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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Yoga: arte que pode mudar a vida



O Yoga é uma prática milenar que teve origem na Índia. É uma filosofia que uni um conjunto de técnicas visando variados objetivos, como auto-conhecimento, equilíbrio entre corpo e mente, saúde física e espiritual e comunhão entre o indivíduo e o todo, mas sempre tendo como meta final atingir o estado de samádhi, ou hiperconsciência.



Renilson Durães pratica e dá aulas de Yoga em Montes Claros a 25 anos e conta que é quase impossível encontrar uma única definição para Yoga. A palavra significa união, unir o ser consigo mesmo, unir com a força interna que estava até então sem ser utilizada.




O professor explica que o Yoga foi criado a mais de cinco mil anos por pessoas que habitavam a índia na época. Eram sábios que faziam intuitivamente, não existia ciência, imprensa nem nada que podesse comprovar a eficácia dos exercícios, então eles criavam e experimentavam na pratica. Se funcionassem, eram catalogados, se não desse eram descartados.




Ele explica que existem vários tipos de Yoga, alguns trabalham só a meditação, outros já trabalham a parte física. Há também o Mantra Yoga que é só cantar os mantras, dentre vários tipos.




BENEFÍCIOS
Falando sobre os benefícios dessa filosofia de vida, Renilson conta que o Yoga ajuda a minimizar diversos problemas da vida moderna e que, qualquer pessoa pode praticar para melhorar sua qualidade de vida.




- Se você pratica duas vezes por semana, você vai manter um corpo jovem, saudável e em forma, pois os exercícios proporcionam isso. E não é só na parte física, trabalha também internamente as glândulas nervos e órgãos. Se a pessoa tem uma tendência depressiva ela fica mais alegre mais saudável. Se tem algum problema de tensão, dor nas costas ela melhora pelos alongamentos e relaxamentos. Se for alérgica, os exercícios de respiração ajudam a melhorar a situação – explica.




Segundo ele, o Yoga existe para sanar os males provocados pelo stress e a pressão do dia-a-dia, e afirma que hoje em dia as pessoas gastam muito dinheiro comprando livros com dietas milagrosas, comprando remédios, fazendo plásticas, o que pra ele é pura ilusão. Ele fala também como o Yoga pode nos ajudar a saber lidar com nossos problemas e da necessidade de estarmos sempre filtrando certas coisas.




CONHECIMENTO
- Todo dia somos bombardeados com poluição, seja no ar que a gente respira, seja nas noticias ruins, na banalização da violência, por isso eu busco nesse trabalho de Yoga o que chamamos de ecologia humana, agente tem que estar sempre se purificando. Cada dia que eu faço Yoga eu desenvolvo o senso de humildade, estou ligado ao húmus da terra e posso olhar para o céu. Eu posso orar, meditar, dependendo da minha crença, e independentemente de religiosidade a gente pode ter uma vida espiritual equilibrada com a vida material. O Yoga nos ensina isso! – revela o professor.




A professora de inglês Ana Elisa Silveira pratica Yoga à seis meses e conta que começou para ajudar a controlar a ansiedade, e também pela questão física.




- Eu comecei a praticar para controlar um pouco a ansiedade e porque eu nunca pratiquei nenhum esporte. Me ajuda principalmente nos movimentos de respiração e o alongamento é bom para começar o dia – afirma Ana Elisa.




Antonio Cláudio Castilho, bancário, pratica Yoga a cinco anos e começou a fazer por indicação de amigos, pois seu trabalho segundo ele é muito estressante.




- São horas corridas de muita tensão e agilidade ao mesmo tempo, o Yoga é uma forma de relaxamento para mim e que me traz bastante benefícios. No meu trabalho antes eu fazia coisas que hoje eu penso e respiro antes de tomar certas atitudes – diz.




TERAPIA
O professor Renilson Durães explica que existem muitas variações do Yoga e que o ele ensina é uma mistura de Yoga físico com terapêutico a Yoga Terapia.




- Eu venho de um trabalho terapêutico, trabalhei muito tempo com saúde mental, pude levar as técnicas de Yoga e das terapias para a saúde mental, eu aplico esses conhecimentos e essas experiências no Yoga – frisa.




Ele conta que não tem a intenção de espiritualizar as pessoas e nem de incentivar as pessoas a serem monges ou santos a idéia é que as pessoas melhorem sua qualidade de vida e também mais conscientes.




- A gente não faz Yoga para tornar as pessoas espiritualizadas, fazemos para que eles melhorem a qualidade de vida. Se você aumenta sua consciência, você melhora sua educação ambiental, melhora a relação consigo mesmo e a relação com o outro. O Yoga proporciona isso. Por isso que minha vida inteira, o meu real trabalho, a minha real filosofia de vida é o Yoga. Nesses anos de vida eu não encontrei nada que fosse superior ou que podesse substituir a essa filosofia. - conta Renilson.




SUPERAÇÃO
O hoje professor teve seu primeiro contato com o Yoga em1980, na época em que segundo ele junto de seus amigos, buscava coisas que dessem um sentido a suas vidas e nessa busca descobriram o Yoga. Em 1981 ele começou a praticar no Sesc com a Dona Zezé Silveira e que antes tinha uma timidez excessiva, dificuldades na coluna e problema no estomago e na época não sabia que o Yoga poderia lhe ajudar nisso e que começou a dar aula para os amigos e depois substituiu sua Mestra enquanto ela viajava e acabou seguindo como professor desde então.




- Fui pela intuição e acabei descobrindo esse patrimônio que é o Yoga. Foi algo que descortinou na minha frente, porque eu tinha uma angustia muito grande, uma dificuldade de me expressar e sem Yoga eu não sei o que seria da minha vida hoje – conclui Renilson.




SERVIÇO
O professor Renilson Durães tem 50 anos e é formado como professor de Yoga pela União Nacional de Yoga e também tem formação em Fisiologia Chinesa e Praticas Energéticas. Ele dá aulas no R.D. Núcleo de Yoga e Terapias Corporais que fica na Rua Gonçalves Figueira,226, sala 201- Centro. Telefone (38) 3213-0057.




SAIBA MAIS SOBRE YOGA




A PRONUNCIA
De acordo com o Professor Renilson Durães, não existe diferença entre Yoga e Yóga. A pronuncia foi aportuguesada na pronuncia, assim como ballet que é a pronuncia em francês e no Brasil se tornou balé. Se você for expressar em português não há problema algum em dizer Yóga.




A GRAFIA
Mais particularmente no Brasil, mas também em Portugal e outros países, há certa polêmica em relação à ortografia do termo, devido às inúmeras convenções utilizadas para a transliteração de idiomas escritos em caracteres diferentes do latino, como no caso do grego, do hebraico, além do próprio dêvanagarí. As grafias atualmente propostas aparecem em quase todas as variações possíveis: Yôga, Yoga, Yóga, Ioga (forma aportuguesada adotada no dicionário) e Ióga.




LINHAS
Há dezenas de linhas diferentes de Ioga no mundo, que propõem não necessariamente caminhos contraditórios, mas sim diversos caminhos para alcançar os mesmos objetivos, descritos no primeiro parágrafo deste artigo.




Vários são os métodos e escolas para se atingir esta meta, porém ela sempre é o referencial. As escolas mais antigas utilizam-se de métodos estritamente técnicos. As escolas mais modernas têm uma conotação tendendo mais ao espiritualismo, fruto da difusão do Vedanta na época medieval. Desenvolveu-se ao longo da história no oriente, particularmente na Índia, e que nos dias de hoje está amplamente difundido no mundo todo, inclusive no ocidente.




Algumas linhas de Yoga são: Ashtanga Vinyasa Yoga, Bhakti Yoga, Hatha Yoga, Iyengar Yoga, Jñana Yoga, Karma Yoga, Kriya Yoga, Raja Yoga, Raja Vidya Yoga, Siddha Yoga, Swásthya Yoga, Kundalini Yoga, entre outras.
FONTE: Wikipédia

A nova safra da música de Montes Claros

Montes Claros e a região norte-mineira sempre revelaram artistas em todos os tipos de arte, e a renovação é algo constante neste meio. Marco Lucas Maciel faz parte dessa nova geração de músicos e artistas e, é sem duvida uma grande revelação da cidade.


O garoto de apenas 12 anos já toca diversos instrumentos musicais como guitarra, viola caipira, baixo, piano, bateria, flauta, violão e teclado. Recentemente se apresentou junto à Família Guedes nas Festas de Agosto em Montes Claros e o publico gostou e muito da apresentação do jovem talento, tanto que pediram bis. Ele conta que essa foi uma experiência inesquecível.


- Eu fiquei muito nervoso de inicio porque ali só tinha fera. Caras que já foram meus professores, que me ensinaram muita coisa. Mas foi muito bom e no final deu tudo certo – relembra.


VIDA
Marco Lucas começou tocando flauta doce com dois anos de idade e conta que de inicio não tinha muito interesse, mas que ao ver Yan Guedes dando aula começou a achar interessante, e desde então vem tomando cada vez mais gosto pela música.


- Todo mundo lá em casa sempre tocou musica, eu ia ao conservatório, mas eu não me interessava muito. Depois que eu vi o Beto e o Yan Guedes tocar que eu comecei a me interessar – revela o jovem músico.


Falando sobre seus gostos musicais ele conta que ultimamente tem ouvido muito MPB, Milton Nascimento, Beto Guedes, Toninho Horta, Chico Buarque. Seu instrumento preferido é a guitarra, que segundo ele tem um som muito bonito. Ele tem um grupo, o The Dragons, que já fez algumas apresentações na cidade e toca sucessos do Legião Urbana, Rolling Stones e Beatles.


Quando perguntado se pretende seguir a carreira de músico, ele se mostra bem consciente da difícil realidade dos músicos brasileiros e lembra que o caminho para o sucesso é árduo e trabalhoso.


- Eu acho que pra ser um Beto Guedes por exemplo, é um entre mil. Por mais que você tenha talento, você tem que ter oportunidade. Os músicos que não são tão famosos como o Beto, o Milton Nascimento, os mais novos, passam aperto financeiro – conta Marco Lucas.


Ele teve o privilégio de crescer entre grandes artistas como Eltomar Santoro, Beto e Yan Guedes, alem de suas irmãs Clara e Bianca, que também são artistas.


Falando sobre essa experiência, ele conta que no começo não tinha noção de quem eram aquelas pessoas, mas que quando foi ganhando interesse e consequentemente sabendo mais sobre música, ele teve a consciência de tudo que se passava até então despercebido ao seu redor.


- No inicio eu nem reparava, eu ouvia muito, mas não ligava. Depois que eu comecei a me interessar mais por música que eu entrei na real, que eu estava convivendo com o Beto Guedes e todo aquele pessoal da música, ai foi que eu me interessei mais ainda e é algo que eu vou levar pro resto da minha vida – finaliza.

sábado, 16 de agosto de 2008

SHOW DO MADAME SAATAN

O grande público presente se contagiou com o som das bandas, e em nenhum momento deixou de “bater-cabeça” como dizemos na gíria do rock.

FOTOS: Saul Vasconcelos

Em plena quinta feira dia 14 de agosto enquanto aconteciam às festividades das Festas de Agosto, muitas pessoas foram assistir os shows das bandas locais VOMER e FURO e o grande show da noite, a banda de Belém do Pará Madame Saatan. Os shows foram realizados pelo Coletivo Retomada que reiniciou suas ações.


A vocalista do grupo Sammliz revela que eles tiveram de ir para São Paulo para poderem ganhar uma maior evidencia. Nos cinco anos de banda, eles já rodaram o Brasil de ônibus e que a mudança de Belém para São Paulo foi ruim por saírem da sua terra mas que é bom porque conhecem muitas pessoas.


A vocalista conta que a banda surgiu do teatro, fazendo trilha para uma peça e que todos da banda já tocaram em barzinhos tocando de mpb a rock e a vocalista diz que apesar de não ter sido lançado até brega ela já gravou.


Falando sobre as dificuldades no inicio da banda SammLiz afirma que uma das formas de se fazer com que uma banda cresça e ganhe notoriedade e exatamente sair da sua cidade de origem para participar de festivais não necessariamente em grandes centros, para expor o seu trabalho.


- Você não pode ficar esperando as coisas acontecerem porque não acontece nada mesmo! Tem que se virar você vai quebrar a cara algumas vezes, é difícil. Mas musica é que nem tatuagem dói e é caro. – Afirma a vocalista


As letras das musicas, sempre levam um pouco da cultura e da tradição da cidade de Belém do Pará que segundo Sammliz , o sagrado e o profano convivem muito lado a lado.


- A gente nasce com essa coisa do sacro e do profano e isso entra invariavelmente em vários toques, a gente não levanta bandeira de nada. Eu falo daquilo que estou vendo posso estar certa ou não. – Revela Sammliz


Recentemente a banda tocou no Porão do Rock, um festival realizado anualmente em Brasília DF, e o publico que estava lá elogiou muito a apresentação da banda que de acordo com Sammliz não se isola do público.


- A gente não tem esse papo de banda lá publico aqui. Acho que acabo aquela era em que os músicos eram intocáveis. –


Para conhecer mais sobre a banda paraense, escutar algumas de suas músicas acesse o site http://www.madamesaatan.com

ENTREVISTA COM O VOCALISTA DO BIQUINI CAVADÃO

foto: divulgação



Atualmente, o Biquíni Cavadão é formado por Bruno Gouveia, Carlos Coelho, Miguel Flores e Álvaro Lopes. O grupo foi pioneiro na introdução digital das bandas, em 1995 criaram o primeiro e-mail para contato dos fãs, em seguida o site oficial, e quase cinco anos antes de alguém falar em blog ou fotolog, criaram um diário onde todo o processo de gravação do CD “Escuta Aqui” era postado.

TRABALHO
O site da banda é bem completo, e possibilita o fã escutar as músicas, baixar o encarte e até mesmo ver as cifras das músicas. Perguntado se eles não teriam medo de que muitos fãs deixassem de comprar CD’s para ouvir diretamente da Internet, Bruno diz que se preocupa mais com a pirataria do que com esse tipo de difusão musical através da internet. E afirma que essa facilidade em se ouvir as músicas diretamente no site serve como uma amostra grátis para quem não conhece a banda, a pessoa escuta e se gostar compra o CD.

- Existe um grande numero de pessoas que jamais comprariam um disco de um determinado artista, e de repente passou a conhecer por essa representação digital que ele ouviu através de um site e que através disso vai conhecer o som da banda e indicar para outras pessoas - conta Bruno.

PIRATARIA
O vocalista do Biquíni afirma que se preocupa mais com a pirataria do que com essa maior exposição das músicas através do site e que as músicas estando lá de graça para o público ouvir é de certo modo uma maneira de burlar a pirataria.

- O fã que compra o CD pirata esta ajudando a fomentar um mercado feito por pessoas que não se importam com o artista e que não participaram do processo de criação. Muitos fãs reclamam as vezes que os artistas estão se vendendo, mas eles também estão se vendendo quando compram um CD pirata. Esta dando dinheiro para alguém que nada fez para o artista. Ele só copiou! A gente entende e que nem todos podem comprar o original, é complicado, às vezes fica difícil, mas agradecemos a todos que apóiam e compram o CD original - desabafa o músico.

POLÍTICA
Falando sobre política, especificamente sobre a musica “Zé Ninguém”, que se tornou grito de guerra dos estudantes na época do governo Collor, Bruno fala que até nos dias de hoje quando o grupo toca a música, o público canta meio que como um desabafo e que devido ao Brasil ainda ter muitas deficiências essa letra escrita a 20 anos ainda tem uma conotação atual.

- A realidade da política brasileira não mudou muito. O Brasil teve algumas melhorias, mas ainda tem muitas deficiências. O que eu vejo que quando a gente toca essa música nos shows às pessoas cantam meio que como um desabafo. Mais importante que votar é cobrar e o brasileiro não cobra muito. O Brasil ficou muito apático em relação a situações como a de um menino que foi arrastado por um carro, as pessoas se revoltam de momento e depois se esquecem. Em qualquer outro país, por exemplo a Argentina, se há algum problema serio a população para na frente do presidente e fala “ eae o que você vai fazer?” – Afirma o vocalista.

CD
O ultimo disco foi lançado em 2007, o CD só de músicas inéditas Só Quem Sonha Acordado Vê O Sol Nascer. A música que dá nome ao disco segundo Bruno Gouveia foi feita inspirada na “mania” que o ser humano tem de sempre querer encontrar um culpado por algo de ruim que aconteceu.

- A idéia geral é que em vários momentos, a gente quer culpar todo mundo por algo que dá errado, e nós também temos uma carga de culpa, se as coisas são ruins certamente nós fizemos algo para isso acontecer, isso vale para a política, vale para o lado pessoal, profissional, é uma música que toca na ferida, porque a gente fica sempre esperando um milagre, um salvador da pátria – explica Bruno.

AUGE
Para Bruno o melhor momento da banda é o hoje. O momento que estão vivendo agora para ele é a consolidação de mais de 23 anos de história, uma prova que o grupo continua a viver de música, fazendo shows para uma nova geração, uma geração que nem tinha nascido quando a banda surgiu e estão cantando não só músicas antigas como as novas.

- O biquíni é uma banda que continua presente, uma banda de 4 amigos que continuam tocando e fazendo o que gostam – conclui o vocalista.

Brincadeira que virou profissão


FOTO: XU MEDEIROS




Ademar Reys de 30 anos nasceu em João Pinheiro. Mas foi em Montes Claros que descobriu o teatro. Trabalhando com vendas, nas horas de folga dedica o tempo para os palcos. O esforço rendeu o prêmio revelação na 7ª Mostra de Teatro de Montes Claros que aconteceu de 07 a 27 de julho.




A sua história é o que muitos chamariam de destino. Ele foi à primeira aula do curso de teatro apenas com intenção de fazer uma brincadeira com sua namorada, a paulista Selma Rocha de Sousa que já conhecia o Oficinato, do professor e diretor Aldo Pereira. Ademar gostou tanto que acabou ficando o concluiu o curso junto com sua namorada.
Mas Selma se mudou para Januária, pois havia passado no vestibular, e Ademar continuou com as aulas de teatro, fez mais dois cursos e conseguiu o papel do personagem Firmino da peça A Rifa da Égua Morta.




PEÇA
A Rifa da Égua Morta é uma produção do grupo Oficinato e ganhou o prêmio de melhor figurino da 7ª Mostra de Teatro de Montes Claros. A peça estreou em maio deste ano e teve uma ótima aceitação do publico, que segundo o seu diretor Aldo Pereira, lotou todas as apresentações.




Ademar conta que ficou muito feliz com a aceitação do público que superou as suas expectativas e que devido a esse incentivo pretende continuar ensaiando. -Logo na primeira peça que você faz, você ser premiado. Para mim foi magnífico e isso só dá incentivo para que eu continue - conta Ademar,com alegria.




CRESCIMENTO
O teatro, assim como outros tipos de arte, está em ascensão na cidade e já merece há muito tempo um espaço maior. – Montes Claros já passou da hora de ter um teatro com capacidade para abrigar mais pessoas, porque aqui já é uma cidade com 350 mil habitantes, é cidade pólo. Montes Claros fez 151 anos e até hoje não tem um teatro, isso é um absurdo! A classe artística já não aceita mais essa demora - desabafa Aldo Pereira




VIDA
Ademar é um sujeito simples que foi criado pela avó e não conheceu sua mãe Maria de Lourdes Cruz. Ele conta que por volta dos 2 ou 3 anos de idade, por alguns acontecimentos da sua vida eles foram afastados. Diz ainda que já tentou procura-lá em João Pinheiro onde foi de porta na expectativa de encontrar ao menos alguma informação sobre a mãe, mas não obteve sucesso.

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