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DATA: 16/09/2009
ENVIADO POR: NÓS NA TELA
NÓS NA TELA
Estão abertas até 3 de novembro as inscrições para o Concurso de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Digitais Inéditas de Curta Metragem, nos Gêneros Documentário ou Telerreportagem, sobre o tema “Cultura e Transformação Social” - NÓS NA TELA.
São contemplados 20 projetos com o valor de R$ 30 mil cada um. Os filmes devem ter 15 minutos de duração.
Os proponentes devem ser pessoas físicas , com idades entre 17 (dezessete) e 29 (vinte e nove) anos, com comprovação de ser integrante ou egresso de projetos sociais que desenvolvam atividades de formação para realização de obras audiovisuais e que se apresente como diretor ou diretor e roteirista.
Os curtas-metragens, depois de finalizados, serão exibidos dentro da série televisiva NÓS NA TELA, composta por 20 programas de 25 minutos cada um. A série ganha apresentação a partir de agosto de 2010 nas emissoras ligadas à Associação Brasileira de Canais Comunitários – ABCCom e em outros canais do sistemas público e estatal de radiodifusão.
O programa Nós na Tela é uma iniciativa do Ministério da Cultura - MinC, no âmbito do Programa Mais Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual – SAV e da Secretaria de Articulação Institucional - SAI, em parceria com a Associação Brasileira de Canais Comunitários – ABCCom e com a Sociedade dos Amigos da Cinemateca.
A íntegra do edital encontra-se no site do Ministério da Cultura www.cultura.gov.br e no blog do NÓS NA TELA www.culturadigital.br/nosnatela.
Mais informações podem ser obtidas através do nosnatela@cinemateca.org.br ou do telefone (11) 5084.3252.
DATA: 17/09/2009
ENVIADO POR: ELPIDIO ROCHA
CINEMA COMENTADO CINECLUBE
Nesse sábado, dia 19/09, o Cinema Comentado Cineclube traz uma programação mais divertida e engraçada. É a exibição de SÁBADO (1994), comédia de absurdos dirigida pelo paulista Ugo Giorgetti. Uma equipe de publicitários transforma o saguão de um velho prédio, no centro de São Paulo, em um ambiente luxuoso, com a intenção de gravar um comercial. Em uma sucessão de incidentes cômicos, a diretora artística do anúncio fica presa no elevador junto com o cadáver de um velho morador do local e dois funcionários do IML (Instituto Médico Legal), que tinham ido buscar o corpo. Desesperada, pede socorro e seu ajudante reúne um grupo de moradores para tentar consertar o elevador. A partir daí a narração se divide em três planos: no saguão, onde há uma multidão fascinada com as filmagens; no elevador, com a convivência se tornando insuportável; e no terraço, com os moradores tentando arrumar o elevador.
Feito com um orçamento de US$500 mil, SÁBADO foi rodado no Pavilhão Vera Cruz, onde funcionava, na década de 1950, a companhia Cinematográfica Vera Cruz, pertencente à Prefeitura de São Bernardo. Como pagamento pela utilização dos estúdios, a equipe ministrou palestras e workshops para estudantes. A construção narrativa do filme revela a paixão de Giorgetti pela capital paulista e os personagens (excêntricos, estranhos, “perdidos”...) que habitam a metrópole. O “retrato cinematográfico” de São Paulo é contextualizado com as transformações e crises do começo dos anos 1990.
No caos absurdo de SÁBADO, o cineasta oferece uma visão crítica e irônica do país e dos próprios brasileiros: “Nada funciona, e todos esperam que alguém tome uma providência. Esperam que alguém conserte o elevador, que o samba acabe, que Jesus ajude, que se possa cair fora o mais rápido possível. Um sábado de pequenos incidentes: o elevador quebrado, um morto, um culto interrompido, um tênis desaparecido, a sujeira da escada. Surpresa, caos, confusão, indiferença. Enfim, São Paulo, Brasil...”
O Cinema Comentado Cineclube acontece todo sábado, a partir das 19h, na sala 44 do Sesc – Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). A entrada é gratuita e há sempre um bate-papo após as exibições.
CineSESC
No domingo, dia 20/09, o CineSesc apresenta o programa COMÉDIAS CONTEMPORÂNEAS (1989/2001), coletânea de curtas que “atravessam o Brasil” do extremo norte ao Sul com uma série de narrativas que extraem sua graça da possibilidade de narrar um conto cômico a partir das imagens e sons. A realidade urbana, o passado e a tecnologia moderna são temas que mostram o curta-metragem como um “campo rico para a expressão cômica”.
Em DOV’E MENEGHETTI (1989), o humor está no saudosismo. São Paulo, anos 1920: o ladrão romântico Meneghetti desafia as forças da lei e encanta a imaginação do povo. Busca-se o engraçado no resgate de uma inocência perdida; faz-se poesia com a subversão da lei e com a malandragem empregada para ridicularizar a polícia. Em PR KADEIA (1992), a rebeldia irreverente situa-se na contemporaneidade. Os rebeldes das ondas radiofônicas piratas tornam-se pop stars. Após momentos mais realistas (imagens da polícia), impera o “postiço”, com uma reviravolta lúdica e farsesca.
O ambiente de BMW VERMELHO (2001), também é popular e contemporâneo. O humor está na premissa do absurdo social. Uma família de moradores de favela ganha em sorteio um carrão, mas não tem dinheiro para gasolina, seguro e impostos, acabando por transformá-lo em um barraco. Já AÇAÍ COM JABÁ (2000) e NO PRINCÍPIO ERA O VERBO (2006) apresentam o universo tão típico dos botecos brasileiros. O primeiro revela o choque cultural (ou estomacal), vivido por um forasteiro no Pará, empenhado em assimilar a “gastronomia típica” do povo. O segundo traz o bar como espaço de piadas, discussões, de imaginação: Ri-se do que é visto, do que se ouve (principalmente), do cotidiano.
O OITAVO SELO (1999) parte da imagem da Morte consagrada pelo sucesso cinematográfico de Ingmar Bergman. Depois de fazer piada com o título e com o ponto de partida, o filme transforma as situações “vividas” pela Morte e um rapaz em verdadeira reserva de humor e irreverência, não sem uma dose controlada (e até carinhosa) de crueldade.
O CineSesc acontece em parceria com o Cinema Comentado Cineclube e a Programadora Brasil, apresentando sessões todos os domingos, no Salão de Convenções do Sesc-Pousada Montes Claros, a partir das 18h. O endereço do Salão é Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). As sessões são gratuitas, abertas a todos os interessados, e depois acontece um bate-papo com a platéia sobre o filme apresentado.
DATA: 17/09/2009
ENVIADO POR: ARMCR
TODA SEXTA É DIA DE ROCK
A Associação do Rock de Montes Claros e Região (ARMCR) em parceria com o Taberna Roots, realiza nesta sexta-feira, dia 18/09, a terceira edição do projeto Toda sexta é dia de rock com a apresentação do trio Barnabé.
O trio Barnabé é formado por Thales Lucas (Kblão) no violão e no vocal, Gabriel Arcanjo (Meikilo) no baixo, guitarra e backing vocal, e André Tupinambá (Dezas) na percussão.
O repertorio da banda conta com musicas covers de grandes bandas como Pink Floyd, Beatles, Oasis, Foo Fighters, Ultraje a rigor, Lobão, Cachorro grande dentre varias outras.
SERVIÇO
O projeto toda sexta é dia de rock acontece todas as sextas-feiras no Taberna Roots a partir das 20:00. A entrada custa R$3,00. Bandas que estiverem interessadas em mostrar seu trabalho neste evento, entrar em contato através do email contatoarmcr@gmail.com
www.armcr.blogspot.com
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