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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Noite Solte o Som


O UHU! fanzine & Zine Sertões, em parceria com o site Solte O Som, realiza neste sábado, 30 de maio, a Noite Solte o Som que terá os shows das bandas Gr!tare e Ruído Jack, alem de discotecagem.


De acordo com Manu, uma das organizadoras, esse é o segundo evento realizado pelo UHU! fanzine & Zine Sertões, que já realizou também o Zine Festival que de acordo com Manu, não deu muito certo na época. A idéia da Noite Solte o Som surgiu há aproximadamente um mês.


- Na verdade, a nossa primeira tentativa de evento foi em 2007, quando fizemos o Zine Festival. Na época não deu muito certo, ainda tinha muita coisa a ser concretizada em relação às produções independentes em Montes Claros. A Noite Solte O Som mesmo, a gente decidiu fazer depois que a Grah, do site Solte O Som, me procurou dizendo que queria fazer um evento para dar mais visibilidade para o site. Em contrapartida, a gente estava precisando de uns trocados para rodar os zines, continuar atuando com impressos e tal. Aí juntamos as forças, (RS), e isso foi há cerca de um mês. – Conta Manu.


PARCERIAS

Manu diz que procurou a ajuda de amigos que poderiam colaborar com evento, e então entrou em contato com o Tim Pires do Instituto Geraes, que criou a arte do cartaz do evento. Alem dele, Manu contou com o apoio do Studio Rock, que colaborou com o som, A ARMCR que ajuda na divulgação e fará sua cobertura pelo Conexão Underground, o Mateus do Coletivo Retomada, o pessoal da organização da festa Surreal e o Coletivo Plug.


- Não são bem parcerias, mas ajuda mesmo. Quando eu decidi fazer o evento, uma das primeiras pessoas que eu procurei foi o Tim, do Instituto Geraes. Eu sabia que ele poderia colaborar com os contatos de bandas de outras cidades e com a arte do flyer (que, aliás, é dele). Depois disso foi questão de conversar com o pessoal que eu sei que gosta de trabalhar. Daí eu procurei os caras do Stúdio Rock, que certamente dariam uma força com o som, a Associação do Rock, que não poderia ficar de fora das coberturas, o Mateus para fazer um banquinha do Coletivo Retomada, o pessoal da festa Surreal, que irá fazer a discotecagem, o Coletivo Plug, que está fazendo um trabalho bacana com a sua WEBTV. Foi tudo uma questão de interesse mútuo, na verdade. – Explica Manu.


NOVIDADE

Assim como na 1ª noite do Indie Minas, que foi realizado pelo Coletivo Plug, a Noite Solte o Som, também terá discotecagem entre os shows das bandas. Perguntada sobre como ela espera que seja a recepção do público em relação a discotecagem, Manu diz que a estrutura dos eventos em Montes Claros já vem mudando há algum tempo, e ressalta que a discotecagem é uma realidade em outras cidades, sendo o evento grande ou não.


- A gente foge daquele vazio entre as bandas, e também é um tempinho para o público descansar. Acredito que a aceitação vai ser de boa. E se não for, creio que, pelo menos, vai fazer com que o pessoal se acostume com isso. Acho que a tendência é expandir a questão da discotecagem mesmo, inserindo a novidade em outros eventos. – Afirma Manu.


EXPECTATIVAS

Manu fala que as expectativas são muito grandes e que ela como organizadora espera que o evento agrade a todos, possibilitando a realização de várias Noites Solte o Som, mas diz também que caso não dê certo, irá erguer a cabeça e tentar ate conseguir.


- Esse negócio de expectativa é um tréco complicado. Eu sou sempre muito esperançosa em relação a eventos, e também... se não fosse, não faria o que eu faço (RS). Em Montes Claros, a gente tem isso de ficar meio perdido. Às vezes você acha que a coisa está bombando, porque vê todo mundo comentando, divulgando, dizendo que vai... aí, na hora, não róla. Por outro lado, pode acontecer de você não botar fé, e aí a coisa acontece. Como qualquer pessoa que produz um evento, eu espero que seja fantástico! Que as pessoas gostem, se divirtam e queiram mais. A gente está precisando disso. Mas se não for... bom, bem não fica, não é? Mas aí a gente ergue a cabeça e tenta de novo, de novo, de novo e de novo. (RS). – Diz Manu.


SERVIÇO

A Noite Solte o Som acontece na Taberna Roots (Antiga Cachaçaria do Durães) neste sábado, 30 de maio. A entrada custa R$ 5,00 e dá direito a uma dose de cachaça. Para mais informações acesse www.zinesertoes.blogspot.com .


- Galera, Noite Solte O Som, no Taberna Roots, sabadão, a partir das 17h. Cheguem cedo, bebam muito, se divirtam! E curtam o som pacato e furioso do Ruído Jack e daquela banda que já tem seu lugar junto aos bons, Gr!tare. – Manu, do UHU! fanzine & Zine Sertões.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

BANDA SOPRONES SE APRESENTA EM BELO HORIZONTE NESTA QUINTA-FEIRA



A banda montesclarense Soprones se apresenta nesta quinta-feira feira, 28 de maio, em mais uma noite do BH Indie Music (Projeto Matriz). Alem da banda norte mineira se apresentam também a banda Vulgaris e o rapper Julgamento.

De acordo com Andrey Meoli, guitarrista do Soprones, a expectativa da banda é muita grande, e eles esperam contar com uma boa presença do público montesclarense que reside em Belo Horizonte.

- A nossa expectativa é grande, estamos ansiosos para tocar na capital mineira. Esperamos contar com uma turma boa de Montes Claros, (rs). Sabemos das dificuldades de se conquistar o público de Belo horizonte, mas vamos tocar nosso som e passar nossa mensagem como sempre fizemos, TOCANDO O TERROR. – Diz Andrey.

A ida da banda Soprones para Belo Horizonte foi possível devido à parceria do Instituto Geraes de Arte Independente com o pessoal do BH Indie. Essa parceria já levou outras bandas montesclarenses para a capital mineira, como Ruído Jack, Vomer e Sofia.

SERVIÇO

Os shows começam a partir da 22h00min e os ingressos custam R$8,00. O endereço é Rua Guajajaras, nº 1353, Belo Horizonte – MG.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

CONHEÇA ELVIRA TATOO







A tatuadora Elvira Bono nasceu em São Paulo (SP), mas desde mais nova foi morar em Salvador (BA), tanto que ela ainda se diz praticamente baiana.

- Eu comecei a tatuar aos dezessete anos, antes disso já fazia alguns trabalhos como piercer e também já desenhava. Comecei a trabalhar num estúdio daqui de Salvador que atualmente já não funciona mais. Fiquei uns quatro meses apenas lá, trabalhando fazendo os desenhos e realizando perfurações, nessa época eu pedi algumas dizas para começar a tatuar com os tatuadores de lá. Foi uma iniciativa própria, não houve influência. – Conta Elvira.

PRIMEIRA TATOO
Elvira diz que foi tatuada pela primeira vez aos 18 anos, e que esse cuidado foi tomado para não comprometer o profissional por realizar um procedimento que é ilegal em menores e também para ter a certeza de escolher um bom desenho.

INFLUÊNCIAS ARTÍSTICAS
Perguntada sobre suas influencias, a tatuadora conta que têm várias, e isso é também pelo fato de sempre estar estudando obras de arte e também o trabalho de outros tatuadores.

- Tenho várias influências artísticas, porque estou sempre estudando várias obras de arte, e vários tatuadores, tudo que eu acho interessante, novo, ou arriscado e assim construo meu próprio estilo, e aprimoro-me em vários. – Explica a tatuadora.

PRECONCEITO
Segundo Elvira, só por ser mulher a probabilidade de sofrer algum tipo de preconceito é muito grande, ser tatuada e fazer parte do mundo das tatoos que de acordo com ela é essencialmente masculino, aumenta ainda mais essa possibilidade.

- Ser mulher já é um fato bastante susceptível a sofrer qualquer tipo de preconceito. Ser mulher, tatuada e tatuadora que é uma profissão essencialmente masculina, aumenta ainda mais a possibilidade de ser alvo de um preconceito até mesmo por parte de outros profissionais da área. – Diz Elvira.

O TRAMPO
Sobre seu trabalho, Elvira, define como sendo diferenciado, dedicado, apaixonado e personalizado.

- No momento em que decidi aprender a tatuar, resolvi fazer cursos que de algum modo pudessem adicionar mais conhecimento na área e facilitar o meu desenvolvimento e diferenciação como profissional. Já fiz por isso um curso Técnico em Enfermagem, tendo o já concluído, curso de Primeiros Socorros, curso de Maquiagem profissional com técnicas de colorimetria, e atualmente curso Artes Plásticas na Universidade Federal da Bahia. Todos os cursos de algum modo me ajudaram e adicionaram muitos conhecimentos úteis em relação ao meu trabalho como tatuadora e piercer. – Conta a tatuadora.

DESENHO
Antes mesmo de ser tatuadora, Elvira sempre desenhou, ela considera que para um tatuador ser considerado um bom profissional ele tem que saber desenhar, até para que se o cliente pedir por um desenho feito a mão livre, ele tenha a habilidade necessária para isso.

- Acredito que primordialmente um tatuador para ser no mínimo bom deve saber desenhar, por isso eu crio desenhos para tatuagens quando o cliente encomenda ou quando este opta por um free hand (desenho a mão livre diretamente na pele, sem transferi-lo com auxilio do transfer tradicional), além disso, faço desenhos normalmente sem ser necessariamente com a finalidade de serem tatuados, por hobby e por estar cursando faculdade de artes plásticas na UFBA o que faz do habito de desenhar um dever. O tema do desenho é absolutamente variável e indefinido, depende do dia e da inspiração ou do encomendado. A inspiração vem de dentro de mim, já nasci com ela. – Afirma Elvira.

SOM
Elvira fala que gosta de ouvir música enquanto tatua, e diz que considera isso importante tanto para ela como para os seus clientes, tornando-se um meio de relaxamento. Ela diz que o tipo de música varia de acordo com o dia e o seu humor.

- Ouço de MPB, aos Clássicos do Rock, como Jimmi Hendrix, Led Zeppelin, Black Sabbath, Pink Floyd, dentre outros. – Diz Elvira.

CONTATOS
Telefone: (71) 8794-1109
Perfil no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=12068791337555484811

*O estúdio da tatuadora Elvira tem um atendimento pessoal, deste modo, ela trabalha atendendo apenas com hora marcada e agendamento prévio. Sua localização é no Santo Antônio - Centro Histórico de Salvador - BA, próximo ao Pelourinho.

- Acho que é importante tentar conhecer o trabalho de outros profissionais do ramo independente do tempo de trabalho, do sexo ou do reconhecimento publico, porque existem muitos artistas talentosos e dedicados. Aos interessados em me conhecer melhor e aos meus trabalhos, fiquem a vontade para acessar o meu orkut! - Elvira, tatuadora.

terça-feira, 26 de maio de 2009

SONS DO BRASIL – CONHEÇA A BANDA RED RUN










A banda Red Run tem na sua formação atual Thiago Montana na guitarra e vocal, Deivy Hell no baixo, D. na guitarra e vocal, Davy Rider na bateria e David Rezno no teclado. A banda surgiu em Fortaleza (CE) no ano de 2005 com o nome de Redrum e após algum tempo mudaram para Red Run.

- No começo de 2005, quando eu nem tocava na banda ainda, o Montana e o Bandini (ex-guitarrista) tiveram a idéia para o nome a partir do filme O Iluminado, do Stanley Kubrik. Era “Redrum”, tudo junto mesmo e com M no final, fazendo referência à cena em que a palavra murder é escrita ao contrário. Mas, na época, eles encontraram uma banda européia de death metal, mais antiga e com o mesmo nome. Resolveram, então, mudar pra Red Run. Nessa época, eu era fã da banda e acompanhava os shows e tal. Depois, o Montana me convidou pra entrar na gangue, mas esse é outro papo. – Explica Davy Rider.

O INICIO
Segundo Davy, algumas dificuldades do inicio da banda até hoje os acompanham, como a questão financeira que na maioria das vezes é um fator ausente em bandas independentes, principalmente as que estão dentro do segmento musical que é o rock. O baterista diz que a banda sempre procurou mostrar serviço e também divulgar o seu trabalho, e que isso vem rendendo bons frutos para eles, que mesmo nunca tendo saído do Brasil, participaram da coletânea Extracts From The Ether, lançada em 2008 pelo selo britânico Kool Tone Records, com a música Dead Sound.

- A diferença é que, no início, ninguém nos conhecia e nem qual barulho a gente fazia. Então, tínhamos que tocar no maior número de lugares possível, ter um contato legal com a imprensa cultural local e nacional, disponibilizar material nesses sites que o público e as bandas normalmente procuram e mostrar serviço, fazendo músicas e produzindo vídeos. E isso temos feito com toda força! Hoje, por causa dessa trabalheira toda, temos uma certa abertura nesse tipo de mídia, com entrevistas em revistas especializadas, blogs, TV, rádio, jornais, e somos convidados para tocar em casas de show e festivais por aí. A gente não tem contrato com nenhuma gravadora, selo, essas coisas. Quem nos ajuda muito, mas muito mesmo, são nossos amigos e se eu for dizer os nomes de cada um, não vai ter espaço suficiente aqui. A nossa idéia ainda continua sendo a mesma desde o início: tocar no maior número de lugares possível. E a bendita internet ajuda muito nesse sentido. – Conta Davy.

INFLUÊNCIAS MUSICAIS
De acordo com Davy, as influências da banda variam muito e ele acredita que até por isso esta vem dando certo. Cita nomes como Corrosion Of Conformity, Entombed, TSOL, Dead Kennedys, Slayer, Pantera, Facada, Gorilla Biscuits, Ratos De Porão, Dead Boys, Bad Brains, Rocket From The Crypt, Napalm Death, Stiff Litlle Fingers, The Ruts, Beatles, Johnny Cash, Queens Of The Stone Age, New Model Army, Frank Sinatra, The Searchers, Joy Division, The Cure, Interpol, A Place To Bury Strangers como sendo os gostos variados de cada um, e em comum cita bandas como Ramones, Pixies, Motörhead, Black Sabbath, Sonic Youth, Man Or Astro-Man?.

- O nosso estilo é Red Run e pronto! Não dá para definir. Somos um pouco de cada uma dessas bandas que citei como influências, mas com a nossa pegada. Tem gente que nos enquadra no indie rock, no stoner, hard Rock, mas na verdade, a Red Run é um pouco de tudo isso mesmo. – Diz o baterista.
PROCESSO DE CRIAÇÃO

Davy ressalta que na banda, nada é padrão, e não diferente com a criação das músicas. Ele diz que algumas vezes o Thiago e o Deivy Hell apresentam uma base inicial, outras ele mesmo chega com alguma idéia e assim eles vão construindo e encaixando cada parte lapidada da musica. Ele diz também que algumas músicas são apresentadas já prontas, aos demais integrantes, e lembra que as feitas de improviso são as que nunca saem do set list da banda.

- 99% das nossas músicas, para não dizer todas, estão em torno de temas violentos. Mas violentos no sentido psicológico. Muitas delas também surgem a partir de filmes, de experiências de vida e das noites quentes from Hell. Como cada um de nós também tem preferências musicais distintas e, ao mesmo tempo, parecidas, a inspiração para criar também vem disso. Muitas vezes, algum de nós pensa numa melodia mais leve, mas o outro já tem a idéia de encaixar algo mais pesado. Se nos agradar, a música está pronta. – Explica Davy.

CDs
A banda Red Runs tem dois EPs gravados, Red Book Magazine (2006) e Acid Mind Of A Lost Youth (2007) alem de uma coletânea lançada em 2008, Youth Without A Past com musicas gravadas ao vivo. Segundo Davy, a banda ainda tem pelo menos doze músicas novas já prontas, que talvez até o final do ano será gravado.

PRÓXIMOS SHOWS
30/05/2009 – Festival Rolla Pedra - Brasília (DF).
06/06/2009 - Fafi Bar e Galeria (Show Acústico) – Fortaleza (CE)

CONTATOS
E-mail: redrunr@gmail.com
Telefones: (85) 8823-9194 (Rafael – Produção)
(85) 8826-5973 (Thiago Montana)
(85) 8716-6369 (Davy Rider)
(85) 8850-6566 (Deivy Hell)
MySpace: www.myspace.com/redrun
Fotolog: www.fotolog.com/redrun
Outros Sites: www.tramavirtual.com.br/red_run

Ponham seus cintos de segurança, capacetes de proteção, aumentem o volume ao máximo, ouçam Red Run e sintam o maravilhoso caos destruidor dentro de suas mentes. OK Hell! - Davy Rider, baterista da banda Red Run.



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