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sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
SONS DO BRASIL – CONHEÇA O GRUPO QUEBRAPEDRA
O Quebrapedra foi formado no ano de 2001 em Belo Horizonte (MG), após algumas mudanças, o grupo é composto por Leonora Weissmann (vocalista e letrista), Rafael Martini (compositor, pianista, e cantor), Edson Fernando (bateria e percussão) Mateus Oliveira (percussão e vibrafone) e Pedro Maglioni (baixista e compositor).
- O Quebrapedra surgiu em 2001, quando todos éramos bacharelandos na UFMG. A formação se alterou nos primeiros anos e vem mantendo sua forma nesses últimos cinco anos. Eu, Rafael Martini, Edson Fernando, Mateus Oliveira e Pedro Maglioni. Começamos como um quinteto, onde o Rafael, hoje pianista, tocava guitarra e violão. Havia nos primórdios outra tecladista, a Aline Tomanick, que saiu no primeiro ano do grupo. Caminhamos um tempo como quarteto e posteriormente o Edson Fernando juntou-se a nós. – Conta a vocalista Leonora Weissmann.
O COMEÇO
Leonora diz que tudo se iniciou quando ela e o Rafael, que já eram amigos e gostavam do mesmo tipo de som, tiveram a idéia de formar um grupo. Então foram a procura de amigos com interesse em tocar e convidaram colegas do Rafael para participar. No começo eles tocavam músicas de compositores consagrados como Tom Jobim, Egberto Gismonti, Edu Lobo, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Elis Regina, alem de duas musicas autorais.
- Costumo dizer que nem me lembro de quando não conhecia o Pedro e o Mateus, que estão desde o início no grupo. A simpatia e cumplicidade foram imediatas. Já o Edson entrou alguns anos depois, para substituir o Mateus, que ficou um ano na Espanha, e quando vimos, não era possível ficar na substituição. O Mateus retornou e viramos um quinteto. Tocávamos duas músicas autorais, uma composta em uma fazenda por milhares de pessoas sobre um poema do Manuel Bandeira, um samba chamado "Irene no Céu", e uma, que está no disco, chamada "Samba no ponto" do Rafa e da Alice Bicalho. Posteriormente, ficamos interessados em compor mais, e tocar músicas de amigos compositores, músicas que ficávamos muito afim de tocar, propondo arranjos novos. Dessa maneira aumentamos nosso repertório autoral e atualmente raramente tocamos músicas muito famosas, como antigamente. Isso é muito mais instigante pra gente, porém é mais difícil e lenta a conquista do público. O “cabeça” da banda desse ponto de vista foi o Rafael, em minha opinião. Ele foi quem direcionou de uma forma geral todo o início do grupo. Depois, acho que as responsabilidades e idéias se espalharam de forma bem distribuída pelo grupo e cada um faz sua parte. Com o detalhe que ele continua sendo o dono da "salinha" (hehe) local onde ensaiamos em Belo Horizonte (MG), nós e mais alguns outros grupos que ele integra. – Ressalta Leonora.
O NOME
De acordo com a vocalista, a escolha do nome é sempre um momento difícil, pela incerteza de saber se o nome irá “pegar”. Ela conta que na época, todos deram sugestões, até que o Pedro sugeriu Quebrapedra, que é o nome de uma planta utilizada medicinalmente. Mas Leonora explica que Quebrapedra foi escolhido porque é o mesmo nome de um passarinho inventado por Tom Jobim.
- Apesar de todos associarem à plantinha que ajuda no tratamento de pedras nos rins, o nome foi escolhido, basicamente, por causa de um passarinho que o Tom Jobim inventou, que se chama Quebrapedra. Em sua música “Pato Preto”, o canto do pássaro, que remete ao seu nome fictício, aparece no final, e também na suíte “Gabriela”. Gostamos da idéia, da sonoridade do nome e principalmente de Tom Jobim. Tocávamos a música “Pato Preto” do Tom, e sempre acabávamos com o canto do pássaro: Quebrapedra. Quando vimos o nome já tinha dado certo. – Diz Leonora.
PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS
Perguntada sobre as influências das banda, Leonora cita nomes como Gismonti, Hermeto, Milton, Gilberto Gil, Elis Regina, alem de alguns amigos mais próximos,que são intérpretes e compositores como Kristoff Silva, Antonio Loureiro, Felipe José, Renato Motha, Patrícia Lobato, Rafael Macedo, Mestre Jonas, Leopoldina, Elisa Paraíso, Makely Ka, Maísa Moura, João Antunes, Frederico Heliodoro, Mauro Rodrigues, Alexandre Andrés, dentre outros. Ela ainda cita Bjork, Radiohead, Queen/Freddie Mercury, Beatles, Bobby McFerrin, Maria João, David Lynx.
PROCESSO DE CRIAÇÃO E TIPO DE SOM
O baterista e percussionista Edson diz que é difícil definir o tipo de som que tocam até pela variedade referencias e influências que o grupo possui. Ele fala que se tentassem definir seria algo como forçar um rotulo o que não seria interessante para eles.
- Isso é difícil, são tantas as referências e as influências, que tentar definir o som que fazemos seria como forçar algum tipo de rótulo, e para nós isso não é interessante. Não nos propomos a fazer algo fechado, que se encaixe em uma ou outra proposta definida, embora seja possível identificar muitas de nossas influências nas referências que a Leonora mencionou acima. Não temos um processo de criação padrão, mas quando vamos tocar a música de algum de nossos amigos parceiros, todos escutam a música e fazemos os arranjos de forma mais coletiva. Já as composições do Rafael, ele geralmente as faz concebendo todo o arranjo e entrega as partes de cada um, e aí vamos para o estúdio, tocamos, e vamos burilando, entendendo, experimentando. – Conta Edson.
- Quase todas as letras foram feitas sobre as melodias já prontas, que apontavam para alguns argumentos que se formaram a partir de idéias que tive e sempre tive mania de anotar. Afinal, idéias sempre servem para alguma coisa, em algum momento. E se eu não anotar, é esquecimento na certa. Tenho as idéias dentro de meu processo das artes plásticas, de assuntos diversos sobre os quais leio, de pequenos acontecimentos do cotidiano e curiosamente, muitas vezes de coisas que as pessoas me dizem; frases, e experiências (amorosas ou não) que são contadas em conversas. Acho bonito, forte ou interessante e penso que pode ser uma boa imagem, o que resulta em pinturas, desenhos ou escritos. A letra de “Nem ao menos uma flor” por exemplo, surgiu de uma plaquinha que vi no parque municipal de BH que dizia: “Por favor, desse jardim tire só fotografias”. Já a letra de “Breve” surgiu porque convidei um amigo pelo Messenger para vir à minha casa, porque eu inclusive faria pão de queijo para ele...aí ele respondeu: Se assim vai ser muito em breve. Gostei e roubei, hehe. – Relembra Leonora.
TRABALHOS GRAVADOS
O grupo Quebrapedra tem um disco com doze faixas, com encarte feito pela Fernanda Monte-Mór com pinturas da Leonora.
- São oito composições nossas, sendo que algumas são parcerias com outros letristas, como o Makely Ka e a Alice Bicalho, e quatro, que interpretamos e rearranjamos, de compositores e amigos: Renato Motha, Kristoff Silva e Makely Ka, Felipe José, Antonio Loureiro e Dudu Nicácio. Contamos com as incríveis participações especiais dos músicos Antonio Loureiro, Renato Motha, Tarcísio Braga, Thiago Nunnes e Mauro Rodrigues, além de outros grandes músicos que tocaram os arranjos de sopros, como Flávio Ferreira, Alaécio Martins, Mariana Diniz, Romeu Rabelo e Nivaldo Orsi. – Diz Leonora.
CONTATOS
Para baixar o DISCO: http://euovo.blogspot.com/search/label/Quebrapedra
Vídeos no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=a8iNNa-9_Ug
- Convido todos a ouvir o som do Quebrapedra, ao vivo e através do nosso primeiro disco! Quem gosta de canções e música instrumental agrupadas tem grande chance de ficar feliz em conhecer mais um grupo que ama a música e fez seu primeiro disco com muito cuidado e carinho; além de tudo, contamos com grandes músicos que ampliaram um bocado a banda em algumas músicas! Dessa forma, esperamos também que conheçam o trabalho dos outros compositores que gravamos pelos quais temos profunda admiração. Espero que gostem, ouçam, toquem, cantem e sejam felizes! – Leonora, vocalista do grupo Quebrapedra.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA RAM
A banda Ram surgiu no ano de 2007, em Belo Horizonte (MG). Após algumas mudanças, atualmente a banda tem na sua formação Paim (vocal, guitarras, teclados, gaita), Abacatu (bateria, escaleta, teclado, percussão) e Ricardo Righi (baixo,vocal)
- Somente eu e Abacatu ainda estamos da formação original. Antes do Ricardo, Daniel Franco ocupava o baixo. Já tivemos diversos guitarristas, Thiago Assis, que participou das primeiras composições e Paulo Emílio, que gravou algumas partes no disco vindouro foram os que ficaram por mais tempo. – Conta Paim.
O COMEÇO
Segundo Paim, em 2006, após formar no curso de jornalismo, convidou alguns músicos para tocar, porem a banda só foi formada mesmo no segundo semestre de 2007. Ele explica que uma das principais dificuldades enfrentadas foi encontrar músicos com compromisso profissional com a música.
- O objetivo da banda era bem claro e compartilhado pelos membros de então, assim como com os atuais; todos já passaram por diversas bandas e fazer música definitivamente não é um hobby a essa altura. Daí a prioridade ao repertório próprio, medida tomada também pela grande quantidade de composições que eu fazia e faço. Em uma das embrionárias formações da banda, vários covers chegaram a ser ensaiados (nunca apresentados ao vivo) numa tentativa de se adaptar e alcançar espaço mais facilmente na cena rock local, na qual rádios simplesmente ignoram as bandas novas, enquanto a maioria das casas noturnas prioriza bandas covers. Tivemos várias mudanças na formação, resultado da dificuldade em encontrar músicos roqueiros que tenham compromisso profissional com a música, e talvez seja esse o maior problema enfrentado pela Ram no estágio em que a banda se encontra, a cultura do cover, que se percebe no público roqueiro local, mas é incentivada e reforçada pelas casas e acaba refletida na dificuldade das bandas em sair das releituras e apresentarem suas composições. Mas nós preferimos ir pelo caminho imediatamente mais difícil, mas mais condizente com a vontade e possibilidade dos músicos: fazer a própria música. Daí a dificuldade em entrar no circuito de bares e casas noturnas locais, apresentando material autoral. Mas aos dois anos de vida, o Ram comemora a vitória de conseguir se apresentar regularmente e sempre em eventos e espaços voltados para a apreciação do novo. – Afirma Pain.
O NOME
Paim explica que quando o Abacatu tinha sete anos, foi atingindo na cabeça, por um saco pesado, chegando inclusive a desmaiar. Segundo Paim, após esse incidente a família de Abacatu relatou que ele começou a ter atitudes estranhas. Por sua vez, Abacatu não se lembra disso, só se recorda de olhar para cima, ver o saco caindo e ouvir alguém gritando “Raaaaammmmmmmm.....”. Daí então a origem do nome da banda.
INFLUÊNCIAS E ESTILO
De acordo com Paim, ele e os demais integrantes são bastante ecléticos na arte que consomem, seja musica ou outro tipo. Porem ele ressalta que todos são muito influenciados pelo rock e quando começam a tocar o rock acaba surgindo. Segundo Paim a improvisação é o carro chefe e como ele compõe o tempo todo, e mistura tanto que já não consegue definir o estilo.
- Do folk rock à psicodelia de garagem à sensualidade do soul e à agonia musical do kraut, algo de barroco... mas, costumo dizer que o que influencia o Ram é nosso estado de espírito. E esse estado de espírito pode dar numa música ou ser causado por ela e por aí vai. Não gosto de definir o som que fazemos. Acho que o nome Ram é tão neutro que se quisermos fazer ópera brega cigana um belo dia com esse nome não chocaremos. Eu poderia chamar o nosso som de Música transgressora ou experimental. Mas música e arte são experimentais e transgressoras por natureza e isso acabaria num pleonasmo. Então prefiro não definir. Deixo para os críticos. Aliás, definições e segmentos sempre existiram, mas essa divisão rigorosa a que a cultura pop obriga só serve pra fazer os consumidores se identificarem como sendo de certo grupo e meio por consumirem certa música, assim como certa roupa. E isso está passando de geração para geração e se tornando onipresente a tal ponto, que novas bandas acabam se preocupando primeiro em de que estilos vão ser e que públicos vão atingir e depois em fazer música. – Diz Paim.
PROCESSO DE CRIAÇÃO
Falando do processo de criação, Paim conta que cada musica tem sua “viagem” inicialmente na melodia ou na harmonia e depois na letra e nos arranjos. Ele ainda ressalta que no final, dependendo da interpretação que eles vão dar a musica pode, a mesma pode mudar totalmente de “cara”.
- Cada música é uma coisa. Quando componho, às vezes penso em alguma parte do arranjo de algum instrumento, mas o geral é cada um fazer sua parte no ensaio. Não temos muita preocupação em fechar arranjos. Cada vez que tocamos, o clima em que estamos e a resposta que sentimos do público muda a interpretação. Tentamos dar à música o que a música pede quando a fazemos, mas não dispensamos a espontaneidade. Por isso que é bom tocar muito a música antes de gravá-la. E também não nos preocupamos em fazer da versão do estúdio, a versão definitiva da música. Em estúdio exploramos o que for possível fazer – se tiver uma nave espacial ou um coral de macacos no estúdio e tiver a ver com a música, isso rola. Nos shows, na maioria das vezes, impossibilitados de repetir o arranjo do estúdio por falta de gente suficiente, criamos outra maneira de apresentar a música. Não considero que a música perde. São duas coisas diferentes. E somos adeptos daquela idéia do Dylan de que a música não necessariamente chega, na gravação de estúdio, à plenitude, à perfeição, ou à compatibilidade total com a idéia do compositor. Isso pode acontecer quando você a executa em casa, num show, ou daqui a 50 anos. – Ressalta Paim.
INSPIRAÇÃO
Para Paim, compor é uma necessidade, e inclusive ele não consegue explicar ao certo o motivo disso, mas volta e meia, surge uma melodia, ou uma frase, quando ele senta no teclado ou pega no violão.
- Pode sair algo mais folk, mais soul ou mais dançante, mas isso deve ser o que pedem o humor e o estado de espírito de então. Talvez isso seja o resultado de um turbilhão de emoções, pensamentos, de uma rotina ou até de coisas do subconsciente que não expresso desabafando, pintando ou de outro jeito, mas sim com música. O resto, seja a letra, a melodia completando a harmonia ou vice versa, pode fechar ou contrastar com a primeira idéia. Isso por que acabo ficando dias mexendo na música, esqueço e refaço meses depois, junto com pedaços de outras idéias, labuto um bocado. A música nunca é uma viagem ali e pronto. São várias viagens. – Conta Paim.
TRABALHOS GRAVADOS
A banda Ram está finalizando o primeiro álbum que pretendem lançar no começo de 2010. Por enquanto, alguns pré-mixes, e gravações ao vivo estão disponíveis na net.
- É o resultado de vários anos de composições e de dois anos de banda, com arranjos, rearranjos e gravações, testes ao vivo e observação da resposta do público. – Explica Paim.
AGENDA
26/11/2009 - MELZIM COM QUEIJO FEST - 21H, R$6,00 - OASIS SCOTCH BAR: R. DR. LÚCIO BRANDÃO, 266, PRADO, Belo Horizonte (MG).
CONTATOS
Telefones: (31)8775-3576 / 3317-0838 (Paim) - (31) 8439-7686 (Jackson) / (31) 9948-0240 (Ricardo)
Twitter: www.twitter.com/ramrockband
- Não ouça enquanto usa o MSN ou qualquer outra coisa na net ou no walkman enquanto vai para o trabalho ou para algum lugar no carro. Se possível não veja fotos ou imagens da banda antes de ouvir, não leia nada sobre o estilo, ou alguma crítica. Se distancie da indicação que o fez ouvir o Ram. Não associe a nada. Ouça! – Paim, vocalista, guitarrista, tecladista e gaitista da banda Ram.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA ROCKNOVA
Rocknova surgiu no ano de 2007 em Belo Horizonte (MG), a banda é formada por Gustavo Lago (vocal e violão), Borba (guitarra e harmônica). Xerllez (baixo) e Nenel (bateria).
O INICIO
O baterista Nenel conta que tudo começou com uma conversa entre Borba e o Xerllez, quando estavam em um show do Udora. Nesse show eles tiveram a idéia de formar uma banda autoral. Então convidaram o Nenel e o Gustavo Lago para completar o grupo.
- Topamos na hora e começamos a trabalhar em cima das músicas que o Borba já tinha. Em agosto de 2007 fizemos nosso primeiro show e não paramos mais, mesmo com a dificuldade de arrumar shows no início da banda, quando não tínhamos material. Mesmo assim fizemos um bom número de apresentações em 2007. 2008 e 2009 foram grandes anos para o Rocknova. Neste tempo, lançamos o CD, tocamos no Conexão Vivo, fizemos turnê pelo Sul do país e por São Paulo e dividimos o palco com Udora, Oswaldo Montenegro, Acústicos & Valvulados, Humberto Gessinger e Duca Leindecker (duo Pouca Vogal), entre outros. – Relembra Nenel.
O NOME
De acordo com Nenel, Rocknova não tem nenhum significado, foi um nome escolhido entre muitos outros, pois eles não estavam satisfeitos com nenhum dos nomes e Rocknova foi o que mais agradou.
ESTILO E INSPIRAÇÃO
ESTILO E INSPIRAÇÃO
Nenel diz que cada membro da banda possui diferentes fluências, mas há uma preferência unânime, os Beatles. Segundo ele, a inspiração para criar as musicas vem de fatos cotidianos, falam do que vivem. Nas letras eles passam a maneira como eles vêem o mundo.
- Fazemos rock. E gostamos de ter a formação com uma guitarra, baixo e bateria. Em algumas músicas o violão se junta à guitarra. Acho que é um rock direto, com som límpido. Flertamos também com o rock moderno, com o indie. Também nos preocupamos muito com a qualidade das letras das canções. Até hoje nosso processo de criação funciona da seguinte maneira: os compositores da banda são Gustavo Lago e Borba. Geralmente eles chegam ao estúdio e mostram ao resto da banda uma canção. Se todos gostarem, partimos para a criação dos arranjos em grupo. Tem dado certo até agora. Lembrando que sete músicas do álbum "Rocknova", de 2008, são de autoria de Borba e três canções de Gustavo Lago. – Conta o baterista.
TRABALHOS GRAVADOS
A banda Rocknova lançou seu primeiro álbum em 2008 que após um ano, já tem quase três mil copias vendidas. A banda pretende lançar um segundo álbum em 2010.
AGENDA
04/12/2009 - Dividindo o palco com Ricardo Koctus (baixista do Pato Fu) e com André Abujamra (ex-Karnak)- Teatro Oi Futuro Klaus Vianna, Belo Horizonte (MG).
AGENDA
04/12/2009 - Dividindo o palco com Ricardo Koctus (baixista do Pato Fu) e com André Abujamra (ex-Karnak)- Teatro Oi Futuro Klaus Vianna, Belo Horizonte (MG).
13/12/2009 - "Natal Solidário Rocknova", Belo Horizonte (MG)
20/12/2009 - Feira Hippie, Belo Horizonte (MG).
CONTATOS
Telefone: (31) 9641-8624 (falar com Anderson Fonseca).
- Bem, estão todos convidados a conhecer nosso trabalho. No nosso myspace dá para escutar as dez faixas do CD e tem link pra baixá-lo de forma gratuita. Espero que gostem! – Nenel, baterista da banda Rocknova.
CONTATOS
Telefone: (31) 9641-8624 (falar com Anderson Fonseca).
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA O GARFO



O Garfo é uma banda que surgiu em Fortaleza (CE) no ano de 2007. A formação que é a mesma desde o inicio, tem Felipe Gurgel (baixo), João Victor (bateria, synths e efeitos) e Vitor Colares (guitarra).
O COMEÇO
O guitarrista Vitor Colares conta que todos os integrantes se conhecem há muito tempo e já haviam tocado juntos em outras bandas, o que facilitou as coisas no inicio da banda O Garfo.
- Nos conhecemos de muito tempo e tínhamos até tocado juntos em certos momentos da vida. O Felipe chegou chamando para irmos a um estúdio tirar um som e tal, há três anos mais ou menos, e como já tínhamos outras experiências, começamos bem e sem muitos problemas. Sabíamos das dificuldades normais que toda banda independente passa: selo, shows, circular, pagar ensaio, viver disso e por aí vai, e estamos com o pé no chão até agora. - Vitor Colares.
O NOME
Vitor explica que o nome O Garfo foi uma sugestão dele, que foi escolhido por ter uma sonoridade forte.
INFLUÊNCIAS E ESTILO
O guitarrista diz que a banda possui variadas influências musicais, as principais são bandas como Nine Inch Nails, Daft Punk, Death from Above 1979, Talking Heads, Justice, Radiohead, Queens of the Stone Age, Helmet e Nação Zumbi.
Sobre o estilo musical da banda, Vitor fala que eles apesar da banda ser instrumental, eles vêem apenas como uma banda, e diz que não saberiam definir qual seria o estilo de O Garfo, e até por isso as vezes eles se definem com rótulos que criam.
- Apesar de sermos uma banda (até agora) instrumental, construímos e pensamos no O Garfo "apenas" como uma banda. Tiramos onda com alguns rótulos criados pela gente mesmo, como "post-eletro" e "stoner-pop", para dizer que nem nós mesmos sabemos o que é... (risos). Mas é isso, estamos sempre citando influências da banda em termos gerais, não só na música diretamente, e isso nos guia a certos terrenos/estilos que depois de algumas perguntas nem precisa de melhor definição (risos). – Diz Vitor Colares.
PROCESSO DE CRIAÇÃO
De acordo com o baixista Felipe Gurgel, geralmente ele cria linhas de baixo e depois o restante dos integrantes criam arranjos em cima. Ele ressalta que o baixo é a guia das composições.
- Normalmente eu crio as linhas de baixo com uma certa seqüência proposta e o resto da banda vai criando arranjos em cima, tendo isto como base. O baixo é a "guia" da composição. As exceções foram Hard Clichê, Frank Einstein e Absinto, em que a idéia inicial partiu de um riff de guitarra do Vitor. A inspiração para compor a sonoridade não vem de nada específico. Quanto mais você pensa em 1001 coisas ao criar, maior o risco de você conceber algo demasiadamente derivativo. O melhor é não pensar em nada. - Conta Felipe Gurgel.
TRABALHOS GRAVADOS
Em setembro deste ano a banda O Garfo lançou o EP "Epizod" pelo selo Midsummer Madness (RJ). O EP têm cinco faixas, foi produzido pelo João Victor e com arte elaborada pelo ilustrador cearense Felipe Diaz.
- Estamos vendendo a cópia física nos shows. A arte impressa gerou um diferencial enorme no apelo deste material. Quase todo mundo que pega o CD em mãos elogia este aspecto logo de cara. Por enquanto, ainda estamos resolvendo algumas pendências burocráticas e não ampliamos tanto a distribuição. Ele custa R$ 7,00 com a gente nos shows, ou R$ 10,00 se a pessoa quiser receber pelo correio via carta registrada. No futuro, ele poderá ser encontrado de outras formas, se a tiragem atual (500 cópias) não esgotar logo. – Ressalta Felipe Gurgel.
AGENDA
17/12/2009 - Centro Cultural Banco do Nordeste – Fortaleza (CE)
08/01/2010 - Órbita – Fortaleza (CE)
CONTATOS
Telefone: (85) 8690-2466
- Galera ouçam e vejam O Garfo. Obrigado!- Felipe Gurgel, baixista da banda O Garfo.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA SEX ENOUGH
A banda Sex Enough é de Sorocaba (SP) e foi formada em março de 2009 por dois professores de musica. Após uma recente troca de guitarrista, a banda tem na sua formação Danny Viana (vocal e baixo), Wag Ferreira (vocal e guitarra), Mauricio Detogni (guitarra solo) e Thiago Balera (bateria).
O INICIO
Tudo começou com o casal Danny Viana e Wag Ferreira, que são professores de musica, e antes de formar a banda só haviam tocado juntos na Orquestra de Violões de Sorocaba. Danny Viana tinha a idéia de formar uma banda que tocasse vários estilos, então após criar algumas letras convenceu Wag Ferreira a criar melodias para elas. Em uma semana eles já tinham sete musicas prontas, e um mês depois aconteceu o primeiro ensaio. Depois do segundo ensaio eles gravaram quatro musicas (Sunny Days, Regret, Memories e Expectatives), sendo que Sunny Days começou a ser tocada na radio local e eles foram chamados para o primeiro show e desde então não pararam mais.
O NOME
De acordo com a banda, Sex Enough é o nome de uma de suas músicas que ainda não foi gravada. O nome foi sugestão de Danny Viana, e significa “sexo suficiente”, já o sentido do nome depende da interpretação de cada pessoa.
PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS
Wag Ferreira explica que como eles trabalham com o ensino musical, acabam ouvindo de tudo um pouco durante o dia. Ele ressalta que não fazem musica pensando em alguma banda ou estilo.
- Como trabalhamos no ensino musical acabamos ouvindo todo o tipo de música o dia todo, e não fazemos música pensando em alguma banda ou algum estilo, deixamos que elas saiam naturalmente. Mas o gosto pessoal vai desde Bach, Villa Lobos aos clássicos do rock. Eu particularmente não tenho uma banda preferida. Tem dias que acordo com vontade de ouvir Beatles e no outro estou ouvindo Ray Charles.- Diz Wag Ferreira.
- Também ouço de tudo. Gosto de Elton John, Queen, Led Zeppelin e música instrumental. Mas minha verdadeira paixão é ópera. – Conta Danny Viana.
PROCESSO DE CRIAÇÃO
De acordo com Danny Viana, as letras das musicas são criadas primeiro, e após definir o sentido dela é criada a musica. Já na criação da melodia Wag Ferreira diz que inicialmente procura trabalhar o caminho que será seguido, depois ele pensa na harmonia, na construção dos instrumentos, na tonalidade, nos solos e etc.
- As letras vêm naturalmente, muitas delas baseadas em acontecimentos reais, como por exemplo, a musica Memories que é sobre a minha infância. Não temos um tema único, como as musicas também são feitas para não se pareçam uma com a outra, mas sempre determinando em cada uma delas nossa personalidade. – Conta Danny Viana.
TRABALHOS GRAVADOS
A banda Sex Enough tem algumas demos (postadas no myspace da banda), algumas gravadas em casa. Estão finalizando a gravação do EP, que tem a possibilidade de sair ainda este ano.
- As músicas já conhecidas, não perderam a identidade, mas estão ganhando muito mais equilíbrio em estúdio. Os arranjos estão mais elaborados. Como ensaiamos pouco desde a formação, experimentamos muitas coisas em shows que serão colocados no EP. – Ressalta Danny Viana.
CONTATOS
Telefone: (15) 8803-8293 / (15) 9145-3211
- Nós do Sex Enough, agradecemos à todos que já ouviram nossas musicas, e são essas pessoas que ajudaram a repercutir tanto. Aos que não conhecem: Experimente, é diferente! – Banda Sex Enough.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA VALETESETE
A banda Valetesete surgiu em 2006 na cidade de Contagem (MG). Após algumas mudanças de integrantes, a formação atual tem Flávio Santos (guitarra e vocal), Leandro Diaz (baixo), Alemão (teclados) e Rafael Lopes (bateria).
O COMEÇO
Flavio conta que quando tudo começou apenas ele era o Valetesete, na época ele contratou músicos para gravarem alguns instrumentos, no projeto de um CD. Durante a finalização, ele reuniu dois amigos e formaram a banda. Depois de um ano e meio a formação mudou mais uma vez, ficando apenas Flávio desde o inicio.
- Em Julho de 2006 depois de tocar com outras bandas, percebi que estava na hora de gravar o próprio som, e não ficar apenas repassando uma mensagem já dita. Então vendi todo meu equipamento de som que me acompanhava nos barzinhos que tocava e consegui algumas horas num estúdio. Como estava sem banda paguei alguns músicos para gravarem bateria, baixo e algumas linhas de guitarra, gravei guitarra também, violão, vocal e backing vocal, e durante a gravação, mixagem e tal juntei com dois amigos e formamos a banda. Era muito difícil repassar o CD em power trio, mas era bem divertido. Depois de um ano e meio as divergências musicais falaram mais alto e o baterista saiu. Em maio de 2008 lançamos o CD com outra formação (já com teclados) e logo depois o baixista saiu e após vários baixistas passarem pela banda há três meses contamos com a melhor formação. – Diz Flávio Santos.
O NOME
O guitarrista e vocalista explica que o nome Valetesete foi escolhido porque ele queria algo relacionado a cartas e baralho. Acabou surgindo Valete e o sete foi incluído por causa da rima.
PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS E TIPO DE SOM
De acordo com Flávio, as influências da banda são muito variadas, ele é muito influenciado por musicas de bandas dos anos de 1980 e 1970, o baterista pelo grunge, o baixista bossa nova e muita MPB, já o tecladista gosta de música gospel.
- Tentamos fazer com que o rock volte a ser música popular brasileira, trazer a poesia para o peso do som, também fazer críticas ao pais, coisa que só o rap faz atualmente enfim, “Rock Revolution”.
TRABALHOS GRAVADOS
A banda Valetesete lançou seu primeiro CD em 2008. Atualmente estão em processo de criação de um novo disco.
CONTATOS
Telefone: (31) 8773-9119 / (31) 3046-0286
- Muito bem moçada, convido vocês para visitarem nosso myspace e dêem uma olhada também nos nossos vídeos no youtube, inclusive a nossa nova música de trabalho esta lá. - Flávio Santos, guitarrista e vocalista da banda Valetesete.
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