos dias de hoje. No começo tivemos algumas dificuldades financeiras, que sempre foram superadas com esforço e ajuda do Forceps, e dos outros coletivos que sempre  nos receberam muito bem. – Diz Thiago Augusto.

O NOME
De acordo com a banda, não há um motivo especial para terem escolhido 4Instrumental, segundo eles foi o melhor nome de todos que apareceram durantes os ensaios.

INFLUÊNCIAS
Eles ressaltam que alem de musica também tem influencias da vida em geral, de filmes, de pessoas, etc.

- Não nos preocupamos com rótulos, apenas tocamos o que sentimos. Somos uma banda de rock instrumental, com influências diversas, de cada integrante. – Explica Paulo Henrique.

- Geralmente quando vamos criar, um dos quatro aparece com um tema nos ensaios, para ser desenvolvido em conjunto com a banda, surgindo novas melodias e temas. Sempre existe um tema principal, porém ele é subjetivo, nunca é colocado para o grupo, assim como o publico, ficando a critério de cada um o  desenvolvimento da sua  história. – Ressalta Rodrigo Gonçalves.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda 4Instrumental finalizou a gravação e masterização do primeiro disco, intitulado "Fuga". Eles pretendem fazer o lançamento no primeiro semestre de 2010. As músicas já estão disponíveis para download no myspace da banda.

AGENDA
11/12/2009 - FESTIVAL SEMIFUSA - Ribeirão das Neves (MG)

20/12/2009 - FESTIVAL NOVAS TENDÊNCIAS – Uberaba (MG)

CONTATOS
Telefones: Thiago Augusto Guedes (31)8441-1159 - Tiago Salgado (31) 9287-6082

 - Uma das cidades que já tocamos foi Montes Claros, em fevereiro de 2009, no Grito Rock. Foi muito massa!! Fizemos muitos amigos, aprendemos muito com o pessoal do Coletivo Retomada e esperamos voltar em breve. Um grande abraço a todos! – banda 4Instrumental. 


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NOTICIAS

DATA:05/12/2009
ENVIADO POR: BANDA AMADUSCIAS

AMADUSCIAS & METALLICA EM PORTO ALEGRE?

A banda Amaduscias foi indicada e está na votação para abertura do show do METALLICA em Porto Alegre. 


Ajudem e votem na AMADUSCIAS. 

Será o Metal Extremo ao lado dos thrashers...

Rodrigo Sardi & Amaduscias
www.myspace.com/amaduscias
MSN: m_attack@hotmail.com


DATA:06/12/2009
ENVIADO POR: FRED BERLI

Manolos Funk Lança seu Primeiro EP

O quarteto mineiro, Manolos Funk,  promove temporada de lançamento de seu primeiro EP “Manolos Funk” através do selo Vatos. Os primeiros shows acontecem nos dia 12 de dezembro no Festival Semifusa, em Ribeirão das Neves e no Centro Cultural Lindéia Regina em Belo Horizonte. Já no dia 17 do mesmo mês a banda faz show  no bar ROTA 85, em Belo Horizonte, onde todo o público presente levará o EP  de brinde na entrada.

Gravado no Estúdio Casa Antiga, em Belo Horizonte, o EP “Manolos Funk” conta com 5 faixas que dão uma boa amostra da capacidade da banda com sua sonoridade particular e original definida pelos próprios Manolos como “ultrafunk”. E o disco ainda conta com a participação mais que especial do DJ Giffoni na faixa “Origamis” A parceria da banda com Fabrício Galvani e Sérgio Giffoni na produção do disco, garantiu timbres e mixagem que atingiram todas as expectativas da banda.

Quanto a escolha do ROTA 85, que fica na região da Pampulha,  para a realização do lançamento, a banda é categórica: “Belo Horizonte precisa se perceber como metrópole que é. Numa cidade deste tamanho, a música independente não pode, nem deve, ficar presa aos limites da Contorno. Por isso fiquei muito feliz, quando a direção do bar decidiu abraçar nosso projeto e abrir pela primeira vez espaço para música autoral em sua grade.” afirma Fred Berli, baterista dos Manolos.

O EP “Manolos Funk” é o primeiro lançamento do Selo independente  Vatos Disco, ligado ao Circuito Fora do Eixo, através da Fora do Eixo Discos e mostra através da utilização em sua produção de conceitos como reciclagem e sustentabilidade, o espírito do Circuito Fora do Eixo: onde falta verba, sobra criatividade, competência e companheirismo. E é por estas e outras que essa rede de coletivos vem balançando a cena musical brasileira.

Serviço
Show de Lançamento EP “Manolos Funk”
17 de dezembro, 21:00 hras
Rota 85 (Av. Guarapari, 1544, Santa Amélia, Belo Horizonte)
$ 12 Masc / $ 8 FEM (Entrou, Ganhou um  EP “Manolos Funk”)

Infos: (31) 8845.7455

Link para Teaser do Lançamento: http://www.youtube.com/watch?v=X0MuhZlE3yE

Por Vatos  Imprensa

--
Fred Berli
Manolos Funk
www.myspace.com/manolosfunk
Vatos Coletivo
www.vatoscoletivo.blogspot.com
(31) 8845.7455


DATA:07/12/2009
ENVIADO POR: André Luiz Aguiar Coimbra

OS SONS DE NOEL 4

Acontecerá nesse próximo dia 16 de Dezembro de 2009 (quarta feira) às 20:30 h a quarta edição do show “Os Sons  de Noel” Encha o saco do Papai Noel e faça uma criança feliz.

O projeto tem o objetivo de arrecadar brinquedos para serem doados a crianças carentes no período do natal. As doações já podem ser feitas no Montes Claros Shopping durante todo o mês de dezembro.

Essa é a quarta edição do projeto idealizado pelo músico André Águia em parceria com o Montes Claros shopping. Durante as últimas três edições grandes artistas regionais passaram pelo palco contribuindo com sua arte e sua música e mais importante, muitos brinquedos foram arrecadados e doados.

A edição de Os Sons de Noel 2009 contará com as presenças de :

André Águia, Jukita Queiros, Sholmes Solto, Bete Antunes, Cesar Negaum, Baru Sonoro, Umeazero, Maracutaia, Camila Antunes, Carlos Soyer, Wanderdick, Marcilio Maia entre outros.

As doações de brinquedos podem ser feitas durante o mês de dezembro no Montes Claros Shopping no SAC.

Informações:
91025896

Montes Claros Shopping
Tel: (38) 3214-3300




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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

INVASÃO POSSILGA NO ESPETÁCULO "TILL - A SAGA DE UM HEROI TORTO" DO GRUPO GALPÃO






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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA O GRUPO QUEBRAPEDRA



O Quebrapedra foi formado no ano de 2001 em Belo Horizonte (MG), após algumas mudanças, o grupo é composto por Leonora Weissmann (vocalista e letrista), Rafael Martini (compositor, pianista, e cantor), Edson Fernando (bateria e percussão) Mateus Oliveira (percussão e vibrafone) e Pedro Maglioni (baixista e compositor).

- O Quebrapedra surgiu em 2001, quando todos éramos bacharelandos na UFMG. A formação se alterou nos primeiros anos e vem mantendo sua forma nesses últimos cinco anos. Eu, Rafael Martini, Edson Fernando, Mateus Oliveira e Pedro Maglioni. Começamos como um quinteto, onde o Rafael, hoje pianista, tocava guitarra e violão. Havia nos primórdios outra tecladista, a Aline Tomanick, que saiu no primeiro ano do grupo. Caminhamos um tempo como quarteto e posteriormente o Edson Fernando juntou-se a nós. – Conta a vocalista Leonora Weissmann.

O COMEÇO
Leonora diz que tudo se iniciou quando ela e o Rafael, que já eram amigos e gostavam do mesmo tipo de som, tiveram a idéia de formar um grupo. Então foram a procura de amigos com interesse em tocar e convidaram colegas do Rafael para participar. No começo eles tocavam músicas de compositores consagrados como Tom Jobim, Egberto Gismonti, Edu Lobo, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Elis Regina, alem de duas musicas autorais.

- Costumo dizer que nem me lembro de quando não conhecia o Pedro e o Mateus, que estão desde o início no grupo. A simpatia e cumplicidade foram imediatas. Já o Edson entrou alguns anos depois, para substituir o Mateus, que ficou um ano na Espanha, e quando vimos, não era possível ficar na substituição. O Mateus retornou e viramos um quinteto. Tocávamos duas músicas autorais, uma composta em uma fazenda por milhares de pessoas sobre um poema do Manuel Bandeira, um samba chamado "Irene no Céu", e uma, que está no disco, chamada "Samba no ponto" do Rafa e da Alice Bicalho. Posteriormente, ficamos interessados em compor mais, e tocar músicas de amigos compositores, músicas que ficávamos muito afim de tocar, propondo arranjos novos. Dessa maneira aumentamos nosso repertório autoral e atualmente raramente tocamos músicas muito famosas, como antigamente. Isso é muito mais instigante pra gente, porém é mais difícil e lenta a conquista do público. O “cabeça” da banda desse ponto de vista foi o Rafael, em minha opinião. Ele foi quem direcionou de uma forma geral todo o início do grupo. Depois, acho que as responsabilidades e idéias se espalharam de forma bem distribuída pelo grupo e cada um faz sua parte. Com o detalhe que ele continua sendo o dono da "salinha" (hehe) local onde ensaiamos em Belo Horizonte (MG), nós e mais alguns outros grupos que ele integra. – Ressalta Leonora.

O NOME
De acordo com a vocalista, a escolha do nome é sempre um momento difícil, pela incerteza de saber se o nome irá “pegar”. Ela conta que na época, todos deram sugestões, até que o Pedro sugeriu Quebrapedra, que é o nome de uma planta utilizada medicinalmente. Mas Leonora explica que Quebrapedra foi escolhido porque é o mesmo nome de um passarinho inventado por Tom Jobim.

- Apesar de todos associarem à plantinha que ajuda no tratamento de pedras nos rins, o nome foi escolhido, basicamente, por causa de um passarinho que o Tom Jobim inventou, que se chama Quebrapedra. Em sua música “Pato Preto”, o canto do pássaro, que remete ao seu nome fictício, aparece no final, e também na suíte “Gabriela”. Gostamos da idéia, da sonoridade do nome e principalmente de Tom Jobim. Tocávamos a música “Pato Preto” do Tom, e sempre acabávamos com o canto do pássaro: Quebrapedra. Quando vimos o nome já tinha dado certo. – Diz Leonora.

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS
Perguntada sobre as influências das banda, Leonora cita nomes como Gismonti, Hermeto, Milton, Gilberto Gil, Elis Regina, alem de alguns amigos mais próximos,que são intérpretes e compositores como Kristoff Silva, Antonio Loureiro, Felipe José, Renato Motha, Patrícia Lobato, Rafael Macedo, Mestre Jonas, Leopoldina, Elisa Paraíso, Makely Ka, Maísa Moura, João Antunes, Frederico Heliodoro, Mauro Rodrigues, Alexandre Andrés, dentre outros. Ela ainda cita Bjork, Radiohead, Queen/Freddie Mercury, Beatles, Bobby McFerrin, Maria João, David Lynx.

PROCESSO DE CRIAÇÃO E TIPO DE SOM
O baterista e percussionista Edson diz que é difícil definir o tipo de som que tocam até pela variedade referencias e influências que o grupo possui. Ele fala que se tentassem definir seria algo como forçar um rotulo o que não seria interessante para eles.

- Isso é difícil, são tantas as referências e as influências, que tentar definir o som que fazemos seria como forçar algum tipo de rótulo, e para nós isso não é interessante. Não nos propomos a fazer algo fechado, que se encaixe em uma ou outra proposta definida, embora seja possível identificar muitas de nossas influências nas referências que a Leonora mencionou acima. Não temos um processo de criação padrão, mas quando vamos tocar a música de algum de nossos amigos parceiros, todos escutam a música e fazemos os arranjos de forma mais coletiva. Já as composições do Rafael, ele geralmente as faz concebendo todo o arranjo e entrega as partes de cada um, e aí vamos para o estúdio, tocamos, e vamos burilando, entendendo, experimentando. – Conta Edson.

- Quase todas as letras foram feitas sobre as melodias já prontas, que apontavam para alguns argumentos que se formaram a partir de idéias que tive e sempre tive mania de anotar. Afinal, idéias sempre servem para alguma coisa, em algum momento. E se eu não anotar, é esquecimento na certa. Tenho as idéias dentro de meu processo das artes plásticas, de assuntos diversos sobre os quais leio, de pequenos acontecimentos do cotidiano e curiosamente, muitas vezes de coisas que as pessoas me dizem; frases, e experiências (amorosas ou não) que são contadas em conversas. Acho bonito, forte ou interessante e penso que pode ser uma boa imagem, o que resulta em pinturas, desenhos ou escritos. A letra de “Nem ao menos uma flor” por exemplo, surgiu de uma plaquinha que vi no parque municipal de BH que dizia: “Por favor, desse jardim tire só fotografias”. Já a letra de “Breve” surgiu porque convidei um amigo pelo Messenger para vir à minha casa, porque eu inclusive faria pão de queijo para ele...aí ele respondeu: Se assim vai ser muito em breve. Gostei e roubei, hehe. – Relembra Leonora.

TRABALHOS GRAVADOS
O grupo Quebrapedra tem um disco com doze faixas, com encarte feito pela Fernanda Monte-Mór com pinturas da Leonora.

- São oito composições nossas, sendo que algumas são parcerias com outros letristas, como o Makely Ka e a Alice Bicalho, e quatro, que interpretamos e rearranjamos, de compositores e amigos: Renato Motha, Kristoff Silva e Makely Ka, Felipe José, Antonio Loureiro e Dudu Nicácio. Contamos com as incríveis participações especiais dos músicos Antonio Loureiro, Renato Motha, Tarcísio Braga, Thiago Nunnes e Mauro Rodrigues, além de outros grandes músicos que tocaram os arranjos de sopros, como Flávio Ferreira, Alaécio Martins, Mariana Diniz, Romeu Rabelo e Nivaldo Orsi. – Diz Leonora.

CONTATOS
                                     http://www.youtube.com/watch?v=tf78TvI0_5w
                                     http://www.youtube.com/watch?v=-ny-Xda5N7I

- Convido todos a ouvir o som do Quebrapedra, ao vivo e através do nosso primeiro disco! Quem gosta de canções e música instrumental agrupadas tem grande chance de ficar feliz em conhecer mais um grupo que ama a música e fez seu primeiro disco com muito cuidado e carinho; além de tudo, contamos com grandes músicos que ampliaram um bocado a banda em algumas músicas! Dessa forma, esperamos também que conheçam o trabalho dos outros compositores que gravamos pelos quais temos profunda admiração. Espero que gostem, ouçam, toquem, cantem e sejam felizes! – Leonora, vocalista do grupo Quebrapedra.

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NOTICIAS

DATA: 25/11/2009
ENVIADO POR: MARCIA BRAGA

SELEÇÃO DE CURTAS E "LAVOURA ARCAICA" NO CINEMA COMENTADO
   
Neste sábado, dia 28 de novembro, o Cinema Comentado Cineclube traz uma sessão dupla com a exibição do programa PANORAMAS 1 – LAÇOS DE FAMÍLIA, seleção de curtas do Curta Circuito, seguida pela apresentação de um dos melhores filmes da “retomada do cinema brasileiro”: LAVOURA ARCAICA (2001), dirigido por Luiz Fernando Carvalho.
           
Na provinciana São Paulo da década de 1940, Pedro é incumbido por sua mãe de trazer André, seu irmão mais novo, de volta para casa. Porém, o rapaz ainda tem as duras lembranças dos motivos que o levaram a sair de casa girando em sua mente: um pai absolutamente repressivo; uma mãe que, de tão terna, chega a ser sufocante. Estes, porém, não são os únicos motivos que levaram André a se afastar da família. Baseado no livro de Raduan Nassar, LAVOURA ARCAICA (2001) é uma espécie de visita à parábola do filho pródigo. Mas, desta vez, a volta do ente querido causará profundas e inesperadas mudanças na rotina familiar.

É dos mais belos, ousados, íntegros e difíceis filmes produzidos no Brasil e que está muito perto de uma obra-prima. Raramente se viu um filme a serviço de um texto literário, que segue de maneira tão respeitosa, quase de modo reverente. O elenco é excepcional. Selton Mello consegue se tornar o melhor ator de sua geração, sem qualquer sombra de dúvida. Não só fisicamente (ele emagreceu cerca de 20 kg para o papel) quanto psicologicamente, Mello faz uma imersão num personagem sombrio e amargurado, epiléptico, a “ovelha negra” da família. O pai, feito por Raul Cortez, se mantém num segundo plano até perto do final, quando há um grande diálogo entre ele e Mello, um notável embate que é o ponto alto do filme.

Por mais que se relute em embarcar na trama, até por sua narrativa lenta, o filme é de tal forma arrebatador, que fica difícil encontrar parâmetros para julgá-lo. LAVOURA ARCAICA pode ser definido como um exercício de sensibilidade, uma obra notável de um cineasta em seu primeiro longa. Para muitos críticos, um filme único na história do cinema brasileiro. Classificação etária: 16 anos.
 
CURTA CIRCUITO
           
O Cinema Comentado, em parceria com a Associação Curta Minas/ABD-MG e a Usiminas, apresenta, também nesse sábado (28/11), o Cineclube Curta Circuito com o programa PANORAMAS I – LAÇOS DE FAMÍLIA. A família é a união imposta: laços de sangue não se escolhem, aceitam-se. A esse fato reage-se e, na construção de um espaço pra si, em geral reage-se contra a família. Em torno de tal questão giram os três filmes exibidos:

1) DEPOIS DAS NOVE
Rafael vive com sua avó em um apartamento em Copacabana. Depois de alguns incidentes, ele percebe de forma diferente o mundo a sua volta.

2) CÃES
Um pai, um filho. Dois pontos de vista. Um encontro, o encontro.

3) SWEET KAROLYNE
Nem Elvis, nem Jarbas morreram. É tudo uma grande invenção.

O Cinema Comentado Cineclube acontece todo sábado, a partir das 19h, na sala 44 do Sesc – Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). A entrada é gratuita e há sempre um bate-papo após as exibições.
 
CINESESC
           
No domingo, dia 29/11, o CineSesc apresenta AMORES (1998), do diretor carioca Domingos de Oliveira. O filme é uma crônica dos costumes amorosos e conflitos familiares da classe média urbana nos anos 1990, captada por uma câmera solta, comprometida com o retrato da instabilidade dos relacionamentos. Vieira é um escritor da TV Globo prestes a perder o emprego, enquanto se degladia com a filha Cíntia, tentando controlar sua excessiva liberdade. Telma é casada com Pedro: Não quiseram ter filhos, mas agora estão querendo e não conseguem – o que está pondo o casamento em perigo. Luiza é uma atriz fracassada que ganha a vida contando piadas em bares. Apaixona-se loucamente pelo pintor Rafael, mas descobre que ele é bissexual. As histórias se entrelaçam e os problemas se complicam.
           
Depois de duas décadas afastado da direção em cinema, Domingos Oliveira volta com AMORES e imprime um retrato das relações afetivas do final do século XX. O roteiro é baseado na peça homônima escrita por ele, em colaboração com Priscilla Rozenbaum, e encenada no Rio de Janeiro, em 1996. Tudo funciona em AMORES. As qualidades são muitas. A escolha certa dos atores, as locações "reais", o modo de filmar, uma câmera sempre muito próxima, íntima dos personagens. Há uma dinâmica de dizer o texto pelos atores pouco vista no cinema brasileiro, com naturalidade e expressividade.
           
O mosaico de relacionamentos de AMORES dá conta de muitas reflexões sobre as relações entre as pessoas; fala de um tempo de muitas liberdades, mas com personagens extremamente humanos simplesmente tentando... viver o mais dignamente possível. Tudo dá certo por que Domingos está falando de algo que conhece muito bem: a vida – e, por extensão, a vida de todos que se arriscam em busca do amor e da felicidade. Classificação etária: 12 anos.

O CineSesc acontece em parceria com o Cinema Comentado Cineclube e a Programadora Brasil, apresentando sessões todos os domingos, no Salão de Convenções do Sesc-Pousada Montes Claros, a partir das 19h (novo horário). O endereço do Salão é Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). As sessões são gratuitas, abertas a todos os interessados, e depois acontece um bate-papo com a platéia sobre o filme apresentado.

CINEMA E VIOLÊNCA
Também no sábado e no domingo, dias 28 e 29 de novembro,  a Coordenadoria Municipal da Mulher em Montes Claros promove a exibição de dois filmes com temas relacionados à mulher. A intenção é discutir as várias formas de violência contra a mulher. Todas as exibições são gratuitas e acontecem a partir das 17:00 horas no Sesc, em parceria com o CineSesc e o Cinema Comentado.


Sabado (28/11) - "São Bernardo" (1971) - Direção: Leon Hirszman
Baseado no livro de Graciliano Ramos, discute o relacionamento homem/mulher durante a década de 1940. O filme deu a Othon Bastos o prêmio de melhor ator no Festival de Gramado.


Domingo (29/11)- "Jogo de Cena" (2007) - Direção: Eduardo Coutinho
Documentário que conta a vida de 23 mulheres, através de interpretações de atrizes como Marília Pera, Andréia Beltrão e Fernanda Torres. Ficção e realidade se misturam num jogo em que o espectador nunca tem certeza do que é real ou fantasia.


DATA: 25/11/2009
ENVIADO POR: BANDA INSTIGA

INSTIGA E MOPTOP EM CAMPINAS - 2 DIAS PARA COMPRAR SEU INGRESSO

Este e só um último aviso do show do Instiga em Campinas, esta sexta - feira. Quem puder, garanta o seu ingresso em um dos pontos de venda abaixo! Um abraço para todos vocês e em breve divulgaremos uma grande notícia da banda: Vamos tocar num grande festival internacional em 2010!

GANHE SEU INGRESSO!
Na comunidade do Rock 'n' Beats, projeto dedicado a música independente em Campinas, há uma promoção que está sorteando vips e outros prêmios para este show. O endereço da comunidade é o www.rocknbeats.com.br/comunidade .

 Animafest - loja especializa em acessórios e itens para festas, como balões, fantasias, lança confete e outros adereços - está sorteando 4 ingressos desta edição especial do Rock 'n' Beats que conta com Moptop e eo Instiga dia 27 em Campinas.

Para participar desta promoção da Animafest é bem fácil: Basta responder a perguntar "Por que eu mereço ganhar o ingresso para o show do Moptop em Campinas?"

Crie uma resposta bem criativa e mande para o Twitter do Animafest ( www.twitter.com/lojas_animafest ) ou para o email contato@animafest.com.br . Os quatro premiados serão escolhidos e anunciados na quarta-feira 26/11 , pelo twitter e pelo email.


qualquer dúvida pessoal, estamos aqui para responder!

Chris, Gabriel e Sérgio

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA RAM



A banda Ram surgiu no ano de 2007, em Belo Horizonte (MG). Após algumas mudanças, atualmente a banda tem na sua formação Paim (vocal, guitarras, teclados, gaita), Abacatu (bateria, escaleta, teclado, percussão) e Ricardo Righi (baixo,vocal)

- Somente eu e Abacatu ainda estamos da formação original. Antes do Ricardo, Daniel Franco ocupava o baixo. Já tivemos diversos guitarristas, Thiago Assis, que participou das primeiras composições e Paulo Emílio, que gravou algumas partes no disco vindouro foram os que ficaram por mais tempo. – Conta Paim.

O COMEÇO
Segundo Paim, em 2006, após formar no curso de jornalismo, convidou alguns músicos para tocar, porem a banda só foi formada mesmo no segundo semestre de 2007. Ele explica que uma das principais dificuldades enfrentadas foi encontrar músicos com  compromisso profissional com a música.

- O objetivo da banda era bem claro e compartilhado pelos membros de então, assim como com os atuais; todos já passaram por diversas bandas e fazer música definitivamente não é um hobby a essa altura. Daí a prioridade ao repertório próprio, medida tomada também pela grande quantidade de composições que eu fazia e faço. Em uma das embrionárias formações da banda, vários covers chegaram a ser ensaiados (nunca apresentados ao vivo) numa tentativa de se adaptar e alcançar espaço mais facilmente na cena rock local, na qual rádios simplesmente ignoram as bandas novas, enquanto a maioria das casas noturnas prioriza bandas covers. Tivemos várias mudanças na formação, resultado da dificuldade em encontrar músicos roqueiros que tenham compromisso profissional com a música, e talvez seja esse o maior problema enfrentado pela Ram no estágio em que a banda se encontra, a cultura do cover, que se percebe no público roqueiro local, mas é incentivada e reforçada pelas casas e acaba refletida na dificuldade das bandas em sair das releituras e apresentarem suas composições. Mas nós preferimos ir pelo caminho imediatamente mais difícil, mas mais condizente com a vontade e possibilidade dos músicos: fazer a própria música. Daí a dificuldade em entrar no circuito de bares e casas noturnas locais, apresentando material autoral. Mas aos dois anos de vida, o Ram comemora a vitória de conseguir se apresentar regularmente e sempre em eventos e espaços voltados para a apreciação do novo. – Afirma Pain.

O NOME
Paim explica que quando o Abacatu tinha sete anos, foi atingindo na cabeça, por um saco pesado, chegando inclusive a desmaiar. Segundo Paim, após esse incidente a família de Abacatu relatou que ele começou a ter atitudes estranhas. Por sua vez, Abacatu não se lembra disso, só se recorda de olhar para cima, ver o saco caindo e ouvir alguém gritando “Raaaaammmmmmmm.....”. Daí então a origem do nome da banda.

INFLUÊNCIAS E ESTILO
De acordo com Paim, ele e os demais integrantes são bastante ecléticos na arte que consomem, seja musica ou outro tipo. Porem ele ressalta que todos são muito influenciados pelo rock e quando começam a tocar o rock acaba surgindo. Segundo Paim a improvisação é o carro chefe e como ele compõe o tempo todo, e mistura tanto que já não consegue definir o estilo.

- Do folk rock à psicodelia de garagem à sensualidade do soul e à agonia musical do kraut, algo de barroco... mas, costumo dizer que o que influencia o Ram é nosso estado de espírito. E esse estado de espírito pode dar numa música ou ser causado por ela e por aí vai. Não gosto de definir o som que fazemos. Acho que o nome Ram é tão neutro que se quisermos fazer ópera brega cigana um belo dia com esse nome não chocaremos. Eu poderia chamar o nosso som de Música transgressora ou experimental. Mas música e arte são experimentais e transgressoras por natureza e isso acabaria num pleonasmo. Então prefiro não definir. Deixo para os críticos. Aliás, definições e segmentos sempre existiram, mas essa divisão rigorosa a que a cultura pop obriga só serve pra fazer os consumidores se identificarem como sendo de certo grupo e meio por consumirem certa música, assim como certa roupa. E isso está passando de geração para geração e se tornando onipresente a tal ponto, que novas bandas acabam se preocupando primeiro em de que estilos vão ser e que públicos vão atingir e depois em fazer música. – Diz Paim.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
Falando do processo de criação, Paim conta que cada musica tem sua “viagem” inicialmente na melodia ou na harmonia e depois na letra e nos arranjos. Ele ainda ressalta que no final, dependendo da interpretação que eles vão dar a musica pode, a mesma pode mudar totalmente de “cara”.

- Cada música é uma coisa. Quando componho, às vezes penso em alguma parte do arranjo de algum instrumento, mas o geral é cada um fazer sua parte no ensaio. Não temos muita preocupação em fechar arranjos. Cada vez que tocamos, o clima em que estamos e a resposta que sentimos do público muda a interpretação. Tentamos dar à música o que a música pede quando a fazemos, mas não dispensamos a espontaneidade. Por isso que é bom tocar muito a música antes de gravá-la. E também não nos preocupamos em fazer da versão do estúdio, a versão definitiva da música. Em estúdio exploramos o que for possível fazer – se tiver uma nave espacial ou um coral de macacos no estúdio e tiver a ver com a música, isso rola. Nos shows, na maioria das vezes, impossibilitados de repetir o arranjo do estúdio por falta de gente suficiente, criamos outra maneira de apresentar a música. Não considero que a música perde. São duas coisas diferentes. E somos adeptos daquela idéia do Dylan de que a música não necessariamente chega, na gravação de estúdio, à plenitude, à perfeição, ou à compatibilidade total com a idéia do compositor. Isso pode acontecer quando você a executa em casa, num show, ou daqui a 50 anos. – Ressalta Paim.

INSPIRAÇÃO
Para Paim, compor é uma necessidade, e inclusive ele não consegue explicar ao certo o motivo disso, mas volta e meia, surge uma melodia, ou uma frase, quando ele senta no teclado ou pega no violão.

- Pode sair algo mais folk, mais soul ou mais dançante, mas isso deve ser o que pedem o humor e o estado de espírito de então. Talvez isso seja o resultado de um turbilhão de emoções, pensamentos, de uma rotina ou até de coisas do subconsciente que não expresso desabafando, pintando ou de outro jeito, mas sim com música. O resto, seja a letra, a melodia completando a harmonia ou vice versa, pode fechar ou contrastar com a primeira idéia. Isso por que acabo ficando dias mexendo na música, esqueço e refaço meses depois, junto com pedaços de outras idéias, labuto um bocado. A música nunca é uma viagem ali e pronto. São várias viagens. – Conta Paim.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Ram está finalizando o primeiro álbum que pretendem lançar no começo de 2010. Por enquanto, alguns pré-mixes, e gravações ao vivo estão disponíveis na net.

- É o resultado de vários anos de composições e de dois anos de banda, com arranjos, rearranjos e gravações, testes ao vivo e observação da resposta do público. – Explica Paim.

AGENDA
26/11/2009 - MELZIM COM QUEIJO FEST - 21H, R$6,00 - OASIS SCOTCH BAR: R. DR. LÚCIO BRANDÃO, 266, PRADO, Belo Horizonte (MG).

CONTATOS
Telefones: (31)8775-3576 / 3317-0838 (Paim) - (31) 8439-7686 (Jackson) / (31) 9948-0240 (Ricardo)
Twitter: www.twitter.com/ramrockband

- Não ouça enquanto usa o MSN ou qualquer outra coisa na net ou no walkman enquanto vai para o trabalho ou para algum lugar no carro. Se possível não veja fotos ou imagens da banda antes de ouvir, não leia nada sobre o estilo, ou alguma crítica. Se distancie da indicação que o fez ouvir o Ram. Não associe a nada. Ouça! – Paim, vocalista, guitarrista, tecladista e gaitista da banda Ram.

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NOTICIAS

DATA: 25/11/2009
ENVIADO POR: ANDREY MEOLI

PROMOÇÃO SOPRONES

Fala galera,
já está rolando a promoção para ganhar um kit do soprones com
camiseta, cd e adesivos, acessem www.soprones.com e saibam mais.

Grande abraço
ANDREY MEOLI / SOPRONES-MG 

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA ROCKNOVA



Rocknova surgiu no ano de 2007 em Belo Horizonte (MG), a banda é formada por Gustavo Lago (vocal e violão), Borba (guitarra e harmônica). Xerllez (baixo) e Nenel (bateria).

O INICIO
O baterista Nenel conta que tudo começou com uma conversa entre Borba e o Xerllez, quando estavam em um show do Udora. Nesse show eles tiveram a idéia de formar uma banda autoral. Então convidaram o Nenel e o Gustavo Lago para completar o grupo.

- Topamos na hora e começamos a trabalhar em cima das músicas que o Borba já tinha. Em agosto de 2007 fizemos nosso primeiro show e não paramos mais, mesmo com a dificuldade de arrumar shows no início da banda, quando não tínhamos material. Mesmo assim fizemos um bom número de apresentações em 2007. 2008 e 2009 foram grandes anos para o Rocknova. Neste tempo, lançamos o CD, tocamos no Conexão Vivo, fizemos turnê pelo Sul do país e por São Paulo e dividimos o palco com Udora, Oswaldo Montenegro, Acústicos & Valvulados, Humberto Gessinger e Duca Leindecker (duo Pouca Vogal), entre outros. – Relembra Nenel.

O NOME
De acordo com Nenel, Rocknova não tem nenhum significado, foi um nome escolhido entre muitos outros, pois eles não estavam satisfeitos com nenhum dos nomes e Rocknova foi o que mais agradou.

ESTILO E INSPIRAÇÃO
Nenel diz que cada membro da banda possui diferentes fluências, mas há uma preferência unânime, os Beatles. Segundo ele, a  inspiração para criar as musicas vem de fatos cotidianos, falam do que vivem. Nas letras eles  passam a maneira como eles vêem o mundo.

- Fazemos rock. E gostamos de ter a formação com uma guitarra, baixo e bateria. Em algumas músicas o violão se junta à guitarra. Acho que é um rock direto, com som límpido. Flertamos também com o rock moderno, com o indie. Também nos preocupamos muito com a qualidade das letras das canções. Até hoje nosso processo de criação funciona da seguinte maneira: os compositores da banda são Gustavo Lago e Borba. Geralmente eles chegam ao estúdio e mostram ao resto da banda uma canção. Se todos gostarem, partimos para a criação dos arranjos em grupo. Tem dado certo até agora. Lembrando que sete músicas do álbum "Rocknova", de 2008, são de autoria de Borba e três canções de Gustavo Lago. – Conta o baterista.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Rocknova lançou seu primeiro álbum em 2008 que após um ano, já tem quase três mil copias vendidas. A banda pretende lançar um segundo álbum em 2010.

AGENDA
04/12/2009 - Dividindo o palco com Ricardo Koctus (baixista do Pato Fu) e com André Abujamra (ex-Karnak)- Teatro Oi Futuro Klaus Vianna, Belo Horizonte (MG).
13/12/2009 - "Natal Solidário Rocknova", Belo Horizonte (MG)
20/12/2009 - Feira Hippie, Belo Horizonte (MG).

CONTATOS
Telefone: (31) 9641-8624 (falar com Anderson Fonseca).
Site Oficial: www.rocknova.com.br /
- Bem, estão todos convidados a conhecer nosso trabalho. No nosso myspace dá para escutar as dez faixas do CD e tem link pra baixá-lo de forma gratuita. Espero que gostem! – Nenel, baterista da banda Rocknova.

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NOTICIAS

DATA: 24/11/2009
ENVIADO: LUIZ GABRIEL LOPES

GRAVELOVER´S II - AMOR E ROQUENROL

Um ano depois, o encontro se repete: no próximo dia 28 de novembro, na festa de encerramento do forumdoc.bh.2009, acontece a segunda edição do Gravelover´s, a inusitada junção das bandas Graveola e o lixo polifônico e The Dead Lover´s Twisted Heart.

A idéia é simples: juntar duas bandas amigas num evento fora dos tradicionais pontos de encontro da cidade. O show Gravelover´s, que há um ano deslocou mais de 600 pessoas para o tradicional Clube Orion, no Carlos Prates, terá sua segunda edição no dia 28 de novembro, no Odeon Espaço Cultural, Barro Preto, na festa de encerramento do forumdoc.bh.2009.

A miscelânea sonora, que pode parecer inusitada num primeiro momento, quebra possíveis preconceitos e mostra que o diálogo entre os estilos pode ser maior do que se imagina. “De um tempo pra cá, temos aprendido muito com a ‘atitude’ do rock, a energia, e nosso som absorve isso numa outra roupagem”, diz Marcelo, integrante do Graveola. “Rola também uma interseção do público que é muito bacana de perceber. Não são guetos fechados, e o diálogo é totalmente possível e proveitoso”, ressalta Guto, do Deadlover´s.

A junção das bandas se destaca ainda pelo fato de que ambas têm sido apontadas como nomes de peso na cena belorizontina, conquistando um público cativo e gradualmente adquirindo reconhecimento no circuito brasileiro de música independente. “Devido ao sucesso do primeiro Gravelover´s, já tínhamos a idéia de fazer uma segunda edição esse ano. Resolvemos juntar o útil ao agradável, e produzir o evento na festa de encerramento do forumdoc.bh.2009, que tradicionalmente ocupa espaços alternativos da cidade e conta com um público que tem muito a ver com as bandas”, diz Rafa Cha-cha, um dos produtores da festa.

O slogan “Amor e Roquenrol” faz menção às referências compartilhadas pelas bandas: existe um traço romântico-brega presente tanto na mistureba do Graveola quanto no rock-rústico dos Deadlover´s, que inclui Roberto e Erasmo Carlos, Odair José, Cauby Peixoto e todos os românticos incompreendidos. Na intenção de ampliar essa área comum, o evento contará, além de um show de cada banda, com um terceiro set preparado especialmente para a festa. Uma formação com membros das duas bandas animará o fim de noite no melhor estilo “bailão de beira de estrada”, com clássicos do cancioneiro pop universal, além de músicas inéditas arranjadas especialmente para o encontro.

A segunda edição do Gravelover´s acontecerá no Odeon Espaço Cultural, no Barro Preto. Com um quê de decadência, o galpão ainda guarda um pouco do mistério dos antigos bailes clandestinos que o ocuparam durante os anos 40 e 50. Fica o convite em grande estilo para a noite, que promete ser (mais uma vez) inesquecível.



SERVIÇO:
GRAVELOVER'S II
festa de encerramento do FORUMDOC.BH.2009
28 de novembro | 22h

Graveola e o Lixo Polifônico
+ The Dead Lover's Twisted Heart
+ DJ 7 [Lucas Miranda]

Odeon Espaço Cultural - R. Tenente Brito Melo 254 Barro Preto
$12 antecipado $15 no local
Venda antecipada: BlackBoots Savassi e Livraria Quixote FAFICH


DATA: 24/11/2009
ENVIADO: QUIQUE BROWN 2

LEPTOSPIROSE. FILME TOUR!

Como muitos de vocês já sabem, em 2007, os conjuntos Leptospirose e Merda, sofreram um grave acidente na Alemanha durante uma turnê chamada: Spreading Brazilian Diseases  In Europe Tour, que teria na ocasião, a quantidade - exata - de 27 shows em 27 dias. Pouco antes do acidente completar seu primeiro aniversário de sessenta dias, Quique lançou um livro contando a história da tour chamado: Guitarra e Ossos Quebrados e agora, dois anos depois do ocorrido, os jovens diretores Binho Miranda e Rogério Japonês soltarão nas telas gerais o documentário, Breaking Brazilian Bones In Europe Tour que conta em áudio e vídeo, a dura e cômica realidade, desta turnê de banda brasileira de rock pela Europa.

Para lançar o filme, o Leptospirose fará uma filme tour, que passará inicialmente, pelas seguintes cidades: Goiânia, Uberlândia, São Paulo, Araraquara, Bragança Paulista e Campinas.

Aí embaixo, tem uma geral dos shows.
Apenas em Goiânia, filme e show não rolarão no mesmo dia e local. O resto é tudo junto! Importantíssimo chegar nos locais - do filme/show - na hora divulgada, pois a exibição do filme, será pontual.

SERVIÇO:
 25/11/09 . 15° Goiânia Noise Festival . Goiânia-GO (show)
Leptospirose, Os Cabeloduro, HC 137, Ressonância Mórfica e Señores.
Capim Pub . Rua 5, #56 (próximo a Av. Leste Oeste)
19h . $10 antecipado

29/11/09 . Goma - cultura e movimento . Uberlândia-MG
Leptospirose, No Defect e Etnocídio
Av. Floriano Peixoto, 12 . Centro
16h . $5

29/11/09 . 15° Goiânia Noise Festival . Goiânia-GO (filme)
Breaking Brazilian Bones In Europe Tour
Centro Cultural Goiânia de Ouro . Rua 3, esq. Rua 9 . Centro
20h . $1

03/12/09 . Clube Belfiore . São Paulo-SP
Leptospirose e Los Lotus (Arg.)
Av. Brigadiro Galvão, 871 . Barra Funda
23h . $10

04/12/09 . Caibar . Araraquara-SP
Leptospirose, Los Lotus e The Barfly Surfers

05/12/09 . Espaço Edith Cultura / S.I.B. . Bragança Pta.-SP
Leptospirose, Los Lotus (ARG) e Muzzarelas
R. Cel. Leme, 176 . Centro
20h . $10

07/12/09 . Bar do Zé . Campinas-SP
Leptospirose e The Barfly Surfers
Av Albino JB Oliveira 1325
21h . $8

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

INVASÃO POSSILGA NO ANIVERSARIO DO TABERNA ROOTS











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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA O GARFO



O Garfo é uma banda que surgiu em Fortaleza (CE) no ano de 2007. A formação que é a mesma desde o inicio, tem Felipe Gurgel (baixo), João Victor (bateria, synths e efeitos) e Vitor Colares (guitarra).

O COMEÇO
O guitarrista Vitor Colares conta que todos os integrantes se conhecem há muito tempo e já haviam tocado juntos em outras bandas, o que facilitou as coisas no inicio da banda O Garfo.

- Nos conhecemos de muito tempo e tínhamos até tocado juntos em certos momentos da vida. O Felipe chegou chamando para irmos a um estúdio tirar um som e tal, há três anos mais ou menos, e como já tínhamos outras experiências, começamos bem e sem muitos problemas. Sabíamos das dificuldades normais que toda banda independente passa: selo, shows, circular, pagar ensaio, viver disso e por aí vai, e estamos com o pé no chão até agora. - Vitor Colares.

O NOME
Vitor explica que o nome O Garfo foi uma sugestão dele, que foi escolhido por ter uma sonoridade forte.

INFLUÊNCIAS E ESTILO
O guitarrista diz que a banda possui variadas influências musicais, as principais são bandas como Nine Inch Nails, Daft Punk, Death from Above 1979, Talking Heads, Justice, Radiohead, Queens of the Stone Age, Helmet e Nação Zumbi.

Sobre o estilo musical da banda, Vitor fala que eles apesar da banda ser instrumental, eles vêem apenas como uma banda, e diz que não saberiam definir qual seria o estilo de O Garfo, e até por isso as vezes eles se definem com rótulos que criam.

- Apesar de sermos uma banda (até agora) instrumental, construímos e pensamos no O Garfo "apenas" como uma banda. Tiramos onda com alguns rótulos criados pela gente mesmo, como "post-eletro" e "stoner-pop", para dizer que nem nós mesmos sabemos o que é... (risos). Mas é isso, estamos sempre citando influências da banda em termos gerais, não só na música diretamente, e isso nos guia a certos terrenos/estilos que depois de algumas perguntas nem precisa de melhor definição (risos). – Diz Vitor Colares.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
De acordo com o baixista Felipe Gurgel, geralmente ele cria linhas de baixo e depois o restante dos integrantes criam arranjos em cima. Ele ressalta que o baixo é a guia das composições.

- Normalmente eu crio as linhas de baixo com uma certa seqüência proposta e o resto da banda vai criando arranjos em cima, tendo isto como base. O baixo é a "guia" da composição. As exceções foram Hard Clichê, Frank Einstein e Absinto, em que a idéia inicial partiu de um riff de guitarra do Vitor. A inspiração para compor a sonoridade não vem de nada específico. Quanto mais você pensa em 1001 coisas ao criar, maior o risco de você conceber algo demasiadamente derivativo. O melhor é não pensar em nada. - Conta Felipe Gurgel.

TRABALHOS GRAVADOS
Em setembro deste ano a banda O Garfo lançou o EP "Epizod" pelo selo Midsummer Madness (RJ). O EP têm cinco faixas, foi produzido pelo João Victor e com arte elaborada pelo ilustrador cearense Felipe Diaz.

- Estamos vendendo a cópia física nos shows. A arte impressa gerou um diferencial enorme no apelo deste material. Quase todo mundo que pega o CD em mãos elogia este aspecto logo de cara. Por enquanto, ainda estamos resolvendo algumas pendências burocráticas e não ampliamos tanto a distribuição. Ele custa R$ 7,00 com a gente nos shows, ou R$ 10,00 se a pessoa quiser receber pelo correio via carta registrada. No futuro, ele poderá ser encontrado de outras formas, se a tiragem atual (500 cópias) não esgotar logo. – Ressalta Felipe Gurgel.

AGENDA
17/12/2009 - Centro Cultural Banco do Nordeste – Fortaleza (CE)
08/01/2010 - Órbita – Fortaleza (CE)

CONTATOS
Telefone: (85) 8690-2466
Para baixar o EP: www.mediafire.com/?ykycmgzz21o
 
- Galera ouçam e vejam O Garfo. Obrigado!- Felipe Gurgel, baixista da banda O Garfo.

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NOTICIAS

DATA: 18/11/2009   
ENVIADO POR: MÁRCIA BRAGA

FILME DE CLAUDE CHABROL NO CINEMA COMENTADO
Neste sábado, dia 21de novembro, o Cinema Comentado Cineclube prossegue nas discussões sobre o cinema francês exibindo QUEM MATOU LEDA? (1959). O negociante Henri Marcoux tem um caso amoroso com uma bela e jovem vizinha, bem debaixo do nariz da sua esposa Thérèse. A linda filha de Henri, ao conhecer um húngaro fica apaixonada, enquanto o filho voyeur começa a ter liberdades com a amante do pai. Com o amadurecimento das paixões na família, deslumbra-se uma tragédia.

QUEM MATOU LEDA? é o terceiro filme de Claude Chabrol (um dos fundadores da nouvelle vague) e sua estréia no thriller psicológico, inspirando-se no  ídolo Alfred Hitchcock. O cineasta aborda um caso criminal com implicações sociais, que leva ao melhor suspense ressaltando, além da intriga, o ambiente em que vivem os personagens – uma classe social que esconde a sua verdadeira face no luxo que pode comprar.

Usando com perícia os flashbacks e vinhetas, Chabrol cria um pertubador enredo de infidelidade, obsessão e assassinato num vinhedo em Provença. Considerado o “mestre do mistério” francês, o diretor constrói uma obra equilibrada entre as perspectivas artística e comercial. Para Luiz Carlos Merten, “a burguesia provinciana, segundo Chabrol, não é apenas mesquinha ou medíocre. Ela abriga monstros cuja verdadeira natureza tende a ficar escondida e até impune, mas cujo instinto primitivo e destruidor sempre termina por aparecer”.

O Cinema Comentado Cineclube acontece todo sábado, a partir das 19h, na sala 44 do Sesc – Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). A entrada é gratuita e há sempre um bate-papo após as exibições.
 
CINESESC
 No domingo, 22/11, o CineSesc apresenta VIOLÊNCIA URBANA (1998/2005), seleção de curtas brasileiros que abordam a violência cotidiana e transportam para a ficção as ocorrências policiais dos grandes centros urbanos do país.
             
Dois atiradores de elite se posicionam no terraço de um prédio em São Paulo , aguardando a ordem para executar um seqüestrador. Enquanto esperam o momento de agir, conversas sobre comida e amenidades cotidianas povoam os diálogos de O TRABALHO DOS HOMENS (1998), de Fernando Bonassi. O curta carioca ROTA DE COLISÃO (1999) trata do roubo de pedras preciosas, a partir do envolvimento de três personagens: um operário em sua hora de folga, um garoto e um ladrão em fuga. Com uma dramaturgia ultra-realista, o diretor Roberval Duarte não usa diálogos e brinca com as muitas variáveis para a solução da história.
           
Inspirado em conto de Marçal Aquino, BALAIO (2004) apresenta um tenso encontro no bar, que envolve matadores, bandidos e policiais. A ambientação lembra os filmes de faroeste, só que a terra-sem-lei dessa fita é o subúrbio paulistano, em pleno século 21. Uma locução radiofônica abre a narrativa de O CÃO SEDENTO (2005), sobre um assassino em série, que rouba e mata sem deixar vestígios. O diretor trabalha com elementos de suspense, revelando apenas ao espectador os subterfúgios do criminoso, enquanto a polícia e os outros personagens continuam em busca de respostas.
           
Um exercício de montagem interliga os acontecimentos paralelos de BALA PERDIDA (2004), cuja intersecção mais marcante se dá com a presença sonora de estampidos de tiros e de uma buzina de carro. A ação mostra a tranqüilidade numa praça carioca interrompida por disparos capazes de atingir alvos inocentes. Sexo, drogas, rock'n'roll  e carros em velocidade preenchem o universo adolescente de BASEADO EM FATOS REAIS (2001), curta matogrossense que fecha este painel sobre a violência urbana. A fita recorre a clichês das tramas policiais para contar a história de três rapazes de classe média, cujas vidas são alteradas depois de uma noite de excessos.

O CineSesc acontece em parceria com o Cinema Comentado Cineclube e a Programadora Brasil, apresentando sessões todos os domingos, no Salão de Convenções do Sesc-Pousada Montes Claros, a partir das 19h (novo horário). O endereço do Salão é Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). As sessões são gratuitas, abertas a todos os interessados, e depois acontece um bate-papo com a platéia sobre o filme apresentado.
 
PRÓXIMAS ATRAÇÕES
28/11 - Lavoura Arcaica (2001), dir: Luiz Fernando Carvalho.
29/11 - Amores (1998), dir: Domingos de Oliveira.

DATA: 18/11/2009
ENVIADO POR: BLAST RECORDS

SHOW DE LANÇAMENTO BANDA OUTUBRO

Lançamento oficial de ‘Noites de Plástico’, novo CD da Banda OUTUBRO Um dia antes do lançamento oficial de ‘Noites de Plástico’, novo CD da Banda OUTUBRO, os fãs terão a chance de assistir uma prévia de todas as faixas do álbum, no show de pré-lançamento.

A Banda OUTUBRO fará um show em Uberaba-MG no dia 28 de novembro ás 23 horas, apresentando suas novas músicas. Blogueiros selecionados e a imprensa local estarão presentes no show ao vivo.

A banda confessa estar animada para apresentação. "Não há melhor maneira de se lançar um CD”, disse a banda sobre o show na cidade natal, que é resultado de uma parceria entre a BLAST STAGE RECORDS e o MÜNCHEN.

Este será o primeiro show da banda, desde que gravou o CD em Janeiro na Toca do Bandido com a Produção de André Kostta 


BLAST RECORDS

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA SEX ENOUGH



A banda Sex Enough é de Sorocaba (SP) e foi formada em março de 2009 por dois professores de musica. Após uma recente troca de guitarrista, a banda tem na sua formação Danny Viana (vocal e baixo), Wag Ferreira (vocal e guitarra), Mauricio Detogni (guitarra solo) e Thiago Balera (bateria).

O INICIO
Tudo começou com o casal Danny Viana e Wag Ferreira, que são professores de musica, e antes de formar a banda só haviam tocado juntos na Orquestra de Violões de Sorocaba. Danny Viana tinha a idéia de formar uma banda que tocasse vários estilos, então após criar algumas letras convenceu Wag Ferreira a criar melodias para elas. Em uma semana eles já tinham sete musicas prontas, e um mês depois aconteceu o primeiro ensaio.  Depois do segundo ensaio eles gravaram quatro musicas (Sunny Days, Regret, Memories e Expectatives), sendo que Sunny Days começou a ser tocada na radio local e eles foram chamados para o primeiro show  e desde então não pararam mais.

O NOME
De acordo com a banda, Sex Enough é o nome de uma de suas músicas que ainda não foi gravada. O nome foi sugestão de Danny Viana, e significa “sexo suficiente”, já o sentido do nome depende da interpretação de cada pessoa.

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS
Wag Ferreira explica que como eles trabalham com o ensino musical, acabam ouvindo de tudo um pouco durante o dia. Ele ressalta que não fazem musica pensando em alguma banda ou estilo.

- Como trabalhamos no ensino musical acabamos ouvindo todo o tipo de música o dia todo, e não fazemos música pensando em alguma banda ou algum estilo, deixamos que elas saiam naturalmente. Mas o gosto pessoal vai desde Bach, Villa Lobos aos clássicos do rock. Eu particularmente não tenho uma banda preferida. Tem dias que acordo com vontade de ouvir Beatles e no outro estou ouvindo Ray Charles.- Diz Wag Ferreira.

- Também ouço de tudo. Gosto de Elton John, Queen, Led Zeppelin e música instrumental. Mas minha verdadeira paixão é ópera. – Conta Danny Viana.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
De acordo com Danny Viana, as letras das musicas são criadas primeiro, e após definir o sentido dela é criada a musica. Já na criação da melodia Wag Ferreira diz que inicialmente procura trabalhar o caminho que será seguido, depois ele pensa na harmonia, na construção dos instrumentos, na tonalidade, nos solos e etc.

- As letras vêm naturalmente, muitas delas baseadas em acontecimentos reais, como por exemplo, a musica Memories que é sobre a minha infância. Não temos um tema único, como as musicas também são feitas para não se pareçam uma com a outra, mas sempre determinando em cada uma delas nossa personalidade. – Conta Danny Viana.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Sex Enough tem algumas demos (postadas no myspace da banda), algumas gravadas em casa. Estão finalizando a gravação do EP, que tem a possibilidade de  sair ainda este ano.

- As músicas já conhecidas, não perderam a identidade, mas estão ganhando muito mais equilíbrio em estúdio. Os arranjos estão mais elaborados. Como ensaiamos pouco desde a formação, experimentamos muitas coisas em shows que serão colocados no EP. – Ressalta Danny Viana.

CONTATOS
Telefone: (15) 8803-8293 / (15) 9145-3211
                        http://www.rockwave.com.br/bandas/sexenough/
                        http://www.mondo77.fm/sexenough

- Nós do Sex Enough, agradecemos à todos que já ouviram nossas musicas, e são essas pessoas que ajudaram a repercutir tanto. Aos que não conhecem: Experimente, é diferente! – Banda Sex Enough.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA VALETESETE



A banda Valetesete surgiu em 2006 na cidade de Contagem (MG). Após algumas mudanças de integrantes, a formação atual tem Flávio Santos (guitarra e vocal), Leandro Diaz (baixo), Alemão (teclados) e Rafael Lopes (bateria).

O COMEÇO
Flavio conta que quando tudo começou apenas ele era o Valetesete, na época ele contratou músicos para gravarem alguns instrumentos, no projeto de um CD. Durante a finalização, ele reuniu dois amigos e formaram a banda. Depois de um ano e meio a formação mudou mais uma vez, ficando apenas Flávio desde o inicio.

 - Em Julho de 2006 depois de tocar com outras bandas, percebi que estava na hora de gravar o próprio som, e não ficar apenas repassando uma mensagem já dita. Então vendi todo meu equipamento de som que me acompanhava nos barzinhos que tocava e consegui algumas horas num estúdio. Como estava sem banda paguei alguns músicos para gravarem bateria, baixo e algumas linhas de guitarra, gravei guitarra também, violão, vocal e backing vocal, e durante a gravação, mixagem e tal juntei com dois amigos e formamos a banda. Era muito difícil repassar o CD em power trio, mas era bem divertido. Depois de um ano e meio as divergências musicais falaram mais alto e o baterista saiu. Em maio de 2008 lançamos o CD com outra formação (já com teclados) e logo depois o baixista saiu e após vários baixistas passarem pela banda há três meses contamos com a melhor formação. – Diz Flávio Santos.

O NOME
O guitarrista e vocalista explica que o nome Valetesete foi escolhido porque ele queria algo relacionado a cartas e baralho. Acabou surgindo Valete e o sete foi incluído por causa da rima.

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS E TIPO DE SOM
De acordo com Flávio, as influências da banda são muito variadas, ele é muito influenciado por musicas de bandas dos anos de 1980 e 1970, o baterista pelo grunge, o baixista  bossa nova e muita MPB, já o tecladista gosta de música gospel.

- Tentamos fazer com que o rock volte a ser música popular brasileira, trazer a poesia para o peso do som, também fazer críticas ao pais, coisa que só o rap faz atualmente enfim, “Rock Revolution”.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Valetesete lançou seu primeiro CD em 2008. Atualmente estão em processo de criação de um novo disco.

CONTATOS
Telefone: (31) 8773-9119 / (31) 3046-0286

- Muito bem moçada, convido vocês para visitarem nosso myspace e dêem uma olhada também nos nossos vídeos no youtube, inclusive a nossa nova música de trabalho esta lá. - Flávio Santos, guitarrista e vocalista da banda Valetesete.

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NOTICIAS

DATA: 12/11/2009
ENVIADO POR: AFRICA EM NOS PROJETO OFICIAL

CONVITE PARA LANÇAMENTO DO CATÁLOGO ÁFRICA EM NÓS




DATA: 12/11/2009
ENVIADO POR: COMUNICAÇÃO SP

PONTÕES DE CULTURA 2009: DIVULGADO RESULTADO DO EDITAL

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania Cultural (SCC/MinC), divulgou nesta quinta-feira, 12 de novembro, o resultado do Edital Pontões de Cultura 2009. Foram contemplados 93 Pontões de Cultura para serem desenvolvidos e executados por entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, que possuam natureza cultural. A Portaria nº 39, com as relações dos projetos selecionados e dos não selecionados, foi publicada no Diário Oficial da União (Seção 1, páginas 37 a 41).

O edital previa, inicialmente, que apenas 40 proponentes seriam selecionados, mas
devido a grande demanda e qualidade das propostas, a SCC/MinC premiou mais 53 projetos. Das 385 propostas avaliadas, 244 foram consideradas habilitadas e 141 inabilitadas pela comissão de avaliação, na primeira fase do processo seletivo.

O julgamento levou em consideração a articulação, difusão e capacitação com efetivo envolvimento, desdobramento e benefícios reais e palpáveis para a Rede dos Pontos de Cultura. A complementariedade ao Programa Cultura Viva - campos prioritários de ação como difusão e distribuição audiovisual dos Pontos de Cultura, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Livro e Leitura, Interações Estéticas - e a abrangência territorial estão dentre os outros critérios apreciados.

Saiba mais e confira as propostas contempladas: Secretaria de Cidadania Cultural divulga Pontões de Cultura selecionados.
(Divulgação: Comunicação Social/MinC)
(Fonte: SCC/MinC)


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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA CÃES DO CERRADO



Formada em Belo Horizonte (MG) no ano de 2007, a banda Cães do Cerradoé composta por Alcatraz no vocal, Gigopepo e 37 nas guitarras, Lixo e Corrupção no baixo e Malibu nos tambores e na bateria. 

O INICIO
De acordo com Malibu, tudo começou há quase dez anos, quando ele e Lixo e Corrupção estavam aprendendo a tocar e queriam fazer músicas. Eles tinham influência do punk rock e chegaram a ter outra banda com o nome Lendas Urbanas.

- O Punk Rock era um ponto de intercessão óbvio entre todos nós e foi nossa maior influência desde o começo. Em novembro desse ano seria a nossa primeira apresentação. Pouco antes da data marcada os Penais decidiram sair da banda, pois já não compartilhavam das mesmas idéias. Foi aí que aglutinamos outros três amigos: Gigopepo, 37 (guitarras) e Alcatraz (voz). Desde antes desse evento eu, Lixo e Corrupção, Dinamite, Gigopepo, 37 e Alcatraz, tínhamos uma ligação muito forte. Depois dele, percebemos o quanto queríamos ficar juntos e fazer muito barulho. O Pardal, que tocou bateria com a gente, estava em outra onda e resolveu seguir seu próprio caminho. No final das contas, sobraram nós seis, nenhum baterista e uma vontade de barulhar inacabável, então resolvi aprender a tocar bateria. Continuamos juntos até o início de 2005, quando resolvemos pendurar a chuteiras definitivamente. Mas isso não separou nossos laços, ainda éramos grandes amigos. Em meados de 2007, passei uma temporada perambulando pelo mundo com o Gigopepo e, durante essa viagem, surgiu aquele ímpeto de reunir os grandes amigos para tocar novamente. Esse era o embrião do que estamos propondo hoje. Não tínhamos vontade de ser o "Lendas Urbanas" outra vez, mas também não sabíamos muito bem qual seria o nosso caminho. O “Lendas” era uma coisa muito pessoal, uma expressão do nosso senso de humor interno, pastelão, quase circense e que não fazia sentido pra ninguém além de nós mesmos. Ao mesmo tempo rolavam os protestos contra "tudo isso que está aí" e claro, nenhuma habilidade musical. Foi uma boa fase, marcou um pedaço extremamente relevante na nossa história, mas não refletia o queríamos construir. Apesar das piadas e brincadeiras estarem presentes até hoje, a vontade era trabalhar algo mais profundo do que qualquer coisa que havíamos feito antes. Então fizemos do punk um meio de exprimir coisas legítimas que fazem parte da nossa realidade, dando início a banda Cães do Cerrado. – Conta Malibu.

O NOME 
Lixo e Corrupção conta que o nome Cães do Cerrado foi escolhido devido a importância que eles dão ao cerrado, pelo fato de terem feito muitas viagens pelo interior mineiro, e as cidades que mais marcaram eles eram no cerrado.

- Isso começou quando definimos que queríamos ter “Cerrado” no nome da banda. Resolvemos isso pela importância que esse bioma tem para nós. Já fizemos várias viagens pelo interior de Minas que nos marcaram, sendo todas no Cerrado.  Aí a primeira idéia foi ter como nome “Saqueadores do Cerrado”. Achávamos esse nome até legal, mas pesou contra o tamanho e suas múltiplas interpretações. Então, após algumas idéias intermediárias ruins, o F. Dinamite sugeriu “Cães do Cerrado” dando um elemento mais punk ao nome, que também trabalha com a idéia de que “No cerrado os cães são sujos, com sangue nos olhos. E entre árvores baixas e retorcidas, através de seus frutos de gosto forte, há pessoas que arrastam a vida. Como cães, tratados sempre a pontapés.” – Diz Lixo e Corrupção.

INFLUÊNCIAS
Segundo o baixista, os integrantes da banda possuem várias influências, algumas em comum outras mais pessoais. Em comum eles têm influencia de Ramones, The Clash, Stooges e Bad Religion, mas Lixo e Corrupção ressalta que todos da banda também são contagiados por musicas atuais e de outros estilos.

- Chegamos à conclusão de que há influências em comum e influências pessoais dos integrantes. Por exemplo, minhas influências na composição do baixo das músicas são, por exemplo, Rage Against The Machine, Red Hot Chilli Peppers, Rancid e Pearl Jam, mas não acho que RHCP ou Rancid sejam influências da banda. Todos os integrantes dos Cães são bem mente - aberta em relação à música. Meu gosto varia do rock mais barulhento ao sertanejo de raiz ou à música clássica. Inclusive já fui a alguns concertos de música clássica com o pessoal da banda. Eu gosto de pensar no som dos Cães como um punk rock não clássico. Não clássico porque, primeiramente, a realidade dos anos de 1970 mudou e a música, como qualquer arte, deve refletir a realidade de seu tempo. Eu não acredito que Sex Pistols, por exemplo, teria alguma repercussão hoje. Além disso, usamos elementos de outros estilos, com destaque ao surf music, estilo que nos remete à nossa cidade. Belo Horizonte é conhecida como a capital do surf (Hehe). Mas para ser mais prático, falar “punk rock” está ótimo. – Diz o baixista.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
Falando sobre o processo de criação da banda, Lixo e Corrupção explica que inicialmente alguém chega com uma idéia, algo como uma “pré-musica” e cada um dos demais integrantes vai contribuindo da sua maneira até que tudo esteja finalizado. Segundo ele, geralmente muito é modificado da idéia inicial, eles vão lapidando as idéias até que o som chegar ao ponto que eles querem. Ele ressalta que não há um processo padrão e que inclusive procuram evitar padronizações.

- A inspiração vem do momento em que estamos. Algo que não acreditamos é no artista que cria sua obra em definitivo num único momento de inspiração. Nosso trabalho artístico é re-analisado várias vezes e, nesse processo, é importante dar um tempo para não avaliar algo no calor do momento. O problema é decidir quando está pronto. Mas tanto para a criação quanto para a escolha do tema, nos norteamos pela proposta da banda, que é fazer um som forte e rápido. Por isso, digo que o conteúdo das letras é sobre temas que são próprios para uma música forte e rápida. – Afirma Lixo e Corrupção.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Cães do Cerrado tem uma gravação feita entre 2008 e 2009 para divulgação que contém seis músicas. Atualmente se preparam para gravar o primeiro álbum que deverá ser lançado em 2010. 
 
CONTATOS
Site Oficial: www.caesdocerrado.com
Outros Sites: caesdocerrado.bandcamp.com  

- Quem quiser entrar em contato conosco pode nos mandar um email. No nosso site tem ainda os contatos de cada integrante, além de outras informações sobre a banda. E pra quem quiser ouvir nossas músicas é só acessar o nosso bandcamp. - Lixo e Corrupção, baixista da banda Cães do Cerrado.

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NOTICIAS

DATA: 11/11/2009
ENVIADO POR: THIAGO MARQUES

ACEITA UM BRÓCOLIS? PREPARO TRADICIONAL OU À MODA DA LISERGIA?

É com um imenso prazer quase lúdico e circense que te convido para passar uma tarde animadora e artística no próximo sábado, dia 14 no BRÓCOLIS; FESTIVAL EXPERIMENTAL DE ARTES. O evento será realizado, a partir das 14h, no famosíssimo galpão-bar-sinuca-estacionamento “da Du”, ponto de encontro dos alunos de “butecologia” do Uni-BH da Lagoinha e praticamente em frente a este reduto acadêmico, à rua Itabira, 538, esquina com Maria de Melo.

Quando do preparo deste Brócolis especial, haverá apresentação de seis bandas autorais da nova cena de Belo Horizonte (Porta Pantográfica, Canoa Elétrica, Tempo Plástico, Ram, Iconili e Teatro do Iluminado), além de exposições de diversas expressões artísticas, como telas, esculturas, poesias, intervenções teatrais e circenses, capoeira e artesanato.

Para desfrutar de todas estas delícias da culinária bocoliniana, você pode ser um esquecido e chegar na porta com singelos 8 mirréis e se divertir ou optar pela malandragem (em seu melhor sentido) e enviar agora mesmo um email com seu nome para a “lista amiga” do festival (festivalbrocolis@gmail.com), o que te dará o direito de pagar apenas R$ 5. Aqueles que têm o flyer físico do evento podem apresentá-lo na portaria e automaticamente estarão também na cobiçada lista vegetal.

Enfim, pessoal, é a realização de um sonho, uma união de artistas e gente que cria nos dias atuais e uma ótima oportunidade de conhecer novos e bons trabalhos de todo este pessoal. Estarei lá desfrutando desta bucólico-vegetal e agradável tarde experimental e ficaria muitíssimo grato de vê-lo (vê-la) por lá...

Abraço pra quem é de abraço e beijo pra quem é de beijo!

Thiago Marques
Teclados / sax / vocais
PORTA PANTOGRÁFICA
www.myspace.com/portapantografica
www.youtube.com/thiago1289

DATA: 11/11/2009   
ENVIADO POR: MÁRCIA BRAGA


"NOUVELLE VAGUE" E CURTAS NO CINEMA COMENTADO
           
Neste sábado, dia 14 de novembro, o Cinema Comentado Cineclube tem sessão do Curta Circuito (com o programa PANORAMAS 3 – SERTÃO FABULADO) e continua a discussão sobre a estética e as influências da “nouvelle vague” (vanguarda francesa que revolucionou o cinema na década de 1960) com a exibição de PICKPOCKET-O BATEDOR DE CARTEIRAS (1959), dirigido por Robert Bresson e inspirado em “Crime e Castigo”, de Dostoievski. O personagem principal é Michel, um jovem que começa a bater carteiras por prazer e pela emoção do roubo – e isso vira uma compulsão. Ele é preso e, depois de solto, junta-se a um ladrão veterano e volta ao crime. Ao mesmo tempo, apaixona-se por Jeanne e começa a pensar em deixar os furtos.
           
Uma das características mais marcantes do cinema de Bresson é a total passividade dos atores e da câmera que, à primeira vista, pode espantar os espectadores desacostumados com o estilo. Se na superfície o filme parece emocionalmente morto, são nas pequenas nuances e detalhes que ele revela toda sua força. Tecnicamente PICKPOCKET-O BATEDOR DE CARTEIRAS impressiona com uma edição ao mesmo tempo ágil, mas quase invisível alternando a imobilidade e o movimento com grande destreza. A fotografia é belíssima e bastante nítida, trabalhando minimamente com variações de luz nos interiores. A simpatia e cumplicidade dos personagens constrói-se nos detalhes de rostos e mãos – que parecem assumir vida própria e estão sempre a fazer algo, com destaque (é claro) para as cenas de furto.
           
Minimalista ao extremo, PICKPOCKET-O BATEDOR DE CARTEIRAS consolida o estilo tão característico do diretor – admirado e homenageado por François Truffaut e Jean-Luc Godard, criadores fundamentais da “nouvelle vague”. É de Godard, inclusive, a melhor definição para o cineasta: “Bresson é o cinema francês, assim como Dostoiévsky é a literatura russa e Mozart é a música alemã”. Classificação etária: 14 anos.
 
CURTA CIRCUITO
           
O Cinema Comentado, em parceria com a Associação Curta Minas/ABD-MG e a Usiminas, apresenta, também nesse sábado (14/11), o Cineclube Curta Circuito com o programa PANORAMAS 3 – SERTÃO FABULADO. Serão exibidas quatro animações que, usando técnicas e referências das mais distintas, fazem uma releitura divertida e despretensiosa de fábulas, contos e tradições ambientando-os nas férteis paragens do imaginário popular nordestino.

1) O LOBISOMEM E O CORONEL
Um violeiro cego dedilha um repente e conta uma história passada na fazenda de um rico coronel da região.

2) ATÉ O SOL RAIÁ
Personagens criados por um artesão em barro ganham vida prórpia e agitam uma pacata vila sertaneja numa noite de festa.

3) O JUMENTO SANTO E A CIDADE QUE SE ACABOU ANTES DE COMEÇAR
Quando Deus resolve criar o mundo, as coisas acabam não saindo como o planejado. Para “consertar” as estripulias do diabo, o jumento Limoeiro vem a terra para dar um jeito na humanidade.

4) A MOÇA QUE DANÇOU DEPOIS DE MORTA
Baseado em história de cordel de J. Borges. Um rapaz se apaixona por misteriosa moça num baile de carnaval do interior.

O Cinema Comentado Cineclube acontece todo sábado, a partir das 19h, na sala 44 do Sesc – Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). A entrada é gratuita e há sempre um bate-papo após as exibições.
 
CINESESC
           
No domingo, 15/11, o CineSesc apresenta O SUCESSO A QUALQUER PREÇO (1992), de James Foley. Num escritório imobiliário de Chicago são oferecidos prêmios para aqueles que se destacam nas vendas. O primeiro prêmio é um Cadillac; o segundo é um jogo de facas e o terceiro prêmio é a demissão. Os tempos são difíceis: Shelley Levene e Dave Moss são vendedores veteranos, mas somente Rick Roma está numa maré de sorte. O filme funciona como uma denúncia de como o dinheiro, a competição e a falta de ética corrompem tudo em seu caminho.
           
Ao limitar o espaço e o tempo, O SUCESSO A QUALQUER PREÇO envolve o espectador com a rotina de trabalho dos vendedores, que recebem as dicas da matriz sobre os possíveis clientes – que, na verdade, não querem comprar nada. O problema é que para receber novas e melhores dicas, eles precisam fechar essas vendas e bater as suas metas. Baseado em peça teatral de David Mamet, o filme fundamenta-se nas interpretações de um elenco precioso: Jack Lemmon, Al Pacino, Ed Harris, Alan Arkin, Kevin Spacey e Alec Baldwin. Todos os atores constroem personagens são tipos específicos a fim de dar conta da complexidade de relações que podem surgir de um ambiente tão sufocante, competitivo e alienante.
     
Discutindo a moralidade (e a ética) não só das empresas, mas de seus funcionários, O SUCESSO A QUALQUER PREÇO não traz soluções fáceis ou agradáveis, apontando, com grande eficácia, a realidade degradante das relações trabalhistas baseadas no lucro e na prosperidade. Um filme a ser descoberto pelos cinéfilos. Classificação etária: 14 anos.

O CineSesc acontece em parceria com o Cinema Comentado Cineclube e a Programadora Brasil, apresentando sessões todos os domingos, no Salão de Convenções do Sesc-Pousada Montes Claros, a partir das 19h (novo horário). O endereço do Salão é Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). As sessões são gratuitas, abertas a todos os interessados, e depois acontece um bate-papo com a platéia sobre o filme apresentado.
 
PRÓXIMAS ATRAÇÕES
21/11 - Quem Matou Leda? (1959), dir: Claude Chabrol.
22/11 - Violência Urbana (1998/2005), seleção de curtas brasileiros.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA FISTT


A banda FISTT surgiu cidade de Jundiaí (SP) e é atualmente formada por F. Nick no vocal e no baixo, Mirtão e Karacol nas guitarras e Birão na bateria. Apesar de terem começado a ensaiar em 1994, só um ano depois fizeram os primeiros shows.

- Eu tive a idéia de montar a banda no meu aniversário de 15 anos, como todo mundo era fã dos Ramones, a idéia era conseguir no máximo tirar alguns covers e fazermos músicas simples que a gente conseguisse tocar também, pois foi bem aquela coisa de "não sabemos tocar nada, mas vamos ter uma banda!", aquela coisa de impulso mesmo e estamos aí até hoje. – Conta F. Nick.

O NOME
O baixista e vocalista explica que o nome foi inspirado em uma musica chamada Fistcuff in Frederick Street da banda inglesa Toy Dolls. De inicio usaram Fistcuff, mas acabaram decidindo ficar com o nome FISTT para dar um toque mais pessoal e também porque segundo a banda poucas pessoas conseguiam falar o nome corretamente.

- O nome vem de uma música dos Toy Dolls chamada "Fistcuffs in Frederick Street", no início respondíamos por "Fisttcuffs" e até dobramos o "t" para ficar sem tradução ou uma coisa mais própria mesmo... como ninguém conseguia falar o nome da banda direito, acabamos deixando por "FISTT", lá por volta de 1997, quando saiu nossa primeira DEMO. – Diz o baixista e vocalista.

PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS
De acordo com F.Nick, quando eles formaram a banda, as principais influências foram Ramones, Misfits e outras bandas de punk rock. Então eles começaram a conhecer sons de bandas brasileiras como Muzzarelas e Confusion, que segundo ele tinham certo humor, e influenciado por essas bandas percebeu que poderia fazer um som de qualidade e também divertido.


- Eram bandas engraçadas, principalmente os Muzzarelas e nisso vimos que dava pra fazer algo legal e ser divertido também... com o tempo fomos agregando influencias do punk rock californiano (Nofx, Bad Religion, Lagwagon) e com certeza essa "mistureba"
definiu em muito o que a gente queria fazer. – Lembra F.Nick.

TIPO DE SOM
Perguntado sobre como definem o estilo da banda, F.Nick responde que eles são uma banda punk rock melódico, que segundo ele é um punk rock com mais velocidade e com melodias e harmonias vocais mais bem elaboradas.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
Falando sobre o processo de criação da banda, o vocalista e baixista explica que não existe uma “formula”, ou um processo de criação padrão. A inspiração segundo ele vem de quando ele observar as pessoas e também o cotidiano.

- Não existe uma fórmula não, só no último álbum, o "Como fazer inimigos..." que seguimos um tom conceitual, então isso deu um trabalho legal pois, as músicas precisam ter uma liga entre elas, a história precisa ser amarrada para não perder o sentido inicial, mas em geral, falamos sobre as pessoas que conhecemos e as vezes até sobre nós mesmos. Eu gosto muito de observar as pessoas e gosto de falar sobre o cotidiano. Eu particularmente tenho uma influência muito grande do cartunista Charles Schulz e seus "Peanuts", gosto dessa temática "Charlie Brown", do loser, etc, e algumas músicas falo sobre isso. – Diz F.Nick.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda FISTT tem quatro álbuns de estúdio, um ao vivo e um DVD ao vivo. São eles
 “Pámim, panois, poceis” (1999),“Finais Iguais, histórias diferentes” (2001), “Vendo as coisas como você...” (2004), “Viva! Ao vivo no Black Jack” (2006), “Viva! Ao vivo no Hangar 110” (DVD – 2007) e o novo álbum, pela Blast Records, "Como fazer inimigos..." que será lançado em 2010.

AGENDA
28/11/2009 - Pista de Skate - São Bernardo do Campo (SP)-
06/12/2010 - Matriz - Belo Horizonte (MG)
17/01/2010 - Piramide - Mogi Guaçu (SP)

CONTATOS
Telefone: (11) 3379-0999
Site Oficial: www.fistt.com.br
Twitter: http://twitter.com/fistt
BLAST RECORDS: www.blastmusic.com.br - www.myspace.com/blastmusiclabel

- Estamos na estrada há 15 anos e é sempre legal que as pessoas que não conheçam a gente, passem a ouvir e a divulgar também! Acessem nosso site, myspace, e claro, compareçam aos shows =]. Valeu o espaço!- F.Nick, baixista e vocalista da banda FISTT.


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terça-feira, 10 de novembro de 2009

ENTREVISTA COM ANDRÉ KOSTTA



A entrevista que segue, foi feita com André Kostta, produtor, compositor, músico e editor musical. Já trabalhou com diversos nomes da musica nacional e internacional e recentemente criou seu selo e editora a Blast Stage Records. Confira a entrevista a seguir.

POSSILGA: Para começar, eu gostaria de te agradecer pela entrevista e perguntar; você é produtor, compositor, músico, editor musical, já trabalhou e fez parcerias com grandes nomes da musica, em 2008 lançou seu selo e editora, qual o balanço que você faria dessa sua trajetória no cenário musical?

ANDRÉ KOSTTA: Bom eu que tenho que agradecer por ter gente tão interessada como você na cena Indie no Brasil nesse momento de transição confuso nas gravadoras, em que elas não sabem se voltam a fabricar vinil ou se tentam criar novos mecanismos para venda de música na internet ou em produtos que possam ter seu conteúdo agregado. A vida é um grande aprendizado, a cada dia tenho mais certeza disso, e acho que vou ainda aprender muito! Bom, a Blast Stage Records foi criada em 2008, mas começou realmente com atividades a mais ou menos uns cinco meses, então fica complicado de avaliar, pois os produtos estão começando a serem divulgados e a tocar em rádios e os artistas começando a gravar em TVs, então ainda é muito prematuro falar algo sobre uma explosão, mas sobre a minha trajetória tenho a dizer que ainda estou trilhando caminhos e quando decidi montar meu selo foi justamente por ter trabalhado em várias empresas até porque  você só pode modificar as coisas se o negócio for realmente seu, pois existe uma série de obstáculos humanos para serem burlados nelas (rs).

POSSILGA: Como começou o seu interesse pela musica?

AK: Em casa desde pequeno eu escutei música, minha mãe ouvia Elis Regina e meu Pai Cliff Richards e Beach Boys, então sempre escutei música boa, o que moveu meu interesse. O que você pode esperar de um menino de seis anos de idade que ganha de aniversário o nascer de novo do Black Sabbath, e que o primeiro show que assistiu na vida foi o do KISS no Maracanã em 1983 se não me engano!

POSSILGA: Tendo realizado várias coisas, participando da cena musical de varias maneiras, quais seriam seus principais objetivos atualmente? Eles mudaram muito com o passar dos anos ou você sempre teve uma “meta” se assim posso dizer?

AK: Olha isso é complicado, eu sempre digo que a música me levou a vários lugares e me deu credencial VIP para o Céu e para o Inferno, tudo isso sempre me levou de volta a ela (rs).

POSSILGA:  Quando foi que você teve a idéia de criar a Blast Records e qual foi o motivo?

AK: Olha como você sabe, eu sou músico e  já tive meus grupos desde muito novo e o que acontece que entendo a ralação de ter uma banda nova e sem estrutura de carregar amplificador  nas costas dentro do ônibus para tocar em qualquer roubada pelo sanduba do fim de noite e ainda assim sair feliz e acreditando naquilo e que poderia dar certo mesmo assim... mas eu também sei que fui um sortudo porque bem novo mesmo aos 17 anos de idade tive a grande oportunidade de encontrar 2 caras que mudaram minha vida e de ver a cena que já não era tão independente para mim naquele momento que era Aramis Barros e Max Pierre respectivos Produtor musical e Diretor Artístico da Som Livre.Com eles eu entendi que a função de uma gravadora não é criar astros e nem produtos e sim amplificar grandes artistas e fazer eles chegarem ao maior número de pessoas possíveis e que você lançar um artista não garante sucesso e o que faz um artista ser sucesso é a quantidade de valor agregado ao seu trabalho que tem que ser árduo e também caráter. Mas o tempo passou e tive passagem por outras  gravadoras,selos e realmente eu estava insatisfeito com a forma em que eles tem visto os artistas e de como pessoas tão despreparadas tomavam conta delas, em uma das minha últimas passagens por uma delas quando pedi demissão e comuniquei ao meu chefe que estava de saída por não me adaptar ao sistema engessado deles,ele me disse que se eu sabia tanto de Editora e de Gravadora porque não abria a minha e hoje a BLAST em alguns meses tem cinco vezes mais VIEWS de Myspace que a gravadora que ele trabalha ainda, e que existe a algumas décadas gostaria que ele fizesse uma projeção disso, bom o que ele não entendeu é que não era nada pessoal era somente uma insatisfação que por um tempo me causou frustração e que hoje com BLAST acabo de exorcizar meus fantasmas e posso colocar em prática o que vi de bom e aprendi até com ele também

POSSILGA: Qual a sua opinião em relação ao atual cenário da musica brasileira, principalmente o independente, que ganhou muita força com as facilidades da internet?

AK: Eu acho sensacional! Com a internet a coisa ficou bem mais democrática, tanto que minha primeira preocupação quando criei a BLAST foi a distribuição digital e não mais uma mídia física (CD) que virou artigo para dar de presente para apresentador de TV.
 
POSSILGA:  Você é a favor dos downloads gratuitos? Como você vê a questão das mp3’s?

AK: Olha isso é complicado... As novas bandas que acham que liberando o seu conteúdo gratuitamente na net será sua salvação, sendo que isso esta gerando um grande colapso na indústria, porque se você libera o conteúdo gratuitamente, como você vai pagar os profissionais que participaram da gravação? A mulekada tem que isso não vai resolver o problema. E essa questão de mp3 também é complexa, por exemplo, em 1980 era uma moda gravar fita cassete do vinil que o vizinho tinha, é isso pirataria? Não acho! Se não, eu sou o maior dos criminosos, pois cansei de fazer isso, mas nunca mais deixei de comprar os discos.

POSSILGA:  Qual seu estilo de som preferido? E qual o pior tipo de som ou artista em sua opinião?

AK: Eu gosto de tudo, lógico que tenho tendências roqueiras na minha formação e também tem meu lado eletrônico, sou completamente viciado em softwares de LOOPS e de baterias que atualmente são meus preferidos, pois adoro programações e seqüenciadores. No final dos anos de 1980 e início dos de 1990, escutei muito Depeche Mode, ao mesmo tempo em que escutava Metallica e era fã do The Cure. Em resumo, sou um caldeirão em ebulição! Agora eu não discrimino nada acho que existem dois tipos de música a boa e a ruim, e em minha opinião, o pior tipo de artista é o que fala em terceira pessoa, isso me causa náuseas (rs).

POSSILGA:   Você ainda faz shows ou não sobra mais tempo?

AK: Já tive alguns convites para ensaiar uma volta, mas não tenho tido tempo para isso, meu tempo está curto, o dia tinha que ter 48 horas, mais não está descartado, quem sabe?

POSSILGA:  Em sua opinião, qual seria a melhor área para se trabalhar dentro do cenário musical? Ser músico ser produtor, editor, o que?

AK: Acho que a melhor coisa da vida é trabalhar com música independente de que função.

POSSILGA:  Para finalizar eu gostaria de te agradecer mais uma vez pela atenção, e pedir que você escreva uma mensagem para o pessoal que acessa o blog, e também deixar os contatos e links para quem quiser conhecer mais sobre seu trabalho e sobre a Blast Records.

AK: Eu que agradeço o espaço, tanto para mim quanto para as bandas novas que você divulga no blog. E para as bandas que estiverem lendo isso, toquem, por favor, divulguem se muito, muito mesmo e não pensem que uma gravadora vai mudar sua vida e sim você.

Para conhecer mais sobre o trabalho de André Kostta acesse:
www.myspace.com/blastmusiclabel ou www.blastmusic.com.br

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

NOTICIAS

DATA: 04/11/2009  
ENVIADO POR: MÁRCIA BRAGA

Estética e evolução no Cinema Comentado

Em novembro, o Cinema Comentado Cineclube mantém a discussão sobre a evolução cinematográfica com a exibição de filmes que revelam a estética e as influências da “nouvelle vague” – vanguarda francesa que revolucionou o cinema na década de 1960. São obras inovadoras na narrativa, montagem e concepção artística do fazer cinematográfico. Serão exibidos:

07/11 - Hiroshima, meu Amor (1959), dir: Alain Resnais.


14/11 - Pickpocket-O Batedor de Carteiras (1959), dir: Robert Bresson.


21/11 - Quem Matou Leda? (1959), dir: Claude Chabrol.


28/11 - Lavoura Arcaica (2001), dir: Luiz Fernando Carvalho.

HIROSHIMA, MEU AMOR (1959), destaque da sessão de sábado (07/11), é um dos mais aclamados filmes da história do cinema. Neste seu primeiro trabalho de ficção, o documentarista Alain Resnais criou uma elaborada narrativa cinematográfica para contar a história de uma atriz francesa que está em Hiroshima para participar de uma produção sobre a paz. Durante as filmagens, acaba se envolvendo com um arquiteto japonês, que sobreviveu ao bombardeio. O encontro dos personagens é marcado pelas lembranças do passado e os acontecimentos do presente.
         
O roteiro de Marguerite Duras (seguidora do “noveau roman” e futura cineasta) constrói uma história pessoal, romântica e precisa para a direção inovadora de Resnais – que mistura muito bem literatura e cinema. Esteticamente, HIROSHIMA, MEU AMOR abandona o uso tradicional do flashback aos abordar passado e presente fugindo do realismo do cinema clássico – em síntese, elabora um refinado exercício sobre tempo, memória e esquecimento.
          
Para o crítico Luiz Carlos Merten, “o filme continua maravilhoso pelos diálogos literários, pela beleza da fotografia, da música, pela mágica dos atores (Emmanuelle Riva e Eiji Okada), mas principalmente pela história de amor”. Classificação etária: 12 anos.

O Cinema Comentado Cineclube acontece todo sábado, a partir das 19h, na sala 44 do Sesc – Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). A entrada é gratuita e há sempre um bate-papo após as exibições.

CINESESC
         
No domingo, 08/11, o CineSesc começa uma mostra das possibilidades e referências do cinema mundial com filmes que transitam por estilos, gêneros e conteúdos diversos. Serão exibidos:


08/11 - Clube da Lua (2004), dir: Juan José Campanella.


15/11 - O Sucesso a qualquer Preço (1992), dir: James Foley.


22/11 - Violência Urbana (1998/2005), seleção de curtas brasileiros.


29/11 - Amores (1998), dir: Domingos de Oliveira.
     
O diretor argentino Juan José Campanella (autor de “O Filho da Noiva”) é um cineasta único: seus filmes divertem e comovem com simplicidade e criatividade. Em CLUBE DA LUA (2004), ele volta ao passado focalizando os dias de glória de um clube de dança de Buenos Aires, na década de 1940. Porém, em 1990, a crise financeira fez com que essas agremiações começassem a fechar suas portas. Ameaçado pela falta de clientes, o Avellaneda enfrenta a decadência. À beira da falência, os descendentes de seus fundadores se unem para evitar o pior: a transformação do clube em um cassino.
         
Mais que um acerto de contas com o passado, CLUBE DA LUA, escancaradamente nostálgico, é uma arma anti-cinismo frente às dificuldades econômicas da classe média. Campanella constrói o filme com elementos precisos: Ricardo Darín puxando o elenco e uma constelação de excelentes atores; humor delicado e inteligente; e uma reflexão sobre como a geração dos anos 60, que lutou contra a ditadura, conseguiu produzir uma ruína política tão grande na Argentina.
          
O fiapo de história é pretexto para o diretor e sua equipe de roteiristas mostrarem, com humor agridoce, a situação de trabalhadores sem dinheiro e sem esperança, o que, inevitavelmente, “complica” a vida pessoal de todos. Numa das cenas, a mulher pede ao marido que olhe para os seus seios como vinte anos atrás. “Mas naquela época você insistia que eu olhasse os seus olhos”, defende-se o marido, já com problemas sexuais causados pela crise.
        
CLUBE DA LUA é um trabalho de grandes momentos: a Argentina continua com um cinema mais forte que o brasileiro ao retratar sua classe média sem estereótipos e ao fazer revisão história sem tomar partido de nenhum aspecto (seja direita ou esquerda) do cenário político. Classificação etária: 14 anos.

O CineSesc acontece em parceria com o Cinema Comentado Cineclube e a Programadora Brasil, apresentando sessões todos os domingos, no Salão de Convenções do Sesc-Pousada Montes Claros, a partir das 19h (novo horário). O endereço do Salão é Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). As sessões são gratuitas, abertas a todos os interessados, e depois acontece um bate-papo com a platéia sobre o filme apresentado.

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DATA: 04/11/2009
ENVIADO POR: VINICIUS ALMEIDA – GRUPO GRANDE PALCO

Dias 11 e 12 de Novembro as 20 horas no Centro Cultural, o Grupo Grande Palco apresenta OS CARAS DE PAU.  Projeto de Improviso que tem participação da platéia para a construção e desenvolvimento das cenas. O Ingresso custa apenas R$ 3,00 e se você quiser doar 1kg de alimento estaremos recebendo para doar para o orfanato.

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA DISSONANTES





A banda Dissonantes foi formada em 2001 e é de Curitiba (PR). A formação original era composta por quatro integrantes, mas no inicio do ano o tecladista Allan Roberto deixou a banda que é atualmente formada por Bruno Zotto (bateria), Thiago Rosiak (guitarra e vocal) e Raphael Machado (baixo e vocal).

O COMEÇO
De acordo com o baterista da banda Bruno Zotto, tudo começou no ano de 1996, em Curitiba (PR), quando eram mais novos. Segundo ele, na época a banda, que não tinha vocal, fazia muito barulho com pouca qualidade, mas com o tempo foram aperfeiçoando tudo.

- Nessa época ninguém cantava, era só instrumental. Ensaiamos cerca de um ano e acabamos tomando outros rumos depois disso. Thiago e Raphael foram convidados para tocar em outra banda e eu acabei indo trabalhar com outras coisas. Mas pouco tempo depois, recebi um convite para fazer parte da banda também e aceitei. Fizemos alguns shows no estado, mas nunca estávamos completamente satisfeitos, pois o estilo musical que tocávamos pouco tinha a ver com o nosso pessoal, nossas raízes musicais. Decidimos então formar os Dissonantes e convidamos o Allan, que já fazia parte dessa outra banda, para os teclados. Já nos primeiros ensaios percebemos que tínhamos acertado na decisão. Fomos fazendo shows pequenos, em lugares de pouca expressão, até que começamos a chamar a atenção de outros músicos e produtores já estabelecidos na cena local. Passamos a fazer shows maiores e em lugares frequentados pelo público que realmente nos interessava. Decidimos então gravar um EP, com algumas músicas nossas. Foi aí que as coisas começaram a acontecer. Fomos convidados a participar de um programa na MTV, o Banda Antes, o que mudou nossa carreira do dia pra noite. Fomos procurados por várias pessoas e meios influentes. Fizemos muitos shows em diversas cidades do Brasil e em 2008 lançamos o primeiro registro oficial da banda, o CD Cassino. Atualmente estamos em estúdio gravando nosso novo disco que deve sair até o primeiro trimestre de 2010. – Diz Bruno Zotto.

O NOME
Bruno explica que o nome Dissonantes surgiu de uma conversa sobre teoria musical entre Raphael e seu pai. Eles falavam sobre a bossa nova e acabou surgindo o tema sobre notas dissonantes. Raphael ficou com o nome na cabeça e propôs o nome para o grupo que aceitou no mesmo momento.

INFLUÊNCIAS E ESTILO
O baterista diz que as principais influências da banda são nomes como Beatles, Rolling Stones, The Who, Oasis, Ocean Colour Scene, Supergrass, The Jam, dentre outras. Ele diz que definiria o som como rock'n roll mesmo, mas ressalta que não gosta de rótulos.

- Atualmente estamos colecionando muitas informações musicais de diversos estilos. Em minha opinião, só com o distanciamento dos rótulos é possível criar algo realmente verdadeiro e genuíno. Ficar ancorado em um conceito é muito prejudicial para qualquer artista. – Afirma Bruno.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
Falando sobre o processo de criação, Bruno conta que geralmente o Thiago apresenta as letras e o restante da banda faz alguns complementos e modificações, mas esse não é um processo de criação fixo ou padrão, o baterista diz que às vezes as coisas acontecem de maneira diferente.

- Não sabemos ao certo de onde vem a inspiração, mas estamos sempre escrevendo sobre nossas experiências e as coisas que vemos por aí. – Diz o baterista. 

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Dissonantes tem um EP intitulado "Amor Retrô", lançado em 2005, e o disco "Cassino", lançado em 2008. Atualmente a banda esta em estúdio trabalhando um novo álbum, com produção de Ricardo Moura. Estão preparando também dois videoclipes que serão filmados ainda esse ano.

AGENDA
Atualmente a banda faz shows toda quarta-feira no Empório São  Francisco, em Curitiba (PR).

CONTATOS
Telefone: (41) 8485-9985 (falar com Mauricio)
Site oficial: www.dissonantes.com.br

- Convido aos que ainda não nos conhecem a acessar nosso site/myspace e conferir nossos trabalhos. Aos que puderem comparecer aos nossos shows, garanto diversão e bom rock a noite inteira. – Bruno Zotto, baterista da banda Dissonantes.

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NOTICIAS

DATA: 30/10/2009
ENVIADO POR: BLAST RECORDS

Mineiros fazem disco de rock inspirado e sentimental

Junte a elegância do rock europeu com todas as suas nuances eletrônicas, uma pitada de poesia mineira e cubra com melodias impactantes que embalam refrões arrebatadores. Essa é receita que forma a banda mineira Outubro, que já em seu primeiro disco por uma gravadora surpreende com uma sonoridade que agrada ma primeira audição. Gravado no mitológico Toca do bandido(RJ), produzido por André Kostta  e mixado por Paulo Jeveaux, o álbum “Noites de Plástico” tem a participação em todas as faixas do baterista Glaucio Ayala (Engenheiros do Hawaii) e ainda conta com Milton Guedes na faixa “Até o Fim”.
  
 A experiência do time de veteranos com o trejeito “universitário independente” da banda, faz com que as 11 faixas soem coesas, com timbres de guitarra que lembram o velho mundo, programações melódicas e de bom gosto, além de sutilezas carregadas por uma cozinha que resgata que originalmente o rock foi feito prá dançar.  Ao ouvir “Noites de Plástico” dá prá sentir que o álbum transborda sentimentos de uma banda que esperou por dez anos a oportunidade de fazer um grande disco e lançá-lo nacionalmente. A boa notícia para o mundo da música pop é que eles conseguiram.        

Lançamento 29 de novembro de 2009 
Singles já à venda (online)

www.bandaoutubro.com.br
WWW.BLASTMUSIC.COM.BR


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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA GAMETAS