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segunda-feira, 29 de junho de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA DESRROCHE






A banda Desrroche surgiu no ano de 2000 em Salvador (BA) e tem na sua atual formação Ale na bateria, Lex Pedra no vocal, Gladx no baixo, Negrux e Xiiu nas guitarras. Lex Pedra diz que quando entrou na banda, foi convidado para tocar baixo, mas como não tinham vocalista na época ele acabou assumindo o vocal em definitivo.

- A Desrroche surgiu de uma transição gerada por membros de uma banda punk em 1990, chamada Arknômades, que eu fui convidado para integrar em 2000, na época fui convidado para tocar baixo na banda, mas estávamos sem vocalista, então passei a cantar as músicas e acabei ficando como vocalista definitivo. Em 2002 com músicas novas e de espírito renovado começamos às seqüências de ensaios com uma expressão mais agressiva e psicodélica, foi quando a Desrroche começou a dar sinal de vida. A banda passou por grandes mudanças com letras falando sobre a opressão religiosa, conflitos pessoais e afetivos, alem de ocultismo com uma boa interpretação, performance e uma dose de ódio que se expandia a cada música composta. Passamos um período trocando de integrantes até chegar a formação atual e recentemente passamos por mais uma alteração com a saída dos dois guitarristas. A maior dificuldade acredito que não seja só para a Desrroche, e sim para a maioria das bandas de Salvador, que é a falta de um espaço com referência ao rock e uma boa casa de show que comporte as bandas e o público com equipamentos e espaços adequados e uma mídia saudável para acompanhar os acontecimentos rocker da cidade, pois há uma grande concentração por aqui só precisa ser mais difundido, divulgado, apoiado e tratado com mais atenção pelos meios de comunicações competentes. – Afirma o vocalista.
O NOME
O vocalista explica que o nome é uma fusão que ele fez com duas palavras e, como a primeira coisa que perguntavam era o significado, teve que criar um, que de acordo com ele, significa alta concentração de entorpecentes e alucinógenos usados em lavagens cerebral em “laboratórios” humanos.
- Como estávamos concordados a fazer a mudança tínhamos que trazer um novo nome um nome totalmente embrionário, eu fiz fusões de vários nomes, mas tudo lembrava algo já existente, foi quando encontrei e separei de uma palavra as três primeiras letras DES (desfigurar, modificar, interferir) e juntei com ROCHE (indústria farmacêutica, manipuladores de drogas em larga escala), mas não queria levar em consideração a palavra Roche coloquei mais um R para soar mais brasileiro e não cair no sotaque inglês (nada contra), ou seja, você lê o que está escrito DESRROCHE, assim como fui o criador do nome eu tive que também dar um significado para ele porque era a primeira pergunta que todos me faziam e eu perguntava: O que lembra esse nome? E ninguém sabia responder ai eu tive que fazer isso. DESRROCHE: Alta concentração de entorpecentes e alucinógenos usados em lavagens cerebral em “laboratórios” humanos. Sem sair da proposta da fusão. – Explica Lex Pedra.
ESTILO
Perguntado sobre o estilo da banda, Lex Pedra diz que o que acontece na Desrroche é uma fusão das influências de cada integrante, o que segundo ele cria musicas com bastante expressão, acentuação e elementos psicodélicos, somados a uma performance e um visual forte.

- Procuramos sempre interpretar as músicas chegando a explorar uma tríade teatral, levando ao publico um equilíbrio entre o que ele está ouvido com o que está assistindo. Eu costumo dizer que fazemos rock, mas muitos precisam enquadrar ou até mesmo rotular, pelo trabalho atual que estamos desenvolvendo, então eu arriscaria dizer que estamos circulando entre o rock industrial, o rock gótico e até mesmo o hard rock, mas acredito que o mais completo seria o rock industrial por ser um gosto geral entre os integrantes. – Diz Lex Pedra.
PROCESSO DE CRIAÇÃO
O processo de criação das musicas de acordo com o vocalista é algo aleatório e sem padrões. Geralmente é ele quem escreve as letras que em sua opinião antes de virar música é um simples texto.
Segundo ele a inspiração para a criação das melodias e letras vem da opressão religiosa, de conflitos pessoais e afetivos também do ocultismo.

- Somos todos dotados de sensibilidades com doses de amor e ódio e estamos sempre em busca de prazer e conforto para a matéria e para o espírito, e durante essa busca nos confrontamos com as decepções, derrotas e algumas batalhas vencidas. Estamos sempre num circulo, cercados de leis que desconhecemos, somos movidos por forças que em muitos momentos não conhecemos. O oculto ainda assusta e mesmo assim ele nos atrai, as musicas da Desrroche sempre contam historias, é um desabafo, uma válvula de descarga negativa ou positiva dependendo da interpretação e do momento da pessoa que está ouvindo. Estamos trabalhando atualmente com algumas composições abrangendo o mal do século, a época do ultra-romantismo brasileiro, onde o tédio constante, morbidez, sofrimento, pessimismo, negativismo, masoquismo, cinismo, auto-degeneração, fuga total e definitiva da vida, solução para os sofrimentos fazem contextos com as poesias da época. Eu pesquisei Álvares de Azevedo e acabei trazendo e transformando algumas obras dele em músicas. - Conta o vocalista.
CDS E MATERIAIS GRAVADOS
Em 2002 foi gravado primeiro demo com três faixas. Em 2006 a banda gravou um CD mais completo, contendo sete faixas, lançado de forma independente.

- Neste momento estamos em estúdio ensaiando com os dois novos integrantes Lúcio (sintetizador) e Eric Abbehusen (guitarra) e logo estaremos dando continuidade ao próximo CD que ficou em pausa por causas dos últimos acontecimentos, acredito que antes do fim de 2009 já estaremos em execução desse novo trabalho, há uma grande possibilidade para lançarmos ele em Janeiro de 2010. Estaremos trazendo temas como a segunda guerra mundial, Hiroshima, Mal do século e todas as possibilidades de possessão e infestação permitidas pelos seres humanos. – Diz Lex Pedra.
CONTATOS
Telefones: (71) 3431 5484 / (71) 9983 0971
Email: alex13costa8@hotmail.com

- Com os vícios destruímos nossos corpos, com a ganância destruímos as nossas casas e com o egoísmo destruímos uns aos outros. Nós somos enganados a cada segundo, a cada passo que damos estamos diante de uma nova investida das forças que nos rege, cabe a nós sabermos que tipo e quais são essas forças para nos direcionarmos ao objetivo e ter êxito na sua busca seja ela qual for. Tenha certeza quando você ouvir e entender a Desrroche, que você estará fazendo uma evasão e invasão ao anormal desconhecido, permitida a poucos, porque nós não fazemos só músicas. – Lex Pedra, Vocalista da banda Desrroche.

terça-feira, 23 de junho de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA KHROPHUS, DE SÃO JOSÉ, SANTA CATARINA









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A banda Khrophus surgiu no ano de 1993, na época com o nome de Darkness, em São José, (SC). A atual formação tem Adriano Ribeiro na guitarra, Alex Pazetto no vocal e baixo, e Carlos Fernandes na bateria.

- Em 06/06/1993, eu, e meu irmão Nata (baixo) e o Pablo (bateria), resolvemos montar uma banda para tocar o som que curtíamos. A idéia era fazer metal extremo juntando as influências de cada integrante, que passava por bandas como Sarcófago, Morbid Angel, Deicide, Cannibal Corpse, Megadeth, entre outras. No início nem tínhamos bateria (pegávamos emprestada), e nossos instrumentos e caixas de som eram de linhas mais baratas, pois não tínhamos como pagar as fortunas da época para bons instrumentos. Mas as dificuldades fazem parte, e não deixamos nos abater por isso e aos poucos fomos criando músicas, e em pouco tempo já estávamos fazendo shows. Duas coisas que marcaram o início da banda foram as trocas de formação (que tem que ser para alcançarmos mais maturidade) e as viagens (que se tornaram uma constante desde o começo). – Conta Adriano Ribeiro.
O NOME
Adriano diz que o motivo do nome é uma pergunta sempre fazem para ele, e explica que inventou o nome, letra por letra, que segundo ele, era o nome de um guerreiro invencível, de uma história que invento na juventude. A música que leva o nome Khrophus está na primeira demo da banda de 1993.

- Na época não tínhamos acesso fácil, como hoje, a estúdios para gravar, e por isso gravamos de forma caseira. Mas antes de adotar esse nome para a banda, que eu já queria desde o início, os outros dois integrantes como estavam em maioria escolheram o nome Darkness. O engraçado é que gravamos a primeira demo com o nome Darkness, que tinha a música Khrophus. Depois de algum tempo quando mudamos o nome para Khrophus, tínhamos uma música chamada Darkness, que inclusive saiu no primeiro CD intitulado God From The Dead Images. – Explica o guitarrista.
INFLUÊNCIAS MUSICAIS
O guitarrista diz que as influências musicais de cada integrante da banda são bem variadas, mas que em comum, gostam de metal extremo e metal em geral. Perguntado como definiria o som da banda, Adriano fala que defini com sendo simplesmente death metal.

- Rótulos existem e sempre vão existir, alguns podem definir de uma maneira e outros de algum outro jeito, mas nós preferimos definir assim, pois é justamente isso... death metal. – Afirma Adriano.
PROCESSO DE CRIAÇÃO
De acordo com Adriano, o processo de criação da banda, geralmente é algo simples, ele apresenta os riffs nos ensaios, ou alguma estrutura de musica definida e depois vão encaixando as idéias do Carlos Fernandes para a bateria e na sequência o Alex Pazetto adiciona o baixo. Adriano ressalta que só depois da música estar totalmente estruturada é que o Alex Pazetto encaixa o vocal.

- Mas mesmo depois de tudo pronto, a música passa por um período de ajustes, que é quando a tocamos por diversas vezes, em ensaios e até mesmo nas primeiras vezes ao vivo. Eu sou o cara louco por trás das letras das musicas (hehehe). Minhas letras falam da sociedade em si, da dificuldade do homem de viver em relação ao seu meio, do convívio social, e do querer de sempre tirar vantagem em tudo, o que me faz escrever um pouco de política também. Tudo que escrevo, as idéias que quero passar, estão nas letras escondidas atrás de histórias, muitas vezes em duplo sentido. Acontece que em algumas partes, as pessoas podem ter entendimentos diferentes, ou tendem a levar em conta a sua opinião em relação ao fato descrito, e isso é muito bom, pois dá a oportunidade de as pessoas criarem um próprio sentido para aquele tema em si. – Diz Adriano.
CDS E TRABALHOS GRAVADOS
- demo-tape: “Khrophus” – (na época a banda usava o nome Darkness)
- demo-tape: “Tribulations”
- demo-tape coletânea: “Resurrection of evil vol. 1” – Cocal do Sul/SC
- demo-tape coletânea: “O vurmo do mortificado, impura necromancia – ato 1” - Alvorada/RS
- CD - coletânea: “Rock Soldiers vol. 4” - Pelotas/RS
- CD - coletânea: “Troops of Devastation vol. 2” - Primavera/SP
- CD - coletânea: “Festival Show no Mercy” – Florianópolis e São José/SC
- Coletânea-virtual: “El Espectro Under (As de Corazones)” - Extremo 1 - Programa El Espectro - Rádio Records' - Buenos Aires/ARGENTINA
- EP: “Symbols From Death”
- 1º CD: “God From The Dead Images”
- 2º CD: “Presages...” (lançamento no 2º semestre de 2009).
PRÓXIMOS SHOWS
12/07/ 2009: Vooaderinha XII @ Plataforma Rock Bar São José - SC
14/08/ 2009: São Paulo
1508/2009: São Paulo
16/08/2009: São Paulo
21/08/2009: São Paulo
22/08/2009: São Paulo
23/08/2009: São Paulo
04/09/2009: Minas Gerais
05/09/2009: Muraski Show Bar Divinópolis - MG
06/09/2009: Inox Metal Fest III @ GRES Vai Quem Quer Timóteo - MG
12/09/2009: Union Metal Devotion Brusque - SC
08/10/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Nordeste
09/10/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Nordeste
10/10/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Nordeste
11/10/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Nordeste
15/10/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Nordeste
16/10/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Nordeste
17/10/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Nordeste
18/10/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Nordeste
12/11/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Sul/Sudeste
13/11/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Sul/Sudeste
14/11/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Sul/Sudeste
15/11/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Sul/Sudeste
19/11/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Sul/Sudeste
20/11/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Sul/Sudeste
21/11/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Sul/Sudeste
22/11/2009: Khrophus + Decomposed God Tour Sul/Sudeste
CONTATOS
Telefone: (48) 9102-7057
Email e MSN: KHROPHUS@HOTMAIL.COM
Endereço: Rua ADÃO SCHMIDT, 31 (LADO DO Nº 1.730), BARREIROS – SÃO JOSÉ/SC
CEP: 88.117-261

- Primeiramente gostaria de agradecer ao Samuel Fagundes do Jornalismo Possilga por estar nos dando esta oportunidade, e também a todos que de maneira em geral curtem o underground, pois direta ou indiretamente fazem com que as bandas possam apresentar seu trabalho. Fica o convite para todos que tenham interesse em conhecer nosso som visitem nossa página www.khrophus.com e ouçam nosso material disponível no site, inclusive uma pré-mix de uma música do novo CD. Um abraço a todos e obrigado. – Adriano Ribeiro, guitarrista da banda Khrophus.


segunda-feira, 22 de junho de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA MANOLOS FUNK,





A banda Manolos Funk é de Belo Horizonte e surgiu no ano de 2004, quando quatro amigos que curtiam o funk rock se uniram. A atual formação é composta por Tchululu no vocal, Marcelo no baixo, Fred na bateria, Gustavo Rique nos samplers e Ricardo Ulpiano na guitarra.
- O Manolos se juntou no final de 2004, basicamente através de quatro amigos que curtiam o funk rock. Desses quatro caboclos, estão na banda até hoje eu, o Marcelo e o Tchululu. Mas aí veio uma contusão punk no meu joelho, jogando bola (acontece sempre com os craques), e só voltamos a nos reunir em março/abril de 2005, mas aí em definitivo. Tocávamos alguns covers para dar liga no inicio, mas o foco sempre foi o trabalho autoral. Enfrentamos as mesmas dificuldades de todas as bandas que se aventuram no caminho do autoral. Nosso plus nesse quesito foi o tal do guitarrista. Como teve guitarrista nessa banda minha gente. Muita gente boa de serviço! Ainda bem que somos amigos de todos até hoje. Ano passado entrou o atual, Ricardo Ulpiano que veio já com espírito de manolos mesmo. E o rolê que era de quatro (sem pensar bobagem galera!) virou de cinco no inicio de 2008 quando o Gustavo entrou, primeiro como percussionista e agora como DJ. – Relembra Fred.
O NOME
De acordo com Fred, o nome Manolos foi sugerido por ele e o Funk foi sugestão do Tchululu e do Marcelo. O baterista diz que a inspiração veio da identidade chicana que eles têm.

- A inspiração para o nome passa um pouco pela identidade chicana que temos, outro pouco pelo personagem Manolito, na tira da "Mafalda" e outro pouco pelo fato de ser um nome que é tanto portuga como espanhol. E é funk, porque temos uma cozinha bem funk mesmo. Mas esse Funk no nome já deu pano para manga, até umas piriguetes foram em nosso show que rolou em um teatro achando que era Funk carioca. – Conta o baterista.
INFLUÊNCIAS MUSICAIS
Fred diz que a banda tem inúmeras influências musicais, e sita nomes como Primus, Red Hot Chilly Pepers, Rage Against The Machine, Faith no More, Incubus, Jamiroquai, e pitadas de sons nacionais como Ed Motta, Chico Science e Nação Zumbi.

- Somos meio bob esponja... acaba que em cada show que assistimos, seja de uma galera com nome, seja de uma galera que ta na cena indie igual a gente, aprendemos muita coisa que usamos no nosso som. – Ressalta Fred.
ESTILO
Tchululu define o som da banda como sendo meio hibrido, e por isso acha difícil classificar o estilo. Segundo ele, a base sonora é o funk, com elementos de outros segmentos musicais.

- Na verdade temos um som meio híbrido, por isso, acho difícil criar um rótulo para o Manolos Funk. Nossa base sonora é o funk, mas experimentamos vários elementos dentro da nossa sonoridade. Algumas pitadas como rock inglês, nu-metal, acid jazz e pop são importantes para a formação do nosso som. Acreditamos que a música não pode ser um processo fechado por isso estudamos sonoridades e damos liberdade para que elas apareçam, sem amarrar o processo de criação musical. Hoje nossa sonoridade é essa, mas nada impede de fazermos coisas diferentes. Isso vai depender do nosso momento pessoal e sonoro. – Explica Tchulu.
PROCESSO DE CRIAÇÃO
O processo de criação das musicas, de acordo com Fred, é bem livre, mas o baterista ressalta que geralmente eles começam com uma linha de baixo, e a partir delas vão acrescentando bateria, voz, as guitarras e finalizam com as intervenções do Gustavo.

- Tudo é feito de maneira onde todos opinam dentro do processo de composição em todos os instrumentos, sem stress. – Diz Fred.

- As letras são difíceis de explicar. Na banda não gostamos de deixar nada mastigado para ninguém, as letras são bem subjetivas. Eu comparo muito as composições como um quadro de um artista plástico. Às vezes, você olha não entende exatamente o que quer dizer, mas aquilo te causa uma impressão, entendeu? É isso que queremos. De qualquer maneira, alguns temas sempre me fascinam como o tempo e o espaço. Com um pouquinho de criatividade a gente consegue associar essas temáticas com coisas do cotidiano. Muitas delas despercebidas. Sei lá, música é assim, mais do que explicada, ele deve causar sensação. Boa ou ruim? Não sei, depende de cada um. – Conta Tchululu.
CD
A banda Manolos Funk está no processo de finalização do primeiro EP, segundo a banda está em fase de mixagem e masterização. O EP está sendo gravado no Estúdio Casa Antiga, em parceria com o Estúdio Giffoni, produção é da banda e de Fabrício Galvani e Sergio Giffoni. O lançamento está previsto para agosto deste ano.
CONTATOS
Telefone: (31) 8845-7455


- Uai, quem curte um groove com peso acrescido de letras diferentes e arranjos com toques de jazz já está convidado. E quem não curte nada disso, está convidado também para conhecer o nosso som. – Banda Manolos Funk.

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