quinta-feira, 22 de outubro de 2009

NOTICIAS

DATA: 21/10/2009

ENVIADO POR: RODRIGO DE PAULA (DIGÃO)


MINHA MÃE QUER VIVER! AJUDEM!


Me chamo Rodrigo de Paula, sou jornalista e produtor cultural da cidade de Montes Claros. Geralmente você recebe os meus e-mails com divulgação de eventos culturais, divulgação de artistas ou ações sociais. Desta vez venho não por manifestações artísticas! Mais sim para pedir ajuda!



Hoje, quarta-feira (21) completa 40 dias que minha mãe conhecida como Dona Rita, está lutando pela vida no Hospital Aroldo Tourinho. Após uma amputação de parte do pé esquerdo devido problemas agravados pela diabetes, ela vem enfrentando diversas complicações, pois, já fez cirurgias nas artérias das pernas e mais uma na artéria do rim esquerdo. A nossa família está muito grata por tudo que a equipe médica do Hospital Aroldo Tourinho tem feito para salva-la.



Já há oito dias ela se encontra no CTI, e tenda reagir dia após dia, pois estava em um quadro de coma induzido. Apesar de não apresentar quadros de reação consideráveis, ela se encontra com os sinais vitais muito fracos e os rins não estão funcionando muito bem. Apesar do desespero de nossa família, acreditamos nos médicos do Hospital Aroldo Tourinho no fator da recuperação dela, e acreditamos que enquanto o coração dela continuar batendo ainda teremos fé na recuperação e cura.



Devido o mau funcionamento dos rins, é necessário que ela faça diálise (filtração do sangue) muito freqüentemente, e por esse motivo venho a público implorar a ajuda de todos vocês. O sangue que ela está utilizando na diálise precisa ser compensado com mais doações de sangue para o banco de sangue do hemominas daqui de Montes Claros.



Pode ser doado qualquer tipo sanguíneo! Somente é necessário apresentar o nome dela no ato da doação. O nome dessa guerreira é ALEXANDRINA RITA FERNANDADES DE PAULA, ela se encontra no CTI do Hospital Aroldo Tourinho. Lembro a vocês que mesmo que todo o sangue, não seja direcionado para ela, a sua doação ajudará centenas de pessoas que diariamente necessitam do banco de sangue do HEMOMINAS de Montes Claros.



Eu e minha família agradecemos todos aqueles que ajudarem na luta pela vida de Dona Rita, são 40 dias de sofrimento e angustia, mais esperamos que Deus tocasse os seus corações e ajudem minha mãe a continuar a viver.



Peço aos colegas e amigos jornalistas que divulguem esta carta! Aos amigos que motivem doadores de sangue! A quem receber este e-mail que encaminhem para os seus contatos! Enfim que multipliquem este pedido de socorro!



Com sinceros agradecimentos!

Rodrigo de Paula

DATA: 21/10/2009

ENVIADO POR: MÁRCIA BRAGA



ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO NO CINEMA COMENTADO



No sábado, dia 24 de outubro, o Cinema Comentado Cineclube apresenta ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO (1989/1992), documentário consagrado internacionalmente como um dos melhores estudos já feitos sobre o nazismo no cinema.



O filme de Peter Cohen lembra que chamar Hitler de artista medíocre não elimina os estragos provocados pela sua estratégia de conquista universal. O veio artístico do “arquiteto da destruição” tinha grandes pretensões e queria dar uma dimensão absoluta à sua megalomania. O nazismo tinha como um dos seus princípios fundamentais a missão de embelezar o mundo. Nem que, para tanto, destruísse todo o mundo.



ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO destaca a importância da arte na propaganda, que por sua vez teve papel fundamental no desenvolvimento do nazismo em toda a Alemanha. Para os nazistas, as obras modernas distorciam o valor humano e, na verdade, representavam as deformações genéticas existentes na sociedade; em oposição defendiam o ideal de beleza como sinônimo de saúde e, consequentemente, com a eliminação de todas as doenças que pudessem deformar o "corpo" do povo. O filme dedica, ainda, um bom tempo à perseguição e eliminação dos judeus como parte do processo de purificação, não só da raça, mas de toda a cultura, mostrando o processo de extermínio.



ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO perturba ao revelar a apropriação ideológica e política da arte como instrumento de convencimento e manipulação do indivíduo: um filme profundamente atual e verdadeiro. Classificação etária: 14 anos.



CURTA CIRCUITO

O Cinema Comentado, em parceria com a Associação Curta Minas/ABD-MG e a Usiminas, apresenta, também nesse sábado (24/10), o Cineclube Curta Circuito com a SESSÃO LIVRE – DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO.



Em 28 de outubro de 1892, Émile Reynaud realizou a primeira projeção de imagens animadas no mundo. E esse dia é considerado o marco inicial dos desenhos animados. Antecipando as comemorações da data, serão exibidas diversas animações de realizadores mineiros:

1) SAMBA MORENA

2) COMO DEFENDER UM CAFOFO OU AS AVENTURAS DO LOBO GUARÁ NO REINO DA ESPECULAÇAÕ IMOBILIÁRIA

3) CIDADE

4) UM DIA DE PORCO

5) LIBERTAS

6) A LAGARTA LARGADA

7) SETE VEZES CHICA

8) RELATO VERMELHO, O NASCIMENTO DOS SUPRASENSORIAIS

9) ÁGTUX



O Cinema Comentado Cineclube acontece todo sábado, a partir das 19h, na sala 44 do Sesc – Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). A entrada é gratuita e há sempre um bate-papo após as exibições.



CINESESC

No domingo, 25/10, o CineSesc apresenta AMÉM (2001), produção do diretor Costa-Gavras. Durante a 2ª Guerra Mundial, um oficial da SS, desenvolve um produto para tornar mais eficiente a limpeza de tanques. Seu produto, porém, é utilizado para matar os judeus nos campos de concentração.



Horrorizado, ele procura o jovem padre Ricardo Fontana que, sendo de família influente, poderia solicitar a interferência do Papa Pio XII para impedir o genocídio dos judeus. A trama acompanha a saga desses personagens: um movido pela culpa, outro pela consciência; e toda a intensa luta para salvar milhões de judeus. Ao mesmo tempo, o filme recupera uma polêmica que persegue a igreja católica até hoje: Qual o seu papel na 2ª Guerra? É possível ser cristão e nazista?



Sem evitar os dilemas políticos e éticos, Costa-Gravas nos mostra que o humano é muito mais do que parece ser, e que os acontecimentos de uma guerra deixam as pessoas cegas para aquilo que não querem ver. O diretor apresenta os “bastidores” do conflito e forma sua versão sobre a guerra, na qual Igreja, EUA e demais aliados estavam pouco se importando com o possível massacre de judeus no interior alemão. Com ritmo preciso e trilha sonora envolvente, AMÉM é um bom sinal de que o cinema europeu continua produzindo obras com forte conteúdo crítico: é um filme intenso, provocante, histórico e que discute corajosamente a relação polêmica entre o Vaticano e o III Reich. Classificação etária: 14 anos.



O CineSesc acontece em parceria com o Cinema Comentado Cineclube e a Programadora Brasil, apresentando sessões todos os domingos, no Salão de Convenções do Sesc-Pousada Montes Claros, a partir das 19h (novo horário). O endereço do Salão é Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). As sessões são gratuitas, abertas a todos os interessados, e depois acontece um bate-papo com a platéia sobre o filme apresentado.

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