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terça-feira, 29 de julho de 2008

Por que escolhi ser jornalista - texto opinativo




Na minha opinião, o jornalismo tem como essência a comunicação e a informação. É através do trabalho do jornalista que grande parte da população se informa sobre os fatos e os acontecimentos de seu interesse e por muitas vezes baseia sua opinião naquilo que ele leu, assistiu ou ouviu. O jornalista é um formador de opinião. No Brasil a maioria da população ainda é muito “ingênua”, para não dizer outra coisa, e se influencia muito facilmente por noticias tendenciosas publicadas por profissionais que deveriam informar ao invés de manipular.

Eu acredito que se a fonte de informação da grande maioria (no caso são os jornais, revistas, telejornais, rádios), tiver uma opinião menos tendenciosa talvez possa melhorar um pouco a situação do país. E é por acreditar nisso que eu escolhi o curso de jornalismo. Eu, assim como tantos outros jovens brasileiros, acredito que o Brasil tem potencial para deixar de ser o país do futuro, e se tornar o país do presente e que essa mudança tem que ser feita em todos os aspectos da sociedade inclusive nos meios de comunicação.

O jornalismo por ser tão importante para a sociedade merece ser tratado com mais respeito e dignidade pelos que exercem a profissão, e eu escolhi o curso para tentar fazer minha parte para o engrandecimento não só da profissão como do Brasil num todo.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

OS SEGREDOS DA PRODUÇÃO DE UMA PEÇA


FOTO XÚ MEDEIROS




NOTICIA PUBLICADA NO JORNAL O NORTE DO DIA 23/07/2008


O teatro é uma das mais intensas e emocionantes experiências que uma pessoa pode ter. Seja atuando, dirigindo ou prestigiando um espetáculo da sétima arte, a cultura absorvida é sem duvida de fundamental importância para nossa sociedade em todos os seus aspectos, possibilitando toda uma troca de experiências e de conhecimento entre o publico e os atores.


Em Montes Claros, já existem vários grupos de teatro que estão cada vez mais ganhando espaço não só na cidade como em toda região. E foi para atender á essa demanda que há sete anos foi criada a Mostra de Teatro de Montes Claros.


PREPARAÇÃO


O Oficinato é um grupo teatral que existe a 20 anos e tem como fundador o ator, diretor, produtor, radialista e professor Aldo Pereira que desde a sua fundação já produziu diversos espetáculos.


Para se montar uma peça, Aldo ressalta que são necessários vários meses, muita disciplina e organização para que saia tudo da maneira como o diretor imaginou. É preciso uma pesquisa para a escolha de um texto que seja inteligente e que agrade ao publico.


-O 1º item da montagem de um espetáculo é a pesquisa de textos, o diretor vai pesquisar algumas obras, e vai ler vários e vários livros até encontrar um texto que seja legal e inteligente. A partir do momento que eu encontrei um texto eu vou ler ele varias e varias vezes. Tantas vezes que eu acabo memorizando ele todo – explica.


Aldo diz ainda que em Montes Claros o público ainda tem uma certa resistência com o drama e com o romance, e por isso prefere fazer comédias.


-Pretendo ficar um bom tempo montando comédia porque o público aqui em Montes Claros ainda não absorve bem o drama e a tragédia. O pessoal quer mesmo é se divertir – explica.


Após a escolha do texto a ser trabalhado, o diretor que já tem mente como será a peça, escolhe os atores de acordo com as características de cada personagem. Feito isso chega a hora das marcações de cena. Todo movimento feito pelos atores, se ele se levanta, se ele vira para um lado ou para outro são ensaiados até a perfeição.


-Após ler varias vezes eu vou enxergar nesse texto as situações, encontrar as intenções de cada fala e a entonação de cada uma delas, para depois pensar no elenco – conta.


ENSAIOS


De acordo com Aldo Pereira, para um grupo teatral que ensaia uma vez por semana são necessários cerca de 1 ano e meio a 2 anos para a produção de um único espetáculo, mas os grupos que ensaiam todos os dias podem levar até 6 meses. Ele ressalta que muitos diretores fazem as peças de qualquer maneira, sem se importar com a qualidade que será passada para o publico, esse tipo de peça pode levar menos tempo para ser produzida.


Depois que o elenco estar todo afinado, com o texto muito bem ensaiado e com as devidas marcações feitas, se inicia a divulgação do espetáculo. Após todos esses procedimentos a peça está pronta para que o publico possa apreciá-la.

INDEPENDENTES LUTAM POR ESPAÇO NA CULTURA LOCAL



MATERIA PUBLICADA NO JONAL O NORTE DO DIA 23/07/2008


Montes Claros é uma cidade com diversos talentos culturais, mas devido a falta de incentivos a grande maioria atua como independente. Músicos e bandas fazem os shows sem receber nenhum retorno financeiro, e quando recebem é muito pouco. Foi tentando mudar essa situação que músicos e apreciadores da arte se uniram e aos poucos estão mudando a cara do cenário da musica independente de Montes Claros e região.

Um bom exemplo são os festivais de rock que estão a cada ano mais presentes na cidade. Os festivais vêm servindo como base para vários outros artistas que também buscam por um maior reconhecimento da sociedade.

Fred Sapulia é um dos idealizadores e atual presidente da Associação do Rock de Montes Claros e Região, conta que o cenário independente da cidade melhorou e mais ainda falta muito para o apoio necessário.

-Com a união de pessoas interessadas e com muita organização é possível promover a cultura independente – diz.

Fred afirma que há alguns anos, a cultura independente era escrava ( e ainda é em alguns casos) de pessoas que só têm interesse puramente capitalista ou político. Com a criação da Associação, os próprios músicos perceberam que era possível se organizar, e que outras entidades só não saíram do papel ainda por conta da burocracia exigida.

Mesmo com a criação das associações, uma das muitas dificuldades enfrentadas pelos músicos e bandas, é a falta de um espaço adequado para esse tipo de evento, devido às normas da secretaria do Meio Ambiente que limita o volume e o horário do som em grande parte da cidade. Mas essa dificuldade também está sendo vencida.

-A cidade está cada vez mais percebendo a importância de se ter um espaço para cultura independente, e com isso vários shows estão ocorrendo em pontos onde antes não era possível ser ter um show – explica.

ALTERNATIVO

Um desses locais é a praça de esportes de Montes Claros, que vem sendo utilizada como local para shows e recentemente foi palco do maior festival de metal do Norte de Minas o Metal Moc Rock Fest III,evento que contou com um publico de mais de 300 pessoas. A praça de esportes também abriu um novo espaço para que bandas possam mostrar os seus trabalhos para o publico e para que eles tenham um retorno financeiro que ajuda e muito no crescimento não só das bandas como do cenário independente num todo.

- Associação do Rock de Montes Claros e Região fica localizada à Rua João Souto, 834 A, Centro. Telefone 32215352. (SF)

sexta-feira, 18 de julho de 2008

METALMOC ROCK FEST III - 12/07/2008 - GINÁSIO DARCY RIBEIRO, PRAÇA DE ESPORTES DE MONTES CLAROS



Realizado pela Associação do Rock de Montes Claros e Região (A.R.M.C.R) com apoio da secretaria de cultura de Montes Claros, da Associação dos Fotógrafos Profissionais de Montes Claros (ASFOP), do STUDIO ROCK, Dr.Gilbert e a rádio Transamérica o METAL MOC ROCK FEST III mostrou mais uma vez que com responsabilidade, organização e principalmente esforço e garra é possível se fazer um evento de METAL numa cidade do interior de Minas Gerais.

O METAL MOC ROCK FEST III contou com a presença de quatro bandas sendo duas de Montes Claros (Exorcista e Res Nullius), uma de Belo Horizonte (Krig) e outra vinda de São Bernardo do Campo SP (Morsek).

Alem das bandas o público teve mais dois atrativos, o stand do STUDIO ROCK, onde estavam a venda camisas e CD’s de bandas independentes da região e de todo Brasil. No stand também estavam as fichas de adesão à A.R.M.C.R, onde muitas pessoas se associaram a Associação do Rock de Montes Claros e Região.

Mais uma novidade desse ano, foram as entrevista com as bandas antes que elas subissem ao palco. Essa iniciativa tem intenção de informar ao publico um pouco sobre as bandas, suas influencias e seu estilo.

O Publico pagante foi de 200 e o total de presentes chegou a 300 pessoas. Vale ressaltar que o evento só não teve um publico maior devido a proibição da Vara da Infância de Montes Claros que vetou a presença de menores de 18 anos. A A.R.M.C.R. entende a preocupação em relação aos menores, mas não concorda com essa decisão e as providencias estão sendo tomadas para que pelo menos seja diminuída essa restrição de idade para 16 anos.

O METAL MOC ROCK FEST III, contou com a presença da guarda municipal e de seguranças munidos de detectores de metal na portaria e mostrou que ao contrario do que muitos pensam o rock, o metal não são sinônimos de briga, baderna e confusão. Os shows seguiram sem nenhuma confusão ou tumulto registrados, tudo na mais tranqüila ordem. O som mais uma vez estava de ótima qualidade e as bandas fizeram com que o publico que estava ali “batessem muita cabeça”.

O cenário do rock vem crescendo cada vez mais na cidade e na região norte-mineira, e, esse crescimento é tanto em numero de bandas e de roqueiros como na qualidade dos eventos produzidos. Parabéns a todos que participaram e colaboraram para fazer deste o maior festival de metal do Norte de Minas Gerais.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

IRMA VAP O RETORNO - CRITICA





Com a direção de Carla Camurati, Irma Vap - o retorno, lançado em 2006, é baseado na peça que teve o maior sucesso de público da história do teatro brasileiro, ficou em cartaz durante onze anos e foi assistida por aproximadamente três milhões de espectadores. Participam do elenco Marco Nanini, Ney Latorraca, Thiago Fragoso, Marcos Caruso e Francisco Milani em sua ultima atuação em um filme.


Apesar de ter consagrados comediantes o filme não teve sucesso em sua bilheteria, não ganhou nenhum premio e teve criticas negativas em toda imprensa.



O filme começa com a morte do Pai de Luiz Alberto (Leandro Hassum) que era um dos renomados atores da peça “Irma Vap”. Com o falecimento de seu pai, as dividas passam a ser de Luis Alberto, que decide remontar a peça numa esperança de resolver seus problemas financeiros e de prestar uma homenagem ao Pai.



Luis Alberto e Otávio Augusto (Marcos Caruso) – Otávio era companheiro de cena do pai de Luis – tentam comprar os direitos da peça que são de Tony Albuquerque (Marco Nanini), que é um dos atores da versão original de “Irma Vap” e está paralítico. Tony é mantido preso num quarto pela sua irmã Cleide Albuquerque (Marco Nanini) que sem que ele saiba vende os direitos da peça.



A aposta nessa remontagem é dois jovens talentos os comediantes Leonardo Aguiar (Thiago Fragoso) e Henrique D'Ávila (Fernando Caruso) e chamam para dirigir a peça um velho amigo de Tony, Darci Lopes (Ney Latorraca).



Entre tentativas de enganar o irmão e de seduzir Leonardo, a irmã de Tony também sabota a peça momentos antes da estréia, e num ato de desespero Tony e Darci decidem eles mesmos atuarem na peça.



O filme é tem um roteiro interessante, mas como uma comédia não chega a ser dos melhores filmes já feitos. A união de vários comediantes consagrados como Marco Nanini e Ney Latorraca davam a impressão de que seria um filme cômico onde se rir do inicio ao fim, mas não é bem isso que acontece. Um humor muito fraco podendo ser comparado ao do programa “Zorra Total”, por exemplo. Para quem gosta de comédia não é uma boa opção, mas para quem quer ver consagrados atores brasileiros reunidos em uma obra é um otimo filme.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Remédios - Texto Opinativo



No Brasil não são permitidas propagandas de cigarro, a propaganda de bebidas alcoólicas também é muito contestada. Esses dois produtos, obviamente são prejudiciais à saúde e dependendo da propaganda podem sim estimular uma pessoa a usá-los.

Porem, eu nunca vi, li ou ouvi alguém falar sobre propaganda de remédio, que no meu modo de ver é algo muito mais perigoso do que o cigarro e o álcool. Somos bombardeados diariamente com propagandas que vão de um simples anestésico a ate mesmo remédios para tratar das hemorróidas. Muitas dessas propagandas, transmitem a idéia de que irão mudar para melhor a vida de quem os usa, induzindo talvez pessoas que são sadias, porem são facilmente influenciáveis.

Por muitas vezes a pessoa vai tomar aquela remédio, não por que seu medico recomendou mas, porque gostou da propaganda . Esse tipo de coisa (comprar pelo anuncio e não pelo produto) ocorre com todo produto que é veiculado em propagandas, como refrigerantes, eletrodomésticos, carros, produtos para limpeza, produtos para beleza dentre tantas coisas que nós não precisamos, mas que os anúncios fazem parecerem imprescindíveis para a nossa vida.

A grande diferença é que remédios tomados sem necessidades podem causar muitos efeitos colaterais levando o individuo até a morte, e ao que parece isso passa despercebido, talvez pelo fato das grandes empresas farmacêuticas gerarem muito dinheiro, e onde há lucro, há também uma "autoridade" irresponsável que pode facilmente ser corrompida.  

Otis

O filme conta a historia de um serial killer gordo e pervertido que se apaixona facilmente por garotas, e acaba tendo elas como suas vitimas, as seqüestrando e forçando-as a encenar um jogo doentio no qual ele fantasia. Nesse jogo, Otis usa sempre o mesmo padrão se assim podemos dizer. Ele é Ottis e a garota é Kim, coincidência ou não, esse é nome da mulher de seu irmão que não sabe da vida de seqüestros e assassinatos de Ottis.


A vida de Otis se resume a sua casa e seu trabalho como entregador de pizza, e é entregando pizza que ele conhece e se “apaixona” por suas vitimas. Após seqüestrá-las, Otis liga para a família da garota e pedi autorização dos pais para que ele possa levar “Kim” ao baile. Essa fantasia que é vivida por Otis, nada mais é que a vida que seu irmão não teve. Dentro do seu jogo ele faz com que a vitima dance com ele em um salão improvisado, e também finge star jogando futebol americano e que ela é uma líder de torcida que está vibrando pelas suas jogadas.


No filme, após varias garotas de alguma maneira resistir e acabarem mortas por isso, Otis consegue seqüestrar mais uma garota, a adolescente Riley Lawson, e repete todo o processo. Porem em uma das vezes que seu irmão estava em casa – o irmão de Otis sempre o estava xingando por ele viver em uma casa toda bagunçada e por ele de certo modo não ter responsabilidade – a garota consegue fugir e ligar para os pais que estranhamente parecem mais preocupados com a localização de Otis do que do bem estar da própria filha.


A família pede para que a filha não conte a ninguém a localização do seqüestrador nem mesmo para a policia. A família então (pai, mãe e irmão) se arma de todas as maneiras possíveis, de taco de baseball a furadeira, e parte rumo à casa de Otis para fazer justiça com as próprias mãos. Desde ponto em diante o filme que até então se propunha a ser de terror/suspense começa a ficar cômico, de uma maneira bem sinistra, mas cômico.


Ottis havia saído de casa para trabalhar, e não sabia que a garota havia escapado. A família dela entra na casa sem nenhum problema e fica aguardando a chegada de Otis.


O pai já dentro da casa, meio que se arrepende e eles tem uma pequena discussão. Eis então que eles escutam um barulho. Alguém chegou em casa. Eles se preparam e quando a porta se abre eles já atacam. Imobilizam e amarram quem eles pensavam ser Otis numa cadeira e o torturam de varias maneiras possíveis até que ele morre. O telefone do pai da garota toca. Ele atende e é o policial que descreve as características de Otis. Dito isso a família percebe que cometeu um erro, verifica a identidade de quem eles mataram e não era Otis e sim o seu irmão. A família também não sabia que haviam câmeras no local, mas pra sua sorte eles não estava direcionadas para eles, e só captaram o audio. No final eles descobrem que Otis era o entregador de pizza que por varias vezes foi a sua casa. Eles pedem uma pizza e esperam. Quando a campainha toca o irmão de Riley, Elmo, atira três vezes contra a porta e o filme acaba sem que a gente saiba se eles mataram a pessoa certa ou não.


O filme lembra muito um episodio da serie “Criminal Mind’s”, porem com mais humor. De terror mesmo não tem nada. No filme é perceptível como a repórter que noticia o caso é bastante sensacionalista, o que no meu modo de ver é uma critica a nossa imprensa atual que adora ver uma desgraça. No geral o filme é razoável, sua trilha sonora é muito boa, solos de guitarra e muito rock in roll mas, o enredo em si não é lá essas coisas.

HANCOCK -


O filme conta a historia de um “herói” diferente, que tem atitudes pouco convencionais em relação aos outros “heróis” que vemos nos filmes e series. Ele é alcoólatra, e por mais que tente nunca consegue fazer as coisas direito e sempre acaba odiado pelas pessoas que ele “salva”.


Geralmente, quando tenta salvar alguém, Hancock destrói tudo a sua volta, causando enormes prejuízos a sua cidade. Em um dessas tentativas, ele conhece Ray Embrey, um agente de Relações Públicas que recentemente perdeu o emprego e se propões a melhorar a imagem desse herói que até então é rejeitado pelas pessoas. Quando a mulher de Ray, Mary, e Hancock se encontram, ocorre uma inexplicável e imediata conexão entre os dois.


Pelo fato de ser constantemente criticado pela midia, o RP acha uma boa idéia Hancock se entregar para policia (ele tem inúmeras intimações que nunca compareceu), para que todos sintam sua falta. Ele de inicio não gosta mas, acaba aceitando e se compromete a fazer um tratamento contra o alcoolismo e para controlar a sua fúria.


Mesmo dizendo que não importa com o que as pessoas acham dele, ele vai para a cadeia, acatando a ordem do juiz. Na cadeia ele encontra vários presos que ele mesmo colocou ali. De inicio eles queria arrumar confusão com ele, mas após ele literalmente enfiar a cabeça de um na bunda do outro eles o deixaram em paz.


Com Hancock preso, a criminalidade acaba subindo, e as pessoas inclusive a mídia que o criticava acabam sentindo a sua falta. Ele volta à ativa, salva o dia e as pessoas reconhecem. Ele ganha status de celebridade.


Ele não se lembra de nada do seu passado, e acaba descobrindo depois de muita resistência que Mary, a mulher de Ray, também é como ele e que os dois já foram casados e tem mais de 3000 anos. Ele descobre também que se os dois ficarem próximos um do outro eles se tornam mortais.


È um filme muito interessante, mostra o lado de um super-herói que nós não estamos acostumados a ver, o lado humano, com vícios e sentimentos. Apesar de não explicar o que é o Hancock e de onde originaram seus poderes o enredo é muito bom, o filme tem varias cenas engraçadas e um final de certo ponto surpreendente.

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