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Acontece nesse sábado no Sitio Serra do Mel, a terceira edição do festival alternativo Revolution que terá a participação dos DJ’s TIAGO SENA (BH), RAONE (ARRAIAL D'AJUDA), RUDD (ARRAIAL D'AJUDA), JOTTA (MONTES CLAROS), BACCHI (MONTES CLAROS), MEY FONG (SP), ATHA e MINIMAL ATTACK (MONTES CLAROS).
O festival é foi idealizado há dois anos e é realizado pelos DJ’s Xikaw e Mey Fong. Segundo eles surgiu de uma necessidade de terem um evento representado por eles e pela produtora de eventos que eles têm, e que também queriam revolucionar a cena eletrônica em Montes Claros e por isso o nome Revolution*.
Segundo Francisco Ribeiro (DJ Xikaw), o crescimento do numero de pessoas que gosta desse estilo musical deve se a constante presença de DJ's de eletrônico no cenário dos eventos tradicionais.
- Eu já toquei, por exemplo, no camarote do Carnamontes, camarote Axé Montes, show do Engenheiros do Havaí, show do Cidade negra, além das tendas no pentaurea. Essa presença contribui bastante para a difusão da música eletrônica na cidade. – Afirma o DJ Xikaw.
Ele conta que as principais dificuldades em se promover esse tipo de evento ainda são o preconceito das pessoas e falta de patrocinadores.
A média de público nos outros dois eventos de acordo com DJ Xikaw foi de 900 pessoas e a expectativa para esse ano é de um publico superior a mil pessoas.
- Quem for na 3ª edição da Revolution irá se maravilhar, pois sem duvida será o maior evento eletrônico já realizado pela minha produtora. – Afirma o DJ.
Para o Estudante de Publicidade e propaganda Francisco Rufino da Silva Neto, o Chico Surreal, a música eletrônica já é mais bem aceita na sociedade e por isso os DJ’s já não precisam mais ficar “escondidos” como antigamente.
- A música eletrônica hoje não é mais marginal, como se dizia. É um tipo de cultura que já nasceu na cidade, e está se desenvolvendo e o público está crescendo cada vez mais. Aqui na cidade os DJ's antigamente ficavam escondidos, mas graças a efervescência das festas isso mudou. Hoje o DJ está bem mais próximo do público, ele deixou de ser um DJ e virou um artista. A procura pelo novo talvez seja o motivo que motivem as pessoas a deixarem suas casas, rodarem quilômetros de carro, gastar uma grana e ainda voltarem sujos pela terra do local, não é uma tarefa fácil, mas é compensadora. – Afirma Francisco Rufino que alem de gostar de música eletrônica também promove a festa Surreal.
O festival alternativo REVOLUTION acontece no Sitio Serra do Mel, os ingressos custam R$15,00 e podem ser adquiridos na Colcci, Br mania, Mapa de Minas e Point do Açaí. Mais informações: http://revolution2008.wordpress.com/
* Revolution em inglês significa revolução.
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Apresentação da banda Gritare, de Montes ClarosO público foi composto por pessoas de diferentes idades e de diferentes estilos dentro de um segmento maior que é o rock. Adolescentes, jovens e adultos presenciaram shows diversificados.
O PÚBLICO
De acordo com os organizadores do evento cerca de 600 pessoas por dia, compareceram aos shows, que somados deram um total de mais de mil e quinhentos participantes durante a segunda edição do Pequi Rock.
Na sexta-feira o público pôde assistir aos shows das bandas Gritare (Montes Claros), Vômer (Montes Claros), Barabizunga (Patos de Minas), Umeazero (Montes Claros).
No sábado se apresentaram Feeble (Montes Claros), Carolina Diz (Belo Horizonte), Furo (Montes Claros), e um dos destaques da noite e do evento, a banda de Planaltina DF, Gilbertos Come Bacon que faz uma mistura sonora muito interessante entre rock, tambores, flautas, funk, reggae e muito bom humor.
Os organizadores informaram que os shows prosseguiram sem nenhum problema ou tumulto, tendo acontecido apenas um incidente entre um dos shows do sábado, mas que foi rapidamente resolvido pela equipe de seguranças contratados pela organização do evento.
O RESULTADO
Para o baterista da banda Gritare Robson Geraldo Campos Filho, o Pequi Rock foi muito bom e contribuiu para elevar e colocar de vez o nome de Montes Claros no eixo de grandes festivais.
- As bandas tanto daqui quanto de fora não deixaram a desejar em nenhum aspecto. Com excelentes shows que fizeram o público bater cabeça com cada acorde tocado. O público compareceu em peso e fez do festival uma grande confraternização. A organização conseguiu mostrar muita qualidade em todo o evento deixando o público e as bandas satisfeitas com o resultado. Esperamos ansiosos pelos próximos festivais para que possamos mostrar cada vez mais o valor do rock and roll norte mineiro. – afirma o baterista.
O acadêmico do curso de jornalismo Eurico Santos e Silva que compareceu ao festival, diz que o Pequi Rock foi muito bom, tanto na organização quanto nas bandas e conta que já está esperando pelo próximo.
- O festival demonstrou a união da galera, quando isso acontece nos chamados Coletivos, como é o Coletivo Retomada, dá para fazer acontecer algo legal e bem organizado. O Pequi Rock além de agradar ao público, foi muito importante para a cena do rock de Montes Claros. As bandas independentes puderam se apresentar para o público e, o público prestigiou algumas bandas de outras cidades e outros estados, criando assim um intercâmbio cultural e da troca de idéias. – conta o universitário.
O empresário Andrey Meoli foi um dos colaboradores do evento, e revela que o resultado foi o esperado, e que se provou mais uma vez que o apoio a eventos independentes como esse são de fundamental importância para o crescimento e o enriquecimento cultural da cidade.
- O evento foi perfeito, as bandas corresponderam e o público gostou e interagiu do início ao fim nos dois dias de shows. As bandas locais participaram com destaque, mostrando a força da música norte-mineira e da diversidade musical dos gêneros dentro do segmento rock. – Afirma Andrey Meoli um dos sócios do Studio Rock.
OBJETIVO ALCANÇADO
Os organizadores do evento contam que o festival foi bastante positivo e que o objetivo de fomentar a cultura foi atingido.
- Foi muito bom, o Pequi Rock 2008 abriu espaço para possíveis parcerias com pessoas de outras cidades e estados, também teve a integração das bandas de fora com o público e com as bandas locais e a proposta é bem essa, fomentar a cultura, atraindo as pessoas não só para os shows. Rendeu bastante coisa, e com isso a intenção é batalhar para fazer o Pequi Rock no ano que vem. – diz Lorena Bastos da coordenação do festival.